Momento que te inclinas para uma moto que por aqui poucos falam...

Fonix Carlos, MotopediA no seu melhor! lol thumbsup

Até fiquei curioso, fui pesquisar e encontrei esta foto:

[Imagem: fdc13dd64e9d195b859bb04ee42ca263.jpg]
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(16-10-2020 às 11:38)marco.clara Escreveu:  Fonix Carlos, MotopediA no seu melhor! lol thumbsup

Marco, lembras-te daquele jogo do "Descobre que mota é", que tínhamos no motonline (antes de com o Google images conseguirmos pesquisar qualquer imagem)?

Coincidentemente, de uma das vezes, fui eu que coloquei esta moto em "adivinhação". A tampa lateral com aquele formato é característica, mas não me lembrava da marca. Tive que ir pesquisar, também.

O Caroço é capaz de conhecer bem esta mota.

[Imagem: zX4Kq81.png]

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(05-06-2019 às 11:56)andregsantiago Escreveu:  (...) Royal Enfield Himalayan. (...)

viva

relativamente à Indiana Royal Enfield Himalayan penso que vai buscar um pouco daquilo que eram as Trails dos Anos '80: leves, "multifunções", com mecânica e design simples

"em cima" disso ainda coloca a vertente "baixo custo", quer nas peças e soluções que incorpora, no preço de venda e na manutenção; tanto para o bem como para o mal

daquilo que tenho lido e ouvido os pontos fracos são a falta de potência do motor (apenas 24.5 cv), baixa qualidade geral, suspensão e travões sofríveis; sendo os pontos fortes o baixo preço de aquisição/manutenção, binário e facilidade de condução e reparação

daí que talvez seja um contra-senso pensar-se que se pode colocar malas laterais cheias + top-case cheio + passageiro + mochilas + saco de depósito + etc. e circular calmamente por aí "à la BMW R1xx0 GS" - o fraco motor monocilíndrico de 411cc irá andar a agonizar e a ser prematuramente desgastado devido à falta de potência

agora se a utilizarmos maioritariamente em utilização a solo, com pouco peso em cima e por estradas secundárias e estradões aí sim a Himalayan estará "nas suas quintas"

pessoalmente preferia ver a Himalayan com:

- um motor maior, tanto em termos de cilindrada como em potência; por exemplo, um bicilíndrico 600cc/650cc com 60 cv - 80 cv
- um depósito de combustível maior, com no mínimo 20 L
- melhor qualidade de construção geral
- melhor suspensão
- melhores travões - "de marca", com 2 discos frontais
- veio de transmissão
- um único painel de instrumentos 100% digital
- 2 ou 3 variantes, por exemplo: "Pure" (versão base/minimalista/mais barata) + "Trek" (versão intermédia/com equipamento e preço médio/pensada em condutores solitários) + "Touring" (versão topo/com equipamento e preço mais elevado/com assento mais confortável para condutor + passageiro/motor e componentes tapados com carenagem)

+/- parecida com a BMW R100 GS original

[Imagem: imageonline-co-whitebackgroundremoved-6.png]

boas curvas & óptimas rectas

BMW R1150 RT 1130cc-95cv + Yamaha FJ 1100 1097cc-125cv
ex-BMW K 100 RT | Yamaha XJ 600 Diversion S | Suzuki GS 500 E | Suzuki GN 125 | Suzuki AYWR 50 Katana
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Dizer-se que a Himalayan era boa se fosse igual a uma GS, é estar a querer normalizar um segmento sem respeitar aqueles que não procuram o mesmo que a maioria. Há que respeitar que nem para todos uma GS pode ser a última coca-cola do deserto.

A Himalayan é uma mota despretensiosa. A qualidade é o que é (deixei de ler notícias de quadros partidos, pelo que acredito possa ter melhorado nos últimos tempos... lol), com as suas qualidades e os seus defeitos, mas sobretudo está alinhada (ou até acima do expectável) em relação ao preço que custa. Por outro lado a GS não é necessariamente a mota ideal para todo o tipo de passeios "aventura", e muito menos para todo o tipo de "motociclistas". Tenho para mim que será muito mais doloroso numa viagem longa levantar uma GS 500 vezes do chão, do que uma Himalayan, por exemplo.

Recomendo a leitura de um artigo de um motociclista que já anda há uns anos neste mundo e já teve (e tem) várias motas, de diferentes estilos, onde relata a sua mais recente aventura de 3500 milhas numa RE.

Deixo aqui um "teaser" e o link para o artigo completo, a quem interessar ler.

Citar:If somebody had told me 10 years ago, when I was doing trackdays on a Ducati 996 and tearing around the backcountry on a KTM 525, that I’d end up spending almost an entire riding season seated quite happily behind the handlebars of a 24 hp, 411cc, $4,700 adventure-touring bike made in India—leaving the other bikes in my small stable almost unridden—I might have been quite puzzled. Editor Mark Hoyer certainly was, as were several of my riding buddies. So, perhaps some explanation is due.

