Versys 1000 SE 2019
#51

Ainda te apelidam de cagão ò Velásquez....

É tudo sorte pá, que uma gajo não lambe nada disto.

Arenoso pá!!
A minha VFR tem C-Abs da mesma geração do da CBF e o unico control de tracção que tem é o do punho que os meus pais fizeram.
Punho que até à data, salvo contadas situações, têm tido acerto na hora de distribuir binário....
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#52

(11-02-2019 às 18:55)dfelix Escreveu:  Não tenho qualquer dúvida que já estou em dívida para com o asfalto graças ao ABS ...

Não digo o contrário. De igual forma, comigo, já por um punhado de vezes pelo menos, me interroguei de como teria sido o desfecho, se não fosse o dito?
Mas (sem olhar sequer a estatísticas, que não as vi), afirmar que a sinistralidade se reduziu (se é que tal aconteceu? think), por causa destes sistemas, parece-me um pouco forçado. Se olharmos ás causas da maioria dos acidentes que na realidade provocam mortes com motos, será que estas passam por ser corrigidas com sistemas electrónicos?

(11-02-2019 às 19:00)LoneRider Escreveu:  Quesafoda que não tenha suspensões de jeito, tem enxota cães é seguro, de certeza que posso abusar que o enxota cães vai ajudar!
Posso-me espetar por causa de ser um nabo a andar de mota mas com a ajuda do enxota cães não há cão que me foda!
Nem que se chame Frankelin!

No meu caso, o interesse nisto é mesmo de cada vez que estou a chegar à empresa, as últimas dezenas de metros até entrar nas instalações, serem feitos com um sacana de um cão atrás da mota (que deveria estar preso ou dentro do quintal da dona, mas que salta o muro e anda à solta na rua). Por acaso já falei com a dona, alertando para a situação (até porque é ilegal um cão andar à solta na rua) e a resposta dela foi "ah, ele não faz mal!". Não faz mal até ao momento que se atravesse à frente, causando uma queda comigo ou com outro motociclista qualquer que ali passe.
Ou é um espanta cães... ou um pontapé no lombo... ou ter que ligar mesmo para as autoridades para a coisa se resolver de vez.

(11-02-2019 às 21:26)Johnny_1056 Escreveu:  Deixo um bom exemplo do que me faz manter a paixão pelas motos, isto é uma Kawa inteira que prefiro sempre a uma Versys 1000 cheia de paneleirices:


Por acaso das motas mais "difíceis" de conduzir, aonde tive oportunidade de meter as unhas, era parente dessa... foi mesmo uma GPZ1000 RX dos anos 80. Pesada, pouco ergonómica, lenta, brusca e pouco maneável... ali tudo era "crú", sem mordomias. Curvar com ela exigia físico, senão era garantia que tínhamos uma "âncora" a puxá-la para fora de curva. Não travava... mas sim abrandava! A gaja era tão "analógica" que até um interruptor tinha para ligar a ventoinha do radiador, quando o ponteiro da temperatura subia. Mas é daquelas que experimentei, que nunca mais esqueço (pelos bons e maus motivos). smile

(12-02-2019 às 11:08)LoneRider Escreveu:  A minha VFR tem C-Abs da mesma geração do da CBF e o unico control de tracção que tem é o do punho que os meus pais fizeram.
Punho que até à data, salvo contadas situações, têm tido acerto na hora de distribuir binário....

A partir da "reformulação" feita nas VFR1200F pós 2013, já contemplaram controlo de tracção.
Os primeiros sustos que levei logo com a minha, quando a comprei, foram umas sacudidas de traseira à saída de curva, quando o motor aplicava aqueles quase 13 kgs de binário à roda.
E o melhor controlo de tracção é mesmo o "cagaço" com que fiquei, desde aí... e aprender a dosear melhor o acelerador (basta um asfalto um pouco mais polido para ela sacudir com facilidade).

[Imagem: QKmafvp.png]
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#53

(12-02-2019 às 13:06)carlos-kb Escreveu:  No meu caso, o interesse nisto é mesmo de cada vez que estou a chegar à empresa, as últimas dezenas de metros até entrar nas instalações, serem feitos com um sacana de um cão atrás da mota (que deveria estar preso ou dentro do quintal da dona, mas que salta o muro e anda à solta na rua). Por acaso já falei com a dona, alertando para a situação (até porque é ilegal um cão andar à solta na rua) e a resposta dela foi "ah, ele não faz mal!". Não faz mal até ao momento que se atravesse à frente, causando uma queda comigo ou com outro motociclista qualquer que ali passe.
Ou é um espanta cães... ou um pontapé no lombo... ou ter que ligar mesmo para as autoridades para a coisa se resolver de vez.

Há uns tempos, o meu irmão andava a ser chateado por uma matilha de 5 ou 6 sempre que saia de casa de bicicleta e ponderou comprar uma cena dessas. Tipo apito ou até eletrónico. Segundo um amigo que é treinador de cães, a coisa tanto pode correr bem como mal. O cão pode ficar assustado e dar de frosques ou pode passar-se dos carretos e atacar, mesmo que não tivesse essa intenção...
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#54

(12-02-2019 às 10:22)LoneRider Escreveu:  A ajudas electrónicas são uma baliza de segurança importante e muita malta anda inteira à custa delas, não porque não mereçam (todos merecemos estar vivos) mas porque de outra maneira teriam que aprender a conduzir.

