(11-02-2019 às 18:55)dfelix Escreveu: Não tenho qualquer dúvida que já estou em dívida para com o asfalto graças ao ABS ...
Não digo o contrário. De igual forma, comigo, já por um punhado de vezes pelo menos, me interroguei de como teria sido o desfecho, se não fosse o dito?
Mas (sem olhar sequer a estatísticas, que não as vi), afirmar que a sinistralidade se reduziu (se é que tal aconteceu?

), por causa destes sistemas, parece-me um pouco forçado. Se olharmos ás causas da maioria dos acidentes que na realidade provocam mortes com motos, será que estas passam por ser corrigidas com sistemas electrónicos?
(11-02-2019 às 19:00)LoneRider Escreveu: Quesafoda que não tenha suspensões de jeito, tem enxota cães é seguro, de certeza que posso abusar que o enxota cães vai ajudar!
Posso-me espetar por causa de ser um nabo a andar de mota mas com a ajuda do enxota cães não há cão que me foda!
Nem que se chame Frankelin!
No meu caso, o interesse nisto é mesmo de cada vez que estou a chegar à empresa, as últimas dezenas de metros até entrar nas instalações, serem feitos com um sacana de um cão atrás da mota (que deveria estar preso ou dentro do quintal da dona, mas que salta o muro e anda à solta na rua). Por acaso já falei com a dona, alertando para a situação (até porque é ilegal um cão andar à solta na rua) e a resposta dela foi "ah, ele não faz mal!". Não faz mal até ao momento que se atravesse à frente, causando uma queda comigo ou com outro motociclista qualquer que ali passe.
Ou é um espanta cães... ou um pontapé no lombo... ou ter que ligar mesmo para as autoridades para a coisa se resolver de vez.
(11-02-2019 às 21:26)Johnny_1056 Escreveu: Deixo um bom exemplo do que me faz manter a paixão pelas motos, isto é uma Kawa inteira que prefiro sempre a uma Versys 1000 cheia de paneleirices:
Por acaso das motas mais "difíceis" de conduzir, aonde tive oportunidade de meter as unhas, era parente dessa... foi mesmo uma GPZ1000 RX dos anos 80. Pesada, pouco ergonómica, lenta, brusca e pouco maneável... ali tudo era "crú", sem mordomias. Curvar com ela exigia físico, senão era garantia que tínhamos uma "âncora" a puxá-la para fora de curva. Não travava... mas sim abrandava! A gaja era tão "analógica" que até um interruptor tinha para ligar a ventoinha do radiador, quando o ponteiro da temperatura subia. Mas é daquelas que experimentei, que nunca mais esqueço (pelos bons e maus motivos).
(12-02-2019 às 11:08)LoneRider Escreveu: A minha VFR tem C-Abs da mesma geração do da CBF e o unico control de tracção que tem é o do punho que os meus pais fizeram.
Punho que até à data, salvo contadas situações, têm tido acerto na hora de distribuir binário....
A partir da "reformulação" feita nas VFR1200F pós 2013, já contemplaram controlo de tracção.
Os primeiros sustos que levei logo com a minha, quando a comprei, foram umas sacudidas de traseira à saída de curva, quando o motor aplicava aqueles quase 13 kgs de binário à roda.
E o melhor controlo de tracção é mesmo o "cagaço" com que fiquei, desde aí... e aprender a dosear melhor o acelerador (basta um asfalto um pouco mais polido para ela sacudir com facilidade).