Motonliners

Versão completa: Tubos de travão malha de aço da HEL
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É pá...

Isso é uma ajuda para tenrinhos devil

Se calhar ainda não chegaste a esse nível de condução e por isso a coisa correu mal! lol

Agora a sério!

O Dual-CBS reparte a força de travagem de forma proporcional à potencia de cada travão.
Segundo que contaste, na BN não existe uma força proporcional já que é directamente repartida 50% para cada eixo.
No Dual-CBS quando actúas sobre o travão traseiro só um terço da potência do travão dianteira é utilizada. Ou seja, prevalece sempre o travão traseiro embora o travão dianteiro seja mais potente.
Depois existem diferenças assinalaveis. Porque o número de discos é diferente, o número de pinças, o número de émbolos por pinça e até a complexidade do sistema é totalmente diferente.
Não sei se se pode comparar o Dual-CBS com outro sistema de travagem compartida.
(04-04-2019 às 16:30)LoneRider Escreveu: [ -> ]É pá...

Isso é uma ajuda para tenrinhos devil

Se calhar ainda não chegaste a esse nível de condução e por isso a coisa correu mal! lol

Agora a sério!

O Dual-CBS reparte a força de travagem de forma proporcional à potencia de cada travão.
Segundo que contaste, na BN não existe uma força proporcional já que é directamente repartida 50% para cada eixo.
No Dual-CBS quando actúas sobre o travão traseiro só um terço da potência do travão dianteira é utilizada. Ou seja, prevalece sempre o travão traseiro embora o travão dianteiro seja mais potente.
Depois existem diferenças assinalaveis. Porque o número de discos é diferente, o número de pinças, o número de émbolos por pinça e até a complexidade do sistema é totalmente diferente.
Não sei se se pode comparar o Dual-CBS com outro sistema de travagem compartida.

Eu acho que foi precisamente por ser tenrinho! Estava habituado a uma mota cujo travão traseiro era um abrandador, dai que não tenha tido a sensibilidade necessária com o travão traseiro de uma mota que trava efetivamente com o travão traseiro e além disso ainda mete travagem à frente, isto somando-se um pneu de merda e com goma e alcatrão manhoso....

Não sei como funciona o da Honda e até pode efetivamente funcionar bastante bem. Mas para quem não está habituado a um sistema de travagem combinada, creio que vai ser sempre necessário um periodo de adaptação.
Trail braking automático! smile

Um gajo entra penduradinho no travão de trás até onde quiser curva adentro que a mota não levanta, não destabiliza, não arrepia,.. yep bela merda!!

Embora, haja motas mais antigas onde este sistema combinado não funcionava tão bem. E numa delas era na XX.
Boas;
Só os possuidores de Honda é que conseguem gabar estes sistemas... E nem todos... Se fosse alguma coisa de jeito já mais fabricantes tinham seguido esse caminho.
Infelizmente, os que o fizeram ainda conseguiram fazer cópias mais ranhosas...
O Dual-CBS é muito bom.
Não requer adaptação, requer saber travar, porque trava muito bem!

Como tudo na vida, também tem inconvenientes.

Ao ser um sistema totalmente hidráulico aumentava o peso das motas que o tinham instalado, era algo mais caro de manter e as pastilhas traseiras lambiam-se mais depressa do que normal.

A Maria tem esse sistema, idêntico ao que utilizava a XX e ainda hoje é bastante efectivo.
(04-04-2019 às 16:54)LoneRider Escreveu: [ -> ]O Dual-CBS é muito bom.
Não requer adaptação, requer saber travar, porque trava muito bem!

Como tudo na vida, também tem inconvenientes.

Ao ser um sistema totalmente hidráulico aumentava o peso das motas que o tinham instalado, era algo mais caro de manter e as pastilhas traseiras lambiam-se mais depressa do que normal.

A Maria tem esse sistema, idêntico ao que utilizava a XX e ainda hoje é bastante efectivo.

Só dizes isso porque andas a possuir Hondas à bruta devil
Digo isto porque conduzi motos com outros sistemas de travagem.
Em termos de dosificação e pouca fadiga só a GTS ganha ao sistema Dual-CBS.
A Ducati tende a ter melhores bombas assim que a potência é muito boa e a travagem mais potente.
As Yamaha com as pinças monobloco são boas mas em alguns modelos pecam pela fadiga e tacto esponjoso (já aí vem o Johnny falar sobre isso)...
É certo que boa parte das RR da actualidade travam muito melhor (principalmente no que refere à potência) mas numa moto Sporturismo o Dual-CBS era bastante resistente a fadiga e com potência suficiente.

O sistema de travões da Dorothy é muito bom, potente e dosificavel, mas o travão traseiro tende a deixar o óleo ferver!
Já não é a primeira vez que fica esponjoso em estradas técnicas de muitas curvas.
Isso nunca aconteceu com Dual-CBS.
Boas;
Lone, deixa-te lá de m#rdas!!

- Não requer habituação?? Pois não, antes de te habituares já partiste o focinho.
- Requer saber travar?? Não me digas que só os possuidores de Honda é que sabem travar?? E só aprenderam quando conheceram o sistema?? Será mais ao contrário, quem sabe travar não precisa de paneleirices dessas, sabe o que está a fazer.
- Trava bem?? Explica-me como é isso funciona quando basicamente o sistema retira poder de travagem dum dos êmbolos da pinça??

Lamento, mas só consigo entender este sistema para que teve algum infortúnio e sofre de alguma incapacidade física.
Requerer saber travar não quer dizer que só este sistema é que trava bem.
Quer dizer que se já souberes travar não vais necessitar adaptação. blink

O sistema tem na totalidade 9 émbolos, 6 dianteiros (3 em cada pinça) e três traseiros. Quando tu travas com o pedal traseiro, são directamente activados 4 émbolos, dois traseiros e um em cada pinça dianteira. Neste momento a potência é repartida em igualdade de circunstâncias em ambos eixos. No entanto existe ainda a possibilidade da pinça basculante activar o terceiro êmbolo traseiro ficando um distribuição de forças de 40 na dianteira e 60 na traseira.
Isto melhora consideravelmente a transição de massas da mota evitando que a roda dianteira se bloqueie em pisos delicados.

Quando actúas a manete dianteira tens 4 émbolos dianteiros a travar, e por acção da pinça basculante um êmbolo traseiro a travar. Mas se a pressão no sistema faz actuar a válvula distribuidora entram em acção os restantes émbolos dianteiros com a potência de travagem a ser repartida numa relação de 75 na frente e 25 na traseira.
O objectivo é que a mota agache em ambos eixos em travagens fortes e seja mais estável em curva.

Escusado será de dizer que isto tudo se processa em milésimas de segundo e que é perceptível fazendo o teste ao sistema com a mota parada na garagem.
Fonix, tanta complicação... É ter uns travões brembo em condições e não precisas dessa porcaria para nada, um toquezinho e para logo a mota! bigsmile
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