03-02-2020 às 11:03
A ideia não é nova.
Excepto a KTM, as marcas referidas pelo Félix não têm experiência na construção de motores pequenos.
Esses mercados não pedem motores da mesma capacidade do mercado europeu.
Importar os produtos europeus para esses mercados, que penaliza com impostos altos as importações, torna quase proibida a compra dessas motas.
Então, a estratégia a seguir é a mesma que seguiu a Honda no Brasil e na Índia. Aliar-se a uma marca já presente no mercado, fornecer tecnologia para desenvolver melhores produtos, mais fiáveis e mais apelativos abaratando custos de produção, e em troca comercializar um produto nacional, livre de imoostos à importação, com uma rede de revendedores e logística de peças grátis à disposição de um mercado de milhões de pessoas.
Quando esses mercados tiverem uma classe média ao nível da classe média europeia logo se verá o que acontece.
Não há necessidade de alarmismos...
Excepto a KTM, as marcas referidas pelo Félix não têm experiência na construção de motores pequenos.
Esses mercados não pedem motores da mesma capacidade do mercado europeu.
Importar os produtos europeus para esses mercados, que penaliza com impostos altos as importações, torna quase proibida a compra dessas motas.
Então, a estratégia a seguir é a mesma que seguiu a Honda no Brasil e na Índia. Aliar-se a uma marca já presente no mercado, fornecer tecnologia para desenvolver melhores produtos, mais fiáveis e mais apelativos abaratando custos de produção, e em troca comercializar um produto nacional, livre de imoostos à importação, com uma rede de revendedores e logística de peças grátis à disposição de um mercado de milhões de pessoas.
Quando esses mercados tiverem uma classe média ao nível da classe média europeia logo se verá o que acontece.
Não há necessidade de alarmismos...

