A "mística" em torno da R7 dos anos 90 parece-me um bocado exagerada.
Compreendo que para muita gente possa parecer que a Yamaha fez algo "fora da bolha".
Mas na prática adoptaram uma receita que não era original.
E que no presente muitos continuam a recorrer.
Ou seja, lança-se uma moto parecida à versão "civil"...
Mas com specs adequadas a competição. E produzida num número suficiente para obtenção da respectiva homologação.
(Por exemplo exemplo a ZX10RR para 2021 segue esta abordagem)
Claro que não não vamos por isto desprezar a "velhinha" R7.
Era uma moto consideravelmente exótica para a época. Sobretudo para o que os japoneses produzam nessa altura.
Mas sejamos realistas... ninguém vai dizer "epah... a R7 era um canhão do meu tempo"!
Dificilmente alguém viu uma a circular. E dificilmente a irá ver.
Não foi concebida para isso. Foi concebida para fins desportivos e nem aí teve o sucesso da R45 cuja receita era a mesma.
Não me choca absolutamente nada uma R7 com a motorização da MT-07.
Muito menos chocaria uma R9 baseada na motorização da MT-09.
Obviamente que nunca serão verdadeiras supersport.
Até por razões de homologação.
O que não quer dizer que não seja opções interessantes e perfeitamente válidas para o mundo real.
Pessoalmente acho que o CP2 está no "sweet spot".
É um motor suficientemente dócil e intuitivo para quem tem pouca experiência.
Ao mesmo tempo energético e divertido o suficiente para condutores habituados a maiores potências não se fartem rápido.
O mesmo se aplica ao CP3, que se pode considerar perfeitamente comparável em diversos aspectos ao 765cc que actualmente fornece as moto2 do GP.
Agora... a derradeira questão é se estamos a falar das mesmas MT's com avanços ao invés de guiador e um kit de plásticos.
Ou se seriam dignas de receber algumas vitaminas no que diz respeito a suspensões.
Já nem vou falar de outros componentes como o quadro.
Porque acredito que iriam afectar substancialmente o preço, nomeadamente numa R7.
Compreendo que para muita gente possa parecer que a Yamaha fez algo "fora da bolha".
Mas na prática adoptaram uma receita que não era original.
E que no presente muitos continuam a recorrer.
Ou seja, lança-se uma moto parecida à versão "civil"...
Mas com specs adequadas a competição. E produzida num número suficiente para obtenção da respectiva homologação.
(Por exemplo exemplo a ZX10RR para 2021 segue esta abordagem)
Claro que não não vamos por isto desprezar a "velhinha" R7.
Era uma moto consideravelmente exótica para a época. Sobretudo para o que os japoneses produzam nessa altura.
Mas sejamos realistas... ninguém vai dizer "epah... a R7 era um canhão do meu tempo"!
Dificilmente alguém viu uma a circular. E dificilmente a irá ver.
Não foi concebida para isso. Foi concebida para fins desportivos e nem aí teve o sucesso da R45 cuja receita era a mesma.
Não me choca absolutamente nada uma R7 com a motorização da MT-07.
Muito menos chocaria uma R9 baseada na motorização da MT-09.
Obviamente que nunca serão verdadeiras supersport.
Até por razões de homologação.
O que não quer dizer que não seja opções interessantes e perfeitamente válidas para o mundo real.
Pessoalmente acho que o CP2 está no "sweet spot".
É um motor suficientemente dócil e intuitivo para quem tem pouca experiência.
Ao mesmo tempo energético e divertido o suficiente para condutores habituados a maiores potências não se fartem rápido.
O mesmo se aplica ao CP3, que se pode considerar perfeitamente comparável em diversos aspectos ao 765cc que actualmente fornece as moto2 do GP.
Agora... a derradeira questão é se estamos a falar das mesmas MT's com avanços ao invés de guiador e um kit de plásticos.
Ou se seriam dignas de receber algumas vitaminas no que diz respeito a suspensões.
Já nem vou falar de outros componentes como o quadro.
Porque acredito que iriam afectar substancialmente o preço, nomeadamente numa R7.

