Nova CB1000R
(15-02-2018 às 12:15)LoneRider Escreveu:
(15-02-2018 às 11:43)ebola Escreveu:
(15-02-2018 às 11:01)carlos-kb Escreveu: A Africa Twin também contempla versão com DCT.

Não vejo essa necessidade incessante de saber o que gasta. Quem escolhe este tipo e segmento de moto (nakeds "aguerridas" com motores derivados das irmãs superbike), consumos é algo que definitivamente deve vir como das últimas premissas da lista.


Prevejo que os consumos vão ser uma boa notícia em relação ao motor da Vfr800.

Interessa se aparecer uma versão semi-carenada e tens 140 cavalos a gastar 6.5 (998) e 105 cavalos a gastar 7.5...

Portanto, sim, é importante o que se gasta. Aliás conheço algumas pessoas com milhões no banco e que se preocupam com o que gastam. Vocês não ligam aos consumos... há qualquer coisa que me escapa. 

Ainda recentemente li aqui críticas à Aprilia Caponord por esse mesmo consumo...

Existe aqui uma relação de gasto / disfrute.

Uma Caponord é gulosa em qualquer regime. Logo devemos avisar para esse factor, que é transversal a quase todas as Avarilias.
Tive uma capaz de fazer 12 sem grandes aventuras.

Se eu compro uma Street Fighter é para curtir bué. Curtir bué significa que ela vai andar lá nas alturas e "quem não é para comer, não é para trabalhar"!

Partindo desta base se me fizer médias de 8/9 um gajo entoa o mea culpa e resigna-se.

As minhas motas, todas elas, fazem/fizeram consumos que não lembram ao diabo (o record da Artax está em 6,4 para 250cc) mas sempre que me lembro da factura que paguei não pude evitar sorrir.

Esta é uma das coisas que fazem parte do Motociclismo, assim como também o são, os adictos aos excel e consumos reduzidos conscientes de que capa as emoções.
O único que se deve ter em conta é, para que queres uma mota.
Se é para curtir e não olhar a gastos, ou se é para divertir-se a preencher folhas de cálculo, com as suas respectivas fórmulas matemáticas, sacrificando a boa vida que se pode ter enquanto se conduz uma mota.

Para mim ambas as posturas são respeitáveis, apenas discordo que, num tópico sobre uma mota deste tipo, se fale de consumos como um factor preponderante para um possível fiasco comercial.

Concordo em absoluto. Esta é das melhores notícias a virem da Honda nos últimos anos.
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Quem quer consumos compra uma 125. Obviamente se os consumos fugirem do normal no segmento se deve referir, caso contrário é o normal e o importante é disfrutar e ser feliz...

Quem compra uma street fighter como referido não é pelos consumos... E a menos que a Honda mude de postura comercial dos últimos tempos, não terá versão carenada.
Acho que não sou CONINHAS... Mas nunca se sabe...

A minha máquina (e ex):
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer

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(15-02-2018 às 12:15)LoneRider Escreveu: Se eu compro uma Street Fighter é para curtir bué.

A nova CB1000R já não é bem uma Street Fighter.

A Honda foi inteligente.
Sem a capacidade de criar um produto capaz de roer calcanhares a super dukes 1290, monsters 1200 e afins... apontou este produto a um vasto público que aprecia o look das neoclássicas mas procura essencialmente uma moto moderna.
E esta coisa do "Neo Sports Café" parece ser basicamente isso.
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Sabia que vinhas cá dar a bicorada Félix!
Concordo em absoluto.
Mas que se saiba que é apenas uma estratégia comercial e não por falta de tecnología ou de recursos, para fazer uma mota capaz de rivalizar com as motas que mencionaste.
I just don't run with the crowd!

http://www.loneriderendlessroad.com
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(15-02-2018 às 11:43)ebola Escreveu: Portanto, sim, é importante o que se gasta. Aliás conheço algumas pessoas com milhões no banco e que se preocupam com o que gastam. Vocês não ligam aos consumos... há qualquer coisa que me escapa. 

Sim.... é importante o que se gasta, quando escolhes a tua moto apenas e só com base nisso.
Quem quer consumos, não pensa numa 1000cc de 4 cilindros com um motor derivado de uma super-desportiva.... e se o faz, então é alguém que vai ao engano.