It all started with Alaska.
(...)

Fonte: Cycleworld
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(16-10-2020 às 12:00)carlos-kb Escreveu:  
(16-10-2020 às 11:38)marco.clara Escreveu:  Fonix Carlos, MotopediA no seu melhor! lol thumbsup

Marco, lembras-te daquele jogo do "Descobre que mota é", que tínhamos no motonline (antes de com o Google images conseguirmos pesquisar qualquer imagem)?

Coincidentemente, de uma das vezes, fui eu que coloquei esta moto em "adivinhação". A tampa lateral com aquele formato é característica, mas não me lembrava da marca. Tive que ir pesquisar, também.

O Caroço é capaz de conhecer bem esta mota.

Conheço e bem... sei onde esta uma parada á anos , infelizmente do pai do meu melhor amigo que morreu no acidente grave que tive há 25 anos

essa motorizada e esse motor , estavam muito há frente das da altura , muito mesmo.

tentei varias vezes ficar com ela , mas infelizmente ainda não consegui convencê-lo

esta motorizada se não estou em erro foi das poucas fabricadas na bélgica , existem ca algumas que o emigrantes portugueses que estao ou estiveram na frança trouxeram para cá , acho que nunca chegou a ser comercializada aqui.
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(24-10-2020 às 15:07)vitorino Escreveu:  ...melhores travões - "de marca", com 2 discos frontais

Aquilo é ByBre(mbo)! cool
É "de marca" (branca)!

(24-10-2020 às 15:07)vitorino Escreveu:  +/- parecida com a BMW R100 GS original

WTF!
Uma das características mais "cool" desta Himalayan é precisamente o design.
A moto está gira à brava!
Bastante original... coisa que cada vez mais rara!

Torná-la mais parecida a uma GS?
Nos últimos anos praticamente todos os construtores têm embebido alguma inspiração da GS.
Mais não... por favor! Mesmo que que seja a R100...

OK, poderiam lançar uma com o motor da Interceptor/Continental GT.
Não chega a 50cv, mas é o dobro.
Equipamento, bastava suspensões e travões.
E com o price tag destas 650 a rondar o 7K até poderia ser bem sucedida.

Agora.. painéis 100% digitais? Veio de transmissão? Dois discos?
Para quê?
A piada desta moto é ser minimalista.
Se começar a engordar com mariquices ás tantas custa o mesmo da street scrambler ou mesmo da desert sled ou duma v85tt e deixaria de fazer grande sentido.

(24-10-2020 às 16:56)marco.clara Escreveu:  A qualidade é o que é (deixei de ler notícias de quadros partidos, pelo que acredito possa ter melhorado nos últimos tempos... lol),...

Sinal que a Harris Performance está mais empenhada! devil

Muito provavelmente o que escrevi foi gerado automágicamente através do Moto Lero
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É um pouco caricato com o software e capacidade de instrumentação que existe que os quadros partam. Até a AJP faz extensas análises no Pro-Engineering e faz ensaios in-loco (com saltos e cacetadas) recorrendo a extensometria durante anos antes de deixar sair os modelos.

Pode destruir uma marca.
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Eu como detentor de uma Himalayan, sabendo previamente os pontos fortes bem como os pontos fracos, esta mota não me desilude. Não tenho experiência em motas para além da minha primeira mota 125cc chinesa (esta é a segunda), mas no entanto, posso dizer que tem limitações é certo, mas acompanha muitas outras de cilindrada superior em alguns eventos ou passeios por onde ela comigo participou. E sempre com a curiosidade dos demais, não só pela originalidade da mota, mas também pelas prestações que esta estranha mota monocilíndrica consegue fazer.

Já fui com a minha mulher passar uns dias a São Pedro do Sul e Gerês (malas laterais e top case cheias) e o que posso dizer é que não senti sinceramente falta de potência assim tão evidente como muitos possam pensar à partida.

É realmente estranho a mota ter só 411cc, mas na realidade em condução, conseguimos sentir potência com um torque muito assinalável para a mota em questão.

Os consumos são ridículos e o valor da sua manutenção muito agradável ao bolso do cliente.

Agora, em abono da verdade, se de momento gostaria de ter uma mota mais potente numa linha muito próxima deste exemplar, gostava sim. Mas tenho aquela sensação de não me querer desfazer de tudo que esta me oferece de uma forma muito honesta.

De mecânica, e especificações mais técnicas, esqueçam, não percebo muito (ou mesmo nada) pelo que não posso aprofundar muito estes temas.

Faz o dono feliz e isso para mim basta!


Abraço a todos  V

[Imagem: re-h-bnr.jpg] 
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(26-10-2020 às 16:07)andregsantiago Escreveu:  Faz o dono feliz e isso para mim basta!

É isto. V
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É isso mesmo...
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