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(03-05-2017 às 10:52)LoneRider Escreveu: [ -> ]Mas isso não impede de a mota ter uma identidade própria.
Até a tem.... apesar do plágio algo descarado à MS, será sempre menos sensaborona em relação, por exemplo a uma CB500X.
E para uma Keeway disfarçada com um logotipo de uma marca que já foi "premium" (que o é na realidade), não me parece nada mal.
Procurar uma identidade própria pode ser um tiro no escuro.
Pode ser certeiro ou não.
Mas olhar para uma mota que faz lembrar outra que nada tem a ver, para mim parece-me infeliz.
E depois, diz-me tu um Best Seller que tenha sido inspirada numa mota contemporânea...
Isso da identidade própria tem muito que se lhe diga.
Acredito que haja muito chavalo menos endinheirado e com carta limitada, a optar por esta TRK, precisamente por ser uma "espécie" de MS... à escala de tamanho, cilindrada e preço.
Quanto aos best-sellers inspirados em outras, normalmente é o contrário. As outras é que se tentam inspirar nos best-sellers, a ver se daí colhem algo. E um bom (mau) exemplo é precisamente o da GS, que apesar de não ter sido a pioneira do conceito (que começou com a DR Big), ditou (e ainda dita) regras no segmento, as quais as outras tentam mais ou menos seguir.
A DR Big não foi a pioneira do segmento.
Junto com outras, como a XTZ, XRV (RD03) ou as XL e as R80GS foram as verdadeiras motos de aventura onde a Inspiração Dakariana estava assente em muitos dos seus genes.
Pioneiras no segmento foram motos como a XL1000 ou as XL1000, seguidas de muito de perto pela R1100GS onde se cortaram os laços com o Dakar e começaram a asfaltizar as motos.
Todos sabemos que se não houvesse marketing por detrás que a popularidade da GS talvez não tivesse atingido este nível.
Mas é um facto e também é sabido que as motos não são tão mas como pareciam ser há 30 anos atrás.
Mas de pioneiras no que hoje se gasta nada, a isso deves as XL e DL.
A questão estética, que deixaste explícita, é, no meu ponto de vista, um detalhe estético que foi mais feliz na GS. Nisto também devemos levar em conta os desfaze tecnológico, pois no início da década de 80 o conhecimento e desenvolvimento das técnicas de produção não permitiam o que hoje temos.
Por outro lado, embora amplamente aplicado em muitas marcas (curiosamente a moto mais aventureira de todas não o utiliza) é perfeitamente tente perceptível que o bico de pato tem vindo a diminuir de versão para versão....
(03-05-2017 às 12:12)LoneRider Escreveu: [ -> ]A DR Big não foi a pioneira do segmento.
Junto com outras, como a XTZ, XRV (RD03) ou as XL e as R80GS foram as verdadeiras motos de aventura onde a Inspiração Dakariana estava assente em muitos dos seus genes.
Pioneiras no segmento foram motos como a XL1000 ou as XL1000, seguidas de muito de perto pela R1100GS onde se cortaram os laços com o Dakar e começaram a asfaltizar as motos.
Todos sabemos que se não houvesse marketing por detrás que a popularidade da GS talvez não tivesse atingido este nível.
Mas é um facto e também é sabido que as motos não são tão mas como pareciam ser há 30 anos atrás.
Mas de pioneiras no que hoje se gasta nada, a isso deves as XL e DL.
A questão estética, que deixaste explícita, é, no meu ponto de vista, um detalhe estético que foi mais feliz na GS. Nisto também devemos levar em conta os desfaze tecnológico, pois no início da década de 80 o conhecimento e desenvolvimento das técnicas de produção não permitiam o que hoje temos.
Por outro lado, embora amplamente aplicado em muitas marcas (curiosamente a moto mais aventureira de todas não o utiliza) é perfeitamente tente perceptível que o bico de pato tem vindo a diminuir de versão para versão....
Estamos a falar de coisas diferentes, Rui... quando referi a DR Big como pioneira, é referente ao conceito estético (o tal "bico de pato").... ou seja,
da imagem, que é disso que se estava a falar em relação à TRK decalcar a imagem da MS, tal como muitas outras decalcaram a imagem (mais ou menos de forma descarada) das GS (especialmente a partir da geração 4 valve).
Não me estava a referir à origem das chamadas "trails aventura", que foram no fundo a linhagem "civil" das motos de Auriol, Neveu, Peterhensel, etc. usadas nas areias saharianas.
Curiosamente até isso ainda continua a servir para marketing, hoje e dia, aplicado a motos mais ou menos actuais.... mas lá está, o poder da imagem sobre tudo o resto é precioso!
![[Imagem: CRMAi23.jpg]](http://i.imgur.com/CRMAi23.jpg)
Toda a gente sabe que em Portugal as motas valorizam conforme vão tendo mais quilometragem.
600km? depois de comprar a mota, o dono deu umas voltas no bairro e concluiu que a mota nao serve?

Talvez. Ou é motas de TD que pessoalmente não comprava.
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