Inspecções de motociclos de cilindrada superior a 250cc avançam em 2016?

Não faz qualquer sentido não. Para além de que são as que mais se vendem (e maior receita trariam).

[Imagem: muhz7is.jpg]
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Isto
(14-10-2020 às 17:13)marco.clara Escreveu:  Acreditar que as inspeções vão contribuir para mais alguma coisa além de engordar os cofres do estado, é puro lirismo.

Não são as inspeções que vão reduzir o nível de poluição nem aumentar a segurança rodoviária. Basta olhar para o nosso parque automóvel (já sujeito a inspeções periódicas há vários anos) e ver algumas pérolas que andam por aí a circular (inclusivamente a nível de transportes públicos).

Mas cada um acredita naquilo que o fizer sentir melhor. Eu acredito que as IPO a curto prazo são uma inevitabilidade, mas não tenho que concordar com elas.


E isto. A acontecer há que se-lo para todos
(15-10-2020 às 12:17)midnightblack Escreveu:  Ainda estamos em 2020 o normativo europeu penso que estabelecia a obrigatoriedade para 2022! Isto sem contar com as nossas belas regiões autonomas que já têm inspeção a motociclos.

A inspeção deveria ser para todos os motociclos...125cc incluidas, vamos lá a ver até as 50cc...um gajo ser atropelado numa passadeira por uma 50cc porque os travões da dita falharam...é justo? Um barrote de 80kg mais o asno do condutor a 45km/h ainda faz mossa...
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Mais uma moedinha... mais uma voltinha...
As crianças não pagam... mas também não andam...

sleep

Citar:A FEMA diz que as IPO a motos não melhoram a segurança rodoviária

A Federação Europeia de Associações de Motociclistas emitiu um comunicado onde volta a frisar que as Inspeções Periódicas Obrigatórias a motos não melhoram a segurança rodoviária. A FEMA reage assim aos pedidos de membros do Parlamento Europeu que pedem a introdução das famosas IPO às motos.

[Imagem: fbccb1ig1aoko2g22trzirekki2.jpg]

A luta dos motociclistas e diferentes associações contra a Comissão Europeia, e a sua intenção em tornar obrigatório em todos os países europeus a realização da famosa Inspeção Periódica Obrigatória (IPO) a motos, é uma luta que já vem de longe, e que se deverá prolongar por mais algum tempo.

A mais recente tomada de posição sobre este assunto chega-nos da Federação Europeia de Associações de Motociclistas (FEMA).

Em comunicado publicado no seu website, a FEMA acaba de voltar a defender a ideia de que “As IPO às motos não melhoram a segurança rodoviária”. Esta é a reação da FEMA ao que aconteceu no passado dia 25 de janeiro de 2021 no Parlamento Europeu, mais propriamente na Comissão dos Transportes, onde foram discutidas várias medidas para melhorar a segurança rodoviária na União Europeia.

Uma das medidas discutida foi, precisamente, a implementação da Diretiva de Testes Periódicos de Condições de Funcionamento que faz parte do Pacote de Condições de Funcionamento dos veículos em solo europeu.

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Nesta reunião da Comissão dos Transportes do Parlamento Europeu, presidida pelo deputado europeu Benoit Lutgen, foi apresentado um relatório e muitos membros do Parlamento Europeu voltaram a pedir a introdução em todos os países daquilo que conhecemos como Inspeções Periódicas Obrigatórias específicas para motos.

No entanto, e conforme destaca a FEMA, o próprio deputado europeu que ficou encarregue de apresentar o relatório na reunião demonstrou dúvidas sobre se de facto a introdução das IPO às motos terá o efeito desejado de reduzir o número de acidentes e vítimas nas estradas europeias.

A FEMA acredita que, tal como defendem muitas associações europeias de motociclistas, a Comissão dos Transportes do Parlamento Europeu deveria estar mais preocupada em introduzir uma legislação que seja mais eficaz na redução dos acidentes e vítimas, e consequente melhoria da segurança rodoviária.

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Algumas das medidas que a FEMA apoia e acredita serem mais eficazes são “Condutores e motociclistas com melhor treino, controlo de aspetos comportamentais, melhores infraestruturas e ainda a aplicação das regras de trânsito já em vigor”. As condições técnicas das motos têm uma implicação muito reduzida como causa de acidentes.

Em resposta a esta reunião de 25 de janeiro de 2021 da Comissão dos Transportes, a FEMA enviou uma carta a 27 de janeiro a todos os membros do Comité dos Transportes do Parlamento Europeu – clique aqui para ler a carta, onde esta associação explica o porquê de ser contra a introdução das IPO às motos.

[Imagem: eebg0z0ivsldnd5nmd5nbkksom2.jpg]

Recordamos, tal como pode ver aqui em mais detalhe, que a União Europeia decidiu em dezembro de 2013 adiar a obrigatoriedade dos Estados Membros aplicarem as famosas IPO às motos até 2022.

Aliás, nessa decisão, a União Europeia, depois de ficar provado que os acidentes de moto não têm como principal causa falhas técnicas, disse mesmo que a hipótese de introdução das IPO em todos os países europeus voltaria a ser discutida em 2022. Este não é, por isso, um assunto “arrumado”.

Fonte: AndarDeMoto
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Com esta crise económica desencadeada pela pandemia, agora terá que se multiplicar, triplicar ou quadruplicar, as fontes de receita fiscal e metendo as coisas destas forma, o mais provável é estar mesmo para breve mas IPO, para nos meterem novamente a mão ao bolso. Porque a redução da sinistralidade rodoviária, sabemos bem que é conversa para encher chouriço.
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Em Portugal já há uma lei.
Que tem que se implementar.
Não serve de nada estar à espera de uma directriz europeia, porque a lei está feita.
Assim que eu acho que não nos vamos poder livrar dessa portagem....
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Lei de 2012. Falta sair o decreto regulamentar.
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Mais uma moeda... mais uma voltinha...

https://youtu.be/k-tzTsbWswY
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European Parliament votes for technical inspections for all motorcycles

FEMA news February 26, 2021

[Imagem: header_apk_260221-1132x509.jpg]

The European Parliament wants mandatory periodic technical inspections for all motorcycles and mopeds in every member state. No exceptions.

On 25 February 2021, the European Parliament Committee on Transport and Tourism (TRAN) asked the European Commission to include motorcycles in the obligation to have a periodical technical inspection. For small motorcycles – less than 125 cc – and mopeds, the Committee asks for an assessment first to investigate the cost-benefit factors. By means of this own-initiative report, the European Parliament requests the European Commission to put forward a legislative proposal.


Most European countries already have a mandatory periodical technical inspection (PTI) for motorcycles, some are going to introduce it in 2022 and three countries (Finland, Ireland and the Netherlands) do not intend to introduce PTI. Some other countries also have a mandatory PTI for mopeds. PTI for all motor vehicles is regulated under Directive 2014/45/EU. Prior to this directive the providers of technical inspections, the industry and the road safety organizations started a strong lobby to include motorcycles.

On the other hand, FEMA and some of its member organizations started to lobby against such an inclusion. Thanks to our lobby, and that of some member states, motorcycles with a displacement of more than 125cc were excluded until 1 January 2022. Member states that took alternative measures to enhance motorcycle road safety before 20 May 2017, could avoid the obligation to introduce PTI for > 125cc motorcycles. Ireland, Finland and the Netherlands made use of this possibility. Belgium, Cyprus, Denmark, Finland, France, Malta and Portugal did not and will implement PTI for larger motorcycles from 1 January 2022.

[Imagem: sweden_test.jpg]

Also part of the directive was that the European Commission was to write an evaluation before May 2019. That report, written by a consortium of institutes and technical inspection companies like DEKRA (a European vehicle inspection company!) was published early 2019. It was a very bad report, that extrapolated the results with PTI of mopeds in some Spanish districts to all powered two- and three-wheelers in the whole of Europe. With regards to the interests of almost all members of the consortium in PTI, it was not a surprise that the conclusion was that PTI should be mandated for all motorcycles and mopeds.

One would think that this concluded the story, but it turned out differently. In the end of 2020, the transport committee announced that it would evaluate the roadworthiness package, of which the PTI is part, and appointed a rapporteur, Benoît Lutgen, to draft a report. Immediately the PTI-advocates, consisting of road safety organizations and technical inspection companies, started their lobby again. The result was that in January 2021, when the report of Mr Lutgen was presented in the transport committee, many members of the committee declared that they cared about the road safety of users of all powered two- and three-wheelers and that for this reason they wanted mandatory technical inspections for all powered two- and three-wheelers, including mopeds. FEMA and a number of our members immediately started a contra-lobby to avoid this. At the request of our Nordic members, the lobby focussed on mopeds, because for this category the obligation of a periodical technical inspection would provide the largest problems.

‘FEMA asked members of the European Parliament not to decide based on assumptions, but based on the facts’

In the weeks after the transport committee meeting in January 2021, we sent letters to all members of the transport committee, as did our colleagues of FIM Europe, and had many meetings with the rapporteur, shadow rapporteurs and other MEPs (Members of the European Parliament). Our member organizations SMC, SMOTO and FFMC also tried to reach MEPs from their countries. It soon became clear that the mandatory PTI for larger (>125cc) motorcycles could not be stopped, despite our pleas to the MEPs not to decide based on assumptions and a very bad report, but on the facts that show that motorcycle accidents are caused by technical defects in less than 1%, defects that are often barely covered by PTI.

On 25 February 2021, the transport committee adopted a compromise amendment in which it asks the European Commission for mandatory PTI of all powered two-wheelers with a displacement of more than 125cc without any conditions, the possible introduction of PTI for light motorcycles and mopeds after an assessment on burden, costs and accident statistics and also to have test locations available for moped owners who live in remote areas. The transport committee also asks for the introduction of a minimum percentage of 5% of roadside inspections and finally an additional check schedule for motorcycles that are used for deliveries and for transport of goods and persons. Although we are not happy with the outcome, at least our lobby to give some consideration to moped riders, especially those who live in remote areas, had success.


What will happen next?

- First the implementation report must be ratified in the plenary meeting of the European Parliament.
- After this it depends on what the European Commission is going to do with this report. The European Commission will have to draft a revised directive, which will take some time.
- That new directive will also be discussed in the European Parliament and in the Council. This will take some time, therefor we do not expect any changes in the next few years.


>>FONTE<<

[Imagem: zX4Kq81.png]

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Mais tarde ou mais cedo...

[Imagem: muhz7is.jpg]
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(26-02-2021 às 17:38)el_Bosco Escreveu:  Mais tarde ou mais cedo...

Mas enquanto a vergasta vai e vem... vão folgando as costas!

De qualquer forma, as IPO depois de começarem, só se aplicarão a motas com mais de 4 anos.... depois aos 6... 8... e só então anualmente.
Começa tudo a comprar motas novas e a vender antes de completarem 4 anos. Pode ser que depois os preços das usadas caiam para níveis reais e não a alarvidade que se vê agora nos anúncios.

EDIT: Ou então... lol

[Imagem: Z9XNHyc.jpg]

[Imagem: zX4Kq81.png]

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Esta notícia só indica duas coisas.
Que o IPO para as motas vai ser uma realidade no futuro, a maquinaria legislativa está em marcha e isso significa que vamos ter que esperar que conclua o processo.
Segundo e salvo vontade política que altere as coisas, Portugal vai esperar a que exista uma normativa europeia a respeito apesar de ter uma lei legislada e aprovada mas que ainda carece da normativa técnica para a sua aplicação. Mais uma vez, está na mão dos políticos portugueses decidir implementar a lei já existente ou esperar pela normativa europeia que os obrigue a adaptar e implementar a lei que já existe.

Para já e tendo em conta que estes processos costumam levar tempo a concluir podemos estar descansados.
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