Triumph e Bajaj: Mais Uma...
#1

Citar:TRIUMPH E BAJAJ FORMALIZAM ALIANÇA GLOBAL

[Imagem: triumph-bajaj-production-2021.jpg]

A Triumph Motorcycles e a Bajaj Auto India formalizaram hoje a sua associação a longo prazo, sem partilha de estruturas accionistas, em Pune, India. Trata-se de um momento único, no qual as duas empresas se unem para dar lugar a uma nova gama de motos de média cilindrada.

A aliança entre as duas empresas, com as respectivas fortes capacidades nos segmentos de grande e pequena cilindrada, vai no sentido do desenho, engenharia e fabricação de motos de cilindrada intermédia.

Com esta associação, a icónica marca Triumph procura expandir ainda mais o seualcance global, já que vê abrir-se uma nova oportunidade no segmento das médiascilindradas e, o que é mais importante, um novo ponto de acesso a vários mercados emergentes de grande volume e em rápido crescimento, como a Índia e a Ásia em geral.

A associação estratégica entre as duas marcas beneficiará ambas as partes, já que a Bajaj converter-se-á num parceiro de base para a distribuição de produtos Triumph nos novos mercados chave para a marca em todo o mundo. Futuramente, em data ainda por confirmar, a Bajaj tomará a seu cargo as actividades de distribuição da Triumph na Índia, beneficiando da enorme experiência que a Bajaj tem na região.

Nos mercados internacionais onde a Bajaj opera e a Triumph não está presente, a Bajaj representará a Triumph e comercializará os modelos de média cilindrada como parte do catálogo Triumph. Nos restantes mercados onde a Triumph já está presente, os modelos desenvolvidos nesta aliança serão incorporados no catálogo actual de motos Triumph e serão distribuídos através da rede de filiais e importadores da Triumph em todo o mundo. O objectivo final do acordo é desbloquear o potencial de ambas as marcas à escala global.

A colaboração entre a Triumph-Bajaj combinará as suas forças em matéria de desenho, tecnologia, competitividade e custos na fabricação e um profundo conhecimento do cliente potencial nos mercados chave de destino para desenvolver uma gama de produtos competitiva e bem sucedida.

O primeiro fruto dessa associação será uma nova plataforma de chassis e uma geração de motores de média cilindrada (250-750cc) que irá oferecer múltiplas opções para abordar diferentes segmentos. O produto final será um conjunto de modelos com forte componente aspiracional e acessíveis a mais clientes potenciais, com um preço de 200.000 rupias (INR) na Índia. Deste modo, será criada uma gama de acesso à marca Triumph, para todo o mundo, que garantirá a sua competitividade em grandes segmentos chave do mercado de motos a nível mundial e permitirá atrair novos clientes à marca britânica.

O CEO da Triumph Motorcycles, Nick Bloor, declarou: “Esta é uma associação muito importante para a Triumph e estou muito satisfeito por se poder formalizar definitivamente. Para além de levar a nossa marca a novos territórios cruciais, os produtos que irão surgir fruto desta parceria também ajudarão a atrair um público mais jovem, mas ainda mais exigente. O acordo representa mais um passo nas nossas ambições de expansão global, particularmente em mercados de rápido crescimento como o sudeste asiático, mas também poderá impulsionar o crescimento em territórios mais maduros como o europeu.”

Ravij Bajaj, Director Gerente da Bajaj Auto India, afirmou: “A marca Triumph é icónica em todo o mundo, pelo que acreditamos que na Índia e noutros mercados emergentes existirá um grande apetite em relação a estes novos produtos. Estamos desejosos por começar a trabalhar em conjunto com uma marca de motos tão famosa e aproveitar os pontos fortes de ambas as partes para que a relação seja um êxito para todos.”

Fonte: Motomais
Responder
#2

Agora vamos lá ver se as motos bonitas da Triumph vão deixar de o ser devido a critérios de "qualidade e imagem" da tal de Bajcoiso...
Responder
#3

Citar:Trata-se de um momento único, no qual as duas empresas se unem para dar lugar a uma nova gama de motos de média cilindrada.

A aliança entre as duas empresas, com as respectivas fortes capacidades nos segmentos de grande e pequena cilindrada, vai no sentido do desenho, engenharia e fabricação de motos de cilindrada intermédia.

Qualquer semelhança com (um)a (outra) realidade actual, (não) é mera coincidência! think

[Imagem: eYVS7Th.jpg]

[Imagem: QKmafvp.png]
Responder
#4

é o que esta na moda.
think ?
Responder
#5

Eu acho que com esta ligação a Triumph irá ter melhor qualidade daquilo que já estamos habituados
Responder
#6

(02-02-2020 às 10:11)rruella Escreveu:  é o que esta na moda.
think ?

Não é uma questão de moda. É uma questão de mercado, que está a mudar. O futuro está no oriente e ou as marcas ocidentais se adaptam ou morrem.

[Imagem: muhz7is.jpg]
Responder
#7

Daqui a uns anos... Quando houver classe média na Índia e China como na Europa... Deixarão de haver motos para comprar na Europa.

[Imagem: SM4eYt9.png]
Responder
#8

(02-02-2020 às 19:03)nelsonajm Escreveu:  Daqui a uns anos... Quando houver classe média na Índia e China como na Europa... Deixarão de haver motos para comprar na Europa.

Estávamos nos anos finais do sec. XX, e ainda a China estava longe de ser o gigante sorvedor de recursos com que sustenta o seu acelerado crescimento económico, actualmente.
Lembro de uma tirada célebre de grande Arquitecto Manuel Taínha, numa das poucas aulas que me foram dadas por ele.

«- O dia em que cada chinês chegar ao ponto de poder beber uma cerveja ao final do dia, como cada um de nós, os campos de cevada irão rapidamente desaparecer da face do planeta.» disapointed

[Imagem: QKmafvp.png]
Responder
#9

Não entendo o drama de algumas respostas.

O catálogo da Triumph começa nos 765cc!
O que significa que estão a ignorar um segmento extremamente lucrativo em outros mercados.

Será assim tão chocante a a Triumph ter uma parceria com a Bajaj para produzir motos deste género?

É o que faz a KTM/Husqvarna.
É o que faz a BMW com a TVS e Loncin.
É o que anunciou também a MV Agusta com a Loncin...

Até a Norton começou a trabalhar com a Zongshen e a Kinetic. Embora aparentemente faliram há poucos dias. smile

Muito provavelmente o que escrevi foi gerado automágicamente através do Moto Lero
Responder
#10

A ideia não é nova.

Excepto a KTM, as marcas referidas pelo Félix não têm experiência na construção de motores pequenos.
Esses mercados não pedem motores da mesma capacidade do mercado europeu.
Importar os produtos europeus para esses mercados, que penaliza com impostos altos as importações, torna quase proibida a compra dessas motas.
Então, a estratégia a seguir é a mesma que seguiu a Honda no Brasil e na Índia. Aliar-se a uma marca já presente no mercado, fornecer tecnologia para desenvolver melhores produtos, mais fiáveis e mais apelativos abaratando custos de produção, e em troca comercializar um produto nacional, livre de imoostos à importação, com uma rede de revendedores e logística de peças grátis à disposição de um mercado de milhões de pessoas.

Quando esses mercados tiverem uma classe média ao nível da classe média europeia logo se verá o que acontece.

Não há necessidade de alarmismos...
Responder




Utilizadores a ver este tópico: 1 Visitante(s)