(29-07-2016 às 10:04)Cloud Escreveu: [ -> ]Pois, esse é o problema das semi-novas e o que me levou por exemplo a comprar a minha nova. Se já no meu caso, entre dar 4.000€ por uma nova ou 3.000€ e tal por uma semi-nova, optei pela nova, não estou a ver ninguém a poupar 990€ de 28.000€ lol
Confesso que nunca entendi bem este conceito de "semi-novo", porque recorrendo à semântica, não existem coisas "meias" novas. Ou é nova.... ou é usada.
Aliás, chamar-lhe de "semi-nova", apenas é entendível como uma acção ludibriosa de marketing de vendas, para quem compra, apaziguar enganadoramente o seu ego de que o que está a comprar é diferente de algo que já foi usado.... quando na realidade não o é!
(29-07-2016 às 10:25)dfelix Escreveu: [ -> ]Nova, claro...
Dar por uma usada o que custa nova seria um pouco parvo.
Daí ter referido
«Resta saber se o "praticamente não andou" é suficiente para a ter desvalorizado somente em 990 euros.».
Como disseste que uma H2 até poderá valorizar no futuro, entendi que estavas a afirmar que quase seria indiferente comprar nova ou usada.
No entanto a valorização de um modelo, depende também de várias premissas, como sejam a exclusividade do modelo ou de soluções e o nº de unidades produzidas. E neste caso dependerá efectivamente de como o mercado evolua neste sentido.
O que esta H2 e a irmã mais exótica H2R trazem de novo, para além da nobreza de (alguns) componentes (coisa que existem em muitos outros modelos concorrenciais), é serem pioneiras, actualmente, num conceito de motor sobrealimentado (não obstante todas as as restantes propostas que recorreram no passado a este tipo de sistemas). Mas acreditando que o caminho a trilhar pelas hypersports até seja esse (busca de números cada vez mais expressivos, mantendo o tipo de motorizações e cubicagens já existentes), talvez uma H2, daqui a meia dúzia de anos seja algo banal.
Por exemplo, o que torna uma NR750 hiper-valorizada, sendo vendidas actualmente por valores que podem chegar a 3x mais o que custavam há 23 anos atrás, é o facto de, independentemente da eficiência das suas soluções mecânicas serem discutíveis, ter sido exclusiva neste aspecto, que a par da sua limitada produção em nº de unidades, a tornam única.
Se o recurso a motores sobre-alimentados se tornar regra (tal como já acontece maioritariamente no mundo automóvel), uma H2, dentro de anos, será mais uma entre tantas, e essa tendência de valorização que poderemos hoje vaticinar, inverter-se-á.