A minha moto anterior, por exemplo (BMW F800ST), escolhi-a e comprei-a tendo por base certas premissas aonde o consumo também não era dos mais relevantes. No entanto e por acréscimo, era uma moto que para a cilindrada e para as prestações que tinha, gastava (admiravelmente) muito pouco.
Claro que o que ela não gastava depois servia para fazer um pouco de pirraça nos passeios, etc... no entanto, não fazia o mínimo esforço para reduzir consumos. Mas se ela não "gostava" de gasolina, também não era isso que me iria tirar o sono.

No entanto, quando optei pela VFR1200, sabia ao que ia. Sabia que iria ter um aumento de cerca de 2 lts. por cada 100 Km, no mesmo tipo de condução em relação à BMW. E verifica-se... a VFR é lambona e gastadora... mas o prazer e diversão que consigo tirar, em todos os "territórios" aonde me possa mexer com ela, é proporcional a esse aumento de consumo... por isso.... "How" cares? "Quem não é para comer, não é para trabalhar", já diz a velha sabedoria popular. bigsmile
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Autorizo que possam mandar piadolas à minha pessoa / moto, no forúm.
Reservo-me ao direito de o poder fazer reciprocamente a todo e qualquer membro que use desse direito para comigo.
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(15-02-2018 às 12:03)ebola Escreveu: ok Lá está, assim têm mesmo de competir com as outras no segmento sem grandes factores diferenciadores.

(15-02-2018 às 12:27)dfelix Escreveu: Sem a capacidade de criar um produto capaz de roer calcanhares a super dukes 1290, monsters 1200 e afins... apontou este produto a um vasto público que aprecia o look das neoclássicas mas procura essencialmente uma moto moderna.
E esta coisa do "Neo Sports Café" parece ser basicamente isso.

Estou de acordo com o Félix. O que no fundo diferencia esta CB1000R das demais é precisamente fugir a esse conceito de agressividade, patente em todas as 1000cc derivadas de SBK (Z1000 / MT-10/GSXS / SpDuke 1290/ S1000R/ etc.). O look "modern classic" dá-lhe essa silhueta que a distingue das mais aguerridas propostas da concorrência, e que por fazer a diferença, iremos ver se será um trunfo ou apenas um tiro no pé.
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Autorizo que possam mandar piadolas à minha pessoa / moto, no forúm.
Reservo-me ao direito de o poder fazer reciprocamente a todo e qualquer membro que use desse direito para comigo.
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Há ali qualquer coisa que me faz lembrar as big one...
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(15-02-2018 às 13:59)nelsonajm Escreveu: Há ali qualquer coisa que me faz lembrar as big one...

Yep... Totalmente de acordo.

Até já o tinha dito lá mais atrás... blink

https://motonliners.pt/topico-nova-cb100...0#pid85600
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Autorizo que possam mandar piadolas à minha pessoa / moto, no forúm.
Reservo-me ao direito de o poder fazer reciprocamente a todo e qualquer membro que use desse direito para comigo.
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(15-02-2018 às 12:30)LoneRider Escreveu: Mas que se saiba que é apenas uma estratégia comercial e não por falta de tecnología ou de recursos, para fazer uma mota capaz de rivalizar com as motas que mencionaste.

Mais ou menos.
A Honda poderia perfeitamente ter agarrado na nova fireblade e construido uma CB1000R na linha da antecessora.
O resultado seria uma forte concorrente das Z1000, GSX-S1000 e S1000R.
Há recursos e tecnologia para isso.
Porém, seria apenas mais uma entre essas.

Atenção que quando indico essas... não indico outras.
Pois este é um segmento muito peculiar, em que um produto ser considerado referência ou carismático não se traduz necessáriamente em mais vendas.

Algo desse género poderia quanto muito rivalizar com a MT-10.
Pois apesar da estética duvidosa tem aquele crossplane que lhe confere algum "appeal".

Já com esta coisa do "neo sports café" desvincula-se de tudo isto...
Tornou-se num produto diferente.
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(27-07-2017 às 22:11)carlos-kb Escreveu: Pá.... isto basicamente é o prototipo da CB4 com arestas limadas (que montava o bloco da CBR650F), e a qual eu já tinha visto ao vivo na EICMA 2015.

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Perde-se o monobraço oscilante da actual CB1000R e que a CB4 também patenteava? How dare they?  wtf

Com uma destas só me imaginava tipo Crazy Frog  lol


I spent 50% of my money on alcohol , women & motorcycling . The other half, I wasted.
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