Inspecções de motociclos de cilindrada superior a 250cc avançam em 2016?

(29-09-2021 às 21:37)nelsonajm Escreveu:  Deixem vir as inspecções... Fica mais fácil comprar aquela clássica que sempre quisemos ter na garagem...

Achas mesmo que devido as inspecoes os preços vao baixar? Duvido seriamente.

Os frankensteins motociclisticos, esses sim, como n passam nas inspecoes o valor delas deve descer a pique porque ninguem as quer.

Agora motas classicas, todas de origem como eu gosto, boas mecanicamente e de aspecto, de certo nao vao sofrer alteraçoes ao preço. Mas era bom que tivesse até enganado. Era um sinal positivo para quem quer uma Milf.
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Vão aparecer negócios «da China», sim. De ambas as partes as oportunidades vão aparecer.

A informação nestes casos vale literalmente ouro.

Basta apanhá-los antes da polícia:
https://www.dn.pt/lusa/dez-inspetores-de...32675.html
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Não preciso explicar tudo...

Estava implícito no meu texto...

Que vão aparecer... Ah isso vão...

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Espero que apareça a minha z1000.
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espero que apareça um 600 ou 750 sem espelhos, catalisador, escape, carenagens, que é para por carenagens de fibra e ir derrete-la np estoril hearth

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(30-09-2021 às 15:23)Liquid_Fire Escreveu:  espero que apareça um 600 ou 750 sem espelhos, catalisador, escape, carenagens, que é para por carenagens de fibra e ir derrete-la np estoril h:
Eu é desta que vou comprar uma cabra do mato... Lol

[Imagem: SM4eYt9.png]
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Citar:Manifestação em todo o País contra as Inspeções

[Imagem: manifestacao-de-motociclistas-porto-18-fev-2018-04.jpg]

Para o próximo sábado, dia 16 de outubro às 16 horas em Lisboa, Porto, Faro, Coimbra, Funchal e Porto Santo, está marcada uma manifestação nacional contra as Inspeções Obrigatórias de Motociclos, previstas para entrar em vigor a partir de Janeiro de 2022.

De acordo com o comunicado emitido hoje pelo GAM (Grupo de Ação Motociclista”, “a segurança nas vias nacionais é posta em causa de forma diária independentemente do veículo utilizado (…) E não foram as Inspeções Periódicas Obrigatórias aos automóveis que contribuíram de forma decisiva para a redução destes números. Como não o serão para os motociclos.”

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O Governo, através do Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, anunciou a entrada em vigor das IPO para motociclos a partir de janeiro de 2022.

“Anunciou a medida com uma displicência inaceitável para um governante! Mostrando uma falta de sensibilidade política e, sobretudo, um desrespeito enorme por milhares de cidadãos que fazem dos motociclos a sua forma de transporte, ganhando em mobilidade e economia nas cidades cada vez mais entupidas de trânsito e em prazer de condução em muitas das belas estradas nacionais que o nosso País oferece.

São esses cidadãos que, no sábado, dia 16 de outubro, a partir das 16 horas, vão fazer ouvir o seu protesto em Lisboa, Porto, Faro, Coimbra, Funchal e Porto Santo contra uma anunciada decisão que, claramente, não leva em linha de conta o interesse maior dos motociclistas: a segurança.

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Trata-se de mais uma taxa travestida de boa-fé que serve apenas para calar interesses económicos pouco claros. Sim, porque a questão da segurança está bem explícita nas ligações que fornecemos para documentos científicos que provam a ineficácia das inspeções às motos em termos de segurança e redução de sinistralidade. E onde fica provado que apenas 0,3% dos acidentes têm como causa principal o veículo.

