O que é uma Ducati Indiana?
A resposta não é fácil, mas desde logo se pode começar por dizer que o seu aspecto pouco convencional reflete um pouco a história atribulada da marca naquela época.
A Indiana é a primeira Cruiser fabricada pela Ducati. A segunda é...a Diavel.
A tentativa não foi bem-sucedida e a verdade é que apenas se fizeram cerca de 1000 exemplares da Indiana 650 cc e 2300 exemplares do modelo em todas as motorizações. Rara, portanto.
A Ducati Indiana foi desenhada numa época em que a família Taglioni, da Cagiva, e donos da Ducati, à imagem das marcas japonesas, tentaram entrar no mercado americano com uma aproximação ao estilo Harley-Davidson.
A Ducati pegou no motor Pantah do genial Fabio Taglioni (que equipou as Pantah, Cagiva Alazzurra, Elefant e Ducati Paso), e no quadro da Cagiva Elefant (que veio a ganhar o rally Paris-Dakar) e montou uma mota de estilo americano dos anos 80.
A importância do motor Pantah é tal que este foi responsável por ter dado origem a uma linhagem de motas desportivas que inclui a 750 F1, a 851 com 4 válvulas por cilindro e de injecção, a 900 SS, a 888, a 916, etc.. Bem como motas vencedoras do campeonato de Superbikes.
Como pontos fortes da Indiana, este modelo, graças ao seu motor de tradição desportiva, era à época a cruiser mais veloz da sua cilindrada, e praticamente a mais veloz de qualquer cilindrada. E manobrava facilmente, não fazendo notar o seu peso de 200 kg.
A resposta não é fácil, mas desde logo se pode começar por dizer que o seu aspecto pouco convencional reflete um pouco a história atribulada da marca naquela época.
A Indiana é a primeira Cruiser fabricada pela Ducati. A segunda é...a Diavel.
A tentativa não foi bem-sucedida e a verdade é que apenas se fizeram cerca de 1000 exemplares da Indiana 650 cc e 2300 exemplares do modelo em todas as motorizações. Rara, portanto.
A Ducati Indiana foi desenhada numa época em que a família Taglioni, da Cagiva, e donos da Ducati, à imagem das marcas japonesas, tentaram entrar no mercado americano com uma aproximação ao estilo Harley-Davidson.
A Ducati pegou no motor Pantah do genial Fabio Taglioni (que equipou as Pantah, Cagiva Alazzurra, Elefant e Ducati Paso), e no quadro da Cagiva Elefant (que veio a ganhar o rally Paris-Dakar) e montou uma mota de estilo americano dos anos 80.
A importância do motor Pantah é tal que este foi responsável por ter dado origem a uma linhagem de motas desportivas que inclui a 750 F1, a 851 com 4 válvulas por cilindro e de injecção, a 900 SS, a 888, a 916, etc.. Bem como motas vencedoras do campeonato de Superbikes.
Como pontos fortes da Indiana, este modelo, graças ao seu motor de tradição desportiva, era à época a cruiser mais veloz da sua cilindrada, e praticamente a mais veloz de qualquer cilindrada. E manobrava facilmente, não fazendo notar o seu peso de 200 kg.




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