Tubos de travão malha de aço da HEL
#61

É pá...

Isso é uma ajuda para tenrinhos devil

Se calhar ainda não chegaste a esse nível de condução e por isso a coisa correu mal! lol

Agora a sério!

O Dual-CBS reparte a força de travagem de forma proporcional à potencia de cada travão.
Segundo que contaste, na BN não existe uma força proporcional já que é directamente repartida 50% para cada eixo.
No Dual-CBS quando actúas sobre o travão traseiro só um terço da potência do travão dianteira é utilizada. Ou seja, prevalece sempre o travão traseiro embora o travão dianteiro seja mais potente.
Depois existem diferenças assinalaveis. Porque o número de discos é diferente, o número de pinças, o número de émbolos por pinça e até a complexidade do sistema é totalmente diferente.
Não sei se se pode comparar o Dual-CBS com outro sistema de travagem compartida.
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#62

(04-04-2019 às 16:30)LoneRider Escreveu:  É pá...

Isso é uma ajuda para tenrinhos devil

Se calhar ainda não chegaste a esse nível de condução e por isso a coisa correu mal! lol

Agora a sério!

O Dual-CBS reparte a força de travagem de forma proporcional à potencia de cada travão.
Segundo que contaste, na BN não existe uma força proporcional já que é directamente repartida 50% para cada eixo.
No Dual-CBS quando actúas sobre o travão traseiro só um terço da potência do travão dianteira é utilizada. Ou seja, prevalece sempre o travão traseiro embora o travão dianteiro seja mais potente.
Depois existem diferenças assinalaveis. Porque o número de discos é diferente, o número de pinças, o número de émbolos por pinça e até a complexidade do sistema é totalmente diferente.
Não sei se se pode comparar o Dual-CBS com outro sistema de travagem compartida.

Eu acho que foi precisamente por ser tenrinho! Estava habituado a uma mota cujo travão traseiro era um abrandador, dai que não tenha tido a sensibilidade necessária com o travão traseiro de uma mota que trava efetivamente com o travão traseiro e além disso ainda mete travagem à frente, isto somando-se um pneu de merda e com goma e alcatrão manhoso....

Não sei como funciona o da Honda e até pode efetivamente funcionar bastante bem. Mas para quem não está habituado a um sistema de travagem combinada, creio que vai ser sempre necessário um periodo de adaptação.

Ditadura dos Flocos de Neve
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#63

Trail braking automático! smile

Um gajo entra penduradinho no travão de trás até onde quiser curva adentro que a mota não levanta, não destabiliza, não arrepia,.. yep bela merda!!

Embora, haja motas mais antigas onde este sistema combinado não funcionava tão bem. E numa delas era na XX.


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#64

Boas;
Só os possuidores de Honda é que conseguem gabar estes sistemas... E nem todos... Se fosse alguma coisa de jeito já mais fabricantes tinham seguido esse caminho.
Infelizmente, os que o fizeram ainda conseguiram fazer cópias mais ranhosas...
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#65

O Dual-CBS é muito bom.
Não requer adaptação, requer saber travar, porque trava muito bem!

Como tudo na vida, também tem inconvenientes.

Ao ser um sistema totalmente hidráulico aumentava o peso das motas que o tinham instalado, era algo mais caro de manter e as pastilhas traseiras lambiam-se mais depressa do que normal.

A Maria tem esse sistema, idêntico ao que utilizava a XX e ainda hoje é bastante efectivo.
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#66

(04-04-2019 às 16:54)LoneRider Escreveu:  O Dual-CBS é muito bom.
Não requer adaptação, requer saber travar, porque trava muito bem!

Como tudo na vida, também tem inconvenientes.

Ao ser um sistema totalmente hidráulico aumentava o peso das motas que o tinham instalado, era algo mais caro de manter e as pastilhas traseiras lambiam-se mais depressa do que normal.

A Maria tem esse sistema, idêntico ao que utilizava a XX e ainda hoje é bastante efectivo.

Só dizes isso porque andas a possuir Hondas à bruta devil

Ditadura dos Flocos de Neve
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#67

Digo isto porque conduzi motos com outros sistemas de travagem.
Em termos de dosificação e pouca fadiga só a GTS ganha ao sistema Dual-CBS.
A Ducati tende a ter melhores bombas assim que a potência é muito boa e a travagem mais potente.
As Yamaha com as pinças monobloco são boas mas em alguns modelos pecam pela fadiga e tacto esponjoso (já aí vem o Johnny falar sobre isso)...
É certo que boa parte das RR da actualidade travam muito melhor (principalmente no que refere à potência) mas numa moto Sporturismo o Dual-CBS era bastante resistente a fadiga e com potência suficiente.

O sistema de travões da Dorothy é muito bom, potente e dosificavel, mas o travão traseiro tende a deixar o óleo ferver!
Já não é a primeira vez que fica esponjoso em estradas técnicas de muitas curvas.
Isso nunca aconteceu com Dual-CBS.
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#68

Boas;
Lone, deixa-te lá de m#rdas!!

- Não requer habituação?? Pois não, antes de te habituares já partiste o focinho.
- Requer saber travar?? Não me digas que só os possuidores de Honda é que sabem travar?? E só aprenderam quando conheceram o sistema?? Será mais ao contrário, quem sabe travar não precisa de paneleirices dessas, sabe o que está a fazer.
- Trava bem?? Explica-me como é isso funciona quando basicamente o sistema retira poder de travagem dum dos êmbolos da pinça??

Lamento, mas só consigo entender este sistema para que teve algum infortúnio e sofre de alguma incapacidade física.
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#69

Requerer saber travar não quer dizer que só este sistema é que trava bem.
Quer dizer que se já souberes travar não vais necessitar adaptação. blink

O sistema tem na totalidade 9 émbolos, 6 dianteiros (3 em cada pinça) e três traseiros. Quando tu travas com o pedal traseiro, são directamente activados 4 émbolos, dois traseiros e um em cada pinça dianteira. Neste momento a potência é repartida em igualdade de circunstâncias em ambos eixos. No entanto existe ainda a possibilidade da pinça basculante activar o terceiro êmbolo traseiro ficando um distribuição de forças de 40 na dianteira e 60 na traseira.
Isto melhora consideravelmente a transição de massas da mota evitando que a roda dianteira se bloqueie em pisos delicados.

Quando actúas a manete dianteira tens 4 émbolos dianteiros a travar, e por acção da pinça basculante um êmbolo traseiro a travar. Mas se a pressão no sistema faz actuar a válvula distribuidora entram em acção os restantes émbolos dianteiros com a potência de travagem a ser repartida numa relação de 75 na frente e 25 na traseira.
O objectivo é que a mota agache em ambos eixos em travagens fortes e seja mais estável em curva.

Escusado será de dizer que isto tudo se processa em milésimas de segundo e que é perceptível fazendo o teste ao sistema com a mota parada na garagem.
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#70

Fonix, tanta complicação... É ter uns travões brembo em condições e não precisas dessa porcaria para nada, um toquezinho e para logo a mota! bigsmile

A minha máquina (e ex):
KTM 1290 SuperAdventure S
KTM 1290 Super Duke GT
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer
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