Ó lone,

Podes ser um gajo abençoado com o dom natural da pilotagem.
Acredito perfeitamente que sejas dotado de uma excelente capacidade de perceber sentir os limites da máquina.
Acredito que tenhas um sexto sentido que te permita dosear o acelerador com uma precisão inigualável.
E poderás até ter capacidade cheirar aquela bosta de vaca que vai aparecer estrategicamente colocada na melhor trajectória depois de uma curva cega.

Mas... infelizmente a maioria não é assim!

A dura realidade é que muitos "bardamerdas" como eu tiveram um longo e penoso processo de aprendizagem.
Processo esse que implicou motos para a sucata e depilações definitivas grátis.
E enquanto foi só isto... menos mal.
Pois não foram poucos os que tiveram menos sorte e já não estão cá para contar.

Portanto, essa coisa do "teriam que aprender a conduzir" parece um bocadinho humilhante...
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#55

Percebo que saber controlar uma mota é importante e ter noção do resultado de uma acção a andar de mota, mas para mim todas as ajudas são bem vindas. Para mim o mais importante é chegar a casa inteiro e com a mota impecável, o resto para mim é conversa...

Tenho muito a aprender, mas prefiro aprender sem ir ao chão. E posso estar enganado, mas diria que se não fosse o controlo de tracção já teria ido ao chão mais que uma vez, ninguém sabe, mas acredito que me ajudou muito.

A minha máquina (e ex):
KTM 1290 SuperAdventure S
KTM 1290 Super Duke GT
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer
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#56

Bem, a minha última queda penso que SE* tivesse ABS não teria caído. Mas para mim, na prática e vendo em retrospectiva até foi bom. Foi só guita e uns dias sem mexer uma mão, o que se pode sempre considerar uma chamada de humildade leve e em que se aprende sempre qualquer coisa.

Como as outras 6 vezes que fui ao chão.

*Convém pensar um bocadinho nas coisas, senão não há aprendizagem mas também me recuso a estruturar maneiras de pensar com base nos 'SEs' pois têm uma tendência grande a evoluir para pensamentos parasitas que não beneficiam nada nem ninguém.


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#57

É pá Félix pá, estás bué sensível.

Nunca pensei que uma simples queda de mota fizesse tanta mossa num gajo como tu!

Atenção, aqui não há nem sarcasmo nem escárnio, é uma observação sincera e honesta.

Não é de todo minha intenção dar a ideia de estar por cima de alguém, só falo do que sinto e vivo em cima das minhas motas, resultado das minhas experiências e vivências a bordo.

Longe de mim humilhar alguém com as minhas palavras e ferir sentimentos...
Vá lá, não fiques assim, que até fico sem jeito!

Toma lá um abraço e um beijinho!!!! ️
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#58

Epá...
Fiquei psicologicamente abalado!
Isto de entrar na casa dos 40 com a mesma facilidade com que saí daquela rotunda aos trambolhões traumatizou-me.

O próximo passo será entrar num processo de negação.
Não aceitar que estou velho e lento.
E quando começar a ser recorrente levar valentes coças de putos em MT's... arranjar justificações!
Tentar-me convencer a mim próprio que só são rápidos devido à electrónica parece-me uma boa sugestão.
Obrigado pelo apoio. kiss

Ah...
Mas nem tudo na queda foi mau.
A tampa do boxer deu um excelente cinzeiro! thumbsup
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#59

(12-02-2019 às 13:25)dfelix Escreveu:  
(12-02-2019 às 10:22)LoneRider Escreveu:  A ajudas electrónicas são uma baliza de segurança importante e muita malta anda inteira à custa delas, não porque não mereçam (todos merecemos estar vivos) mas porque de outra maneira teriam que aprender a conduzir.

Ó lone,

Podes ser um gajo abençoado com o dom natural da pilotagem.
Acredito perfeitamente que sejas dotado de uma excelente capacidade de perceber sentir os limites da máquina.
Acredito que tenhas um sexto sentido que te permita dosear o acelerador com uma precisão inigualável.
E poderás até ter capacidade cheirar aquela bosta de vaca que vai aparecer estrategicamente colocada na melhor trajectória depois de uma curva cega.

Mas... infelizmente a maioria não é assim!

A dura realidade é que muitos "bardamerdas" como eu tiveram um longo e penoso processo de aprendizagem.
Processo esse que implicou motos para a sucata e depilações definitivas grátis.
E enquanto foi só isto... menos mal.
Pois não foram poucos os que tiveram menos sorte e já não estão cá para contar.

Portanto, essa coisa do "teriam que aprender a conduzir" parece um bocadinho humilhante...

Porra Felix para de ser tão assertivo smile

Estive hoje com duas Versys 1000 lado a lado, o modelo anterior e este novo de 2019. Este modelo novo aparenta muito melhor qualidade que o antigo e eu gosto bem mais do design. Não sei é se os quase 20 mil€ com o “equipamento” necessário vão conseguir fazer dela o sucesso comercial que a antecessora não foi.

PS: quem quiser adquirir o modelo antigo novo, saca uns negócios brutais blink

Ditadura dos Flocos de Neve
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#60

Sendo que uma boa parte da mota é a mesma da anterior, até tenho curiosidade de saber onde existe esse extraordinário aumento de qualidade. Deve ser da pintura, que na versão SE é uma pintura toda XPTO... devil

É normal que algumas coisas evoluam mas não vejo que o salto de qualidade seja assim tão grande... Pois não era sequer um problema antes.

A minha máquina (e ex):
KTM 1290 SuperAdventure S
KTM 1290 Super Duke GT
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer
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