Hoje vi esta moto! (Os nossos avistamentos)

(12-01-2018 às 09:10)nelsonajm Escreveu:  Sempre ouvi dizer que o que importa é ir... seja no que for...
Mas se calhar a máquina também conta.

Não é bem assim!

Não me parece muito meritório ir de autocaravana e mota em cima do reboque, quando alguns vêem da Polonia, de mota e todos seus haveres em cima da mesma.

Mas depende de como cada um veja a coisa.
A última vez que fui, o frio quis-me matar, pelo que se voltar a ir, tenho que pensar melhor o que levar se a Maria, se a Dorothy ou a Artax.
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Ou seja, no fundo o que continua a importar é a medição peniana.
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(12-01-2018 às 09:31)Rod Escreveu:  Ou seja, no fundo o que continua a importar é a medição peniana.

No fundo o que continua a importar é andar de mota.
Ir de autocaravana não é precisamente andar de mota.
Eu também posso ser usuario de um fórum de costureiras, mas de que me serve se não sei costurar?
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(12-01-2018 às 09:40)LoneRider Escreveu:  
(12-01-2018 às 09:31)Rod Escreveu:  Ou seja, no fundo o que continua a importar é a medição peniana.

No fundo o que continua a importar é andar de mota.
Ir de autocaravana não é precisamente andar de mota.
Eu também posso ser usuario de um fórum de costureiras, mas de que me serve se não sei costurar?


Corte e costura?

Precisas doutro fórum para que?


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Acho, que acima de tudo, há certas ocasiões (determinados encontros/eventos) em que o mais importante será ver, rever, estar, conviver com determinadas pessoas. Passará sobretudo pelo evento em si e não pelo meio de deslocação. Ainda mais para quem pretende levar família, mulher, filhos, cão, gato ou periquito, o que logísticamente não permite que tenham de ir de mota. Então estes eventos deverão limitar a entrada ou permanência das pessoas que se desloquem unicamente de mota?
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(12-01-2018 às 10:24)Rod Escreveu:  Acho, que acima de tudo, há certas ocasiões (determinados encontros/eventos) em que o mais importante será ver, rever, estar, conviver com determinadas pessoas. Passará sobretudo pelo evento em si e não pelo meio de deslocação. Ainda mais para quem pretende levar família, mulher, filhos, cão, gato ou periquito, o que logísticamente não permite que tenham de ir de mota. Então estes eventos deverão limitar a entrada ou permanência das pessoas que se desloquem unicamente de mota?

Bom... agora a conversa é mais a sério !  thumbsup até agora era só mais a gozar com o supositório !  nausea
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(12-01-2018 às 10:48)LWillow Escreveu:  até agora era só mais a gozar com o supositório !  nausea

Isto! proud

[Imagem: QKmafvp.png]
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(12-01-2018 às 10:24)Rod Escreveu:  Acho, que acima de tudo, há certas ocasiões (determinados encontros/eventos) em que o mais importante será ver, rever, estar, conviver com determinadas pessoas. Passará sobretudo pelo evento em si e não pelo meio de deslocação. Ainda mais para quem pretende levar família, mulher, filhos, cão, gato ou periquito, o que logísticamente não permite que tenham de ir de mota. Então estes eventos deverão limitar a entrada ou permanência das pessoas que se desloquem unicamente de mota?

Eu se vou a um evento deste tipo, idealizado para quem andava de moto todo o ano, vou de mota, como tem que ser.
Existem eventos que não são compatíveis com a família e este, pelas suas condições extremas era um deles.
A Turismoto, organizadora até ao ano 2014, chegou mesmo a proibir a inscrição de campers, fragonetas, naves espaciais e outros trenós precisamente porque se estavam a perder as características pelo qual o evento se tornou famoso.
Em 99 estive no Cabo da Roca numa das minhas diambulações invernais e encontrei por lá um grupo Suéco de 2 motos e 3 sides, que estariam pela peninsula durante boa parte do inverno.
Um dos destinos era precisamente os pinhais do Douro em Valladolid para assistir aos Pinguinos.
Havia entre eles, um jovem casal com uma CBR1000F que levava acoplado um side de três lugares ocupados por três crianças de tenra idade.

Ai tens um bom exemplo de juntar família e Pinguinos, assim como reforçar a ideia de que não deixa de ser meritório ir de mota, mesmo que está tenha um carro lateral.

Já agora recordar que, os Franceses ganham-nos por goleada, seja no uso do Sidecar, seja no uso da moto ao longo do ano.
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Eu diria que numa concentração de motas faz sentido ir de mota...

A minha máquina (e ex):
KTM 1290 SuperAdventure S
KTM 1290 Super Duke GT
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer
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(12-01-2018 às 12:17)michelfpinto Escreveu:  Eu diria que numa concentração de motas faz sentido ir de mota...

Isso não está em causa, mas não deves limitar participações a quem não o faça, mpv.
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