Ducati Scrambler 2015
#61

https://youtu.be/B0rSLOpbtxg
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#62

[Imagem: scr01_zpsmwhbmwv7.jpg]

Conclusões após uma semana de utilização diária da Scrambler...

Melhor qualidade: Curva como se espera de uma Ducati
Pior defeito: A caixa de velocidades é Ducati.
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#63

Boas;
Quer dizer que te andas a divertir à grande com o brinquedo novo!!
Surpreendeste-me, mas tal não quer dizer que tenhas feito má escolha. Sempre gostaste de coisas ligeiramente diferentes e a Scrambler é capaz de ter sido uma boa aposta.
Força, diverte-te! cool
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#64

(08-07-2016 às 13:12)Johnny_1056 Escreveu:  Surpreendeste-me, mas tal não quer dizer que tenhas feito má escolha.

Está longe de ser uma má escolha.

É extremamente competente em cidade.
Muito ágil e maneável no transito. Leve e com um ângulo de guiador que permite facilmente contornar os obstáculos em filas compactas.

Em estrada aberta é ágil, curva muito bem, e o motor é mais do que adequado.
A Ducati foi feliz na forma como reformulou o 803cc da Monster 796 para esta moto, com a entrega de binário posicionada precisamente nos regimes em que é mais utilizada.