O Manifesto que anexamos aponta as causas de uma luta de quem não pode e não quer calar-se perante mais uma tremenda injustiça no País dos combustíveis que sobem de preço todas as semanas, onde as motos de 200 kg e duas rodas pagam as mesmas portagens de um automóvel de 2,5 toneladas. E onde uma moto com 25 anos paga uma taxa de IUC de 127,80 € enquanto um automóvel com a mesma cilindrada e a mesma idade paga 18,42 € e carros a gasolina de 1300 a 1750 cc ou a gasóleo entre os 2000 e os 3000 cc (a maioria do parque automóvel nacional!) pagam 57,73 €. Onde está a justiça?”

PONTOS DE ENCONTRO DA MANIFESTAÇÃO:

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Porto, Avenida dos Aliados; Coimbra, Parque do Choupalinho (junto ao Exploratório Centro de Ciência Viva); Lisboa – EXPO (Estacionamento junto à foz do Rio Trancão); Faro, Estacionamento frente ao Estádio do Algarve; Funchal , Av. Sá Carneiro; Porto Santo, Av. Manuel Gregório Pestana Júnior (Praça de Táxis).

MANIFESTO MOTOCICLISTA DO GAM

“Os utentes das estradas são tratados como um negócio que se procura rentabilizar. O interesse económico continua a prevalecer face à prevenção da sinistralidade rodoviária. As medidas que nos querem impor apenas garantem receita, não previnem a sinistralidade rodoviária. Não aceitamos que as vítimas da estrada continuem a ser usadas para justificar a implementação de medidas que em nada se relacionam com a prevenção da causa dos sinistros.

Dia 16 de outubro de 2021 às 16:00 horas de Portugal continental, o GAM – Grupo de Acção Motociclista chama a atenção para a FARSA das inspeções às motos com demonstrações de motociclistas no Porto, em Coimbra, em Lisboa, em Faro, no Funchal e em Porto Santo.

A directiva Europeia (2014/45/EU) que regula as inspeções aos veículos matriculados na UE tem por base relatórios de consórcios com vasto interesse económico na obrigatoriedade das inspeções às motos. O Lobby que em Portugal representa o negócio ligado às inspeções automóveis, continua a afirmar que as inspeções às motos são “uma medida importante para a redução da sinistralidade dos motociclos”. Este argumento é FALSO. A quantidade de acidentes por falha mecânica é insignificante. O GAM apresenta a sua posição fundamentada e focada nos principais ingredientes causais dos sinistros rodoviários.

Estudos científicos apontam o fator humano e as infraestruturas como principais causas dos sinistros. Um desses estudos [Wierwille et al. (2002)], conduzido no Virginia Tech Transportation Institute, indica-nos o impacto dos fatores que mais contribuírem para os acidentes (Fig.1 e 2). A influência destes três fatores nos sinistros rodoviários não é particular à envolvência de motos, mas um importante indicador do seu impacto nos sinistros rodoviários. Factor veículo 2%. A obrigatoriedade que nos querem impor, ignora por completo as principais causas dos sinistros.

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De acordo com a Motorcycle Safety Foundation, mais de metade de todas as fatalidades ocorridas em veículos de 2 rodas a motor envolvem outras tipologias de veículos, onde na esmagadora maioria dos casos, ao condutor do automóvel ou do veículo pesado – e não ao motociclista – é atribuída a culpa pelo incumprimento das mais básicas regras rodoviárias.

Todos os estudos dedicados à sinistralidade de veículos de duas rodas a motor (SaferWheels, MAIDS Report, Hurt Report, etc.), concluem que a sinistralidade rodoviária em veículos de 2 rodas a motor causada por falha mecânica (factor veículo) têm uma expressão insignificante (0,3% – MAIDS Report). As IPO às motos não trazem quaisquer benefícios em termos de redução da sinistralidade rodoviária. Medidas de prevenção eficazes terão que incidir sobre o factor humano e as infraestruturas pois, são os que mais contribuem para os sinistros.

França, Finlândia, Dinamarca, Irlanda e Holanda, recuam na implementação das IPO às motos. O ministro dos transportes dinamarquês apresentou inclusive uma medida alternativa centrada apenas nas motos que apresentam problemas e não na ganância de obrigar todas as motos à inspeção. O Presidente Francês, Emmanuel Macron, já suspendeu o decreto lei que colocaria o seu país com inspeções às motos a partir de 2023 e reconheceu que a prioridade das medidas a adotar deve centrar-se nas áreas com maior impacto na prevenção da sinistralidade. Por cá o nosso secretário de estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, não perdeu a oportunidade de anunciar o tema já gasto de que agora é que as motos vão à inspeção. Assim se revelam as prioridades de Jorge Delgado em matéria de sinistralidade. GAM

[Imagem: inspecoes-2-1.jpg]

SOMOS CONTRA AS INSPECÇÕES ÀS MOTOS PORQUE:

1 – É uma medida que em nada se relaciona com a redução da sinistralidade. Apenas garante incremento de receita e ignora por completo a prevenção dos principais fatores causais dos sinistros. Medidas preventivas devem centrar-se nas áreas já identificadas com maior impacto na redução da sinistralidade rodoviária.

2 – A prioridade desta lei é taxar todos os motociclistas. É uma lei que não distingue motos legais de motos ilegais. Colocará TODAS AS MOTOS que não tenham pago a nova taxa vitalícia (IPO) acrescida de IVA, na clandestinidade.

3 – As motos com “problemas” já são submetidas à inspeção B. A obrigatoriedade das IPO a todas as motos, nada acrescentará à fiscalização das autoridades no terreno. Esse é já um dever das polícias, já pago por todos nós. A autoridade que fiscaliza o transito não deve ser paga só para andar à caça da multa. Querem transformar um dever da polícia num negócio de privados.

4 – Não aceitamos que nos obriguem a pagar uma inspeção à moto quando em 99,7% dos acidentes a culpa não é da moto.

5 – Não aceitamos ter de pagar por uma IPO que não se responsabiliza nem nos dá quaisquer garantias de mais-valias efetivas em termos de redução da sinistralidade rodoviária”. GAM

Fonte: Motosport
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«Para ouvir esta longa mas interessante conversa sobre o sentido ou não das IPO´s a Motociclos com Miguel Tiago e Rodrigo Ribeiro na Motard FM.
A favor ou contra, perde um tempo a ouvir e tira as tuas conclusões!
Motard FM 2021
Partilha e utilização totalmente autorizadas!»

https://www.mixcloud.com/RadioMotardFM/e...-rRXNM77-Y
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Faz parte de um programa que irá culminar com a interdição à circulação.

A responsabilidade é de nós todos, eleitores. Exigimos tudo sem compreendermos o alcance e as consequências do que exigimos.

Num tema paralelo, vem aí legislação Europeia contra a obsolescência programada. Reparem: os biopolímeros e os biocompósitos têm de ser biodegradáveis.

Berramos porque os plásticos derivados do petróleo são maus para o ambiente, e depois berramos porque os plásticos compatíveis com o ambiente usados nos BMW e nos VW estão a desfazer-se ao fim de 6 anos.

Berramos porque a produção de electricidade prejudica o ambiente e depois berramos com a conta da electricidade.

A todos os níveis há exigências de quem não pensou sobre o assunto. Os partidos mais à esquerda são especialistas em medidas bem intencionadas mas com consequências dramáticas para o futuro.

Mais um exemplo do resultado da esquizofrenia opinativa? https://hardware.slashdot.org/story/21/1...o-the-list

Nas duas rodas irá ocorrer o seguinte:

Primeiro interditam as duas rodas, depois descobrem que o estafeta demora mais 2 horas a entregar a pizza vegetariana e o tofu, voltam a autorizar, mas apenas para os estafetas.

É o efeito iô-iô.
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Acho sui generis ou talvez irónico que, no dia em que se planeia a manifestação relativa às IPO das motas, decorra em Setúbal o seguinte festival... lol

... quiçá o último! lol lol

[Imagem: tfd3pacuboyuofktfuruzwhndy3.png]

Agora não consigo decidir a qual dos eventos vou... devil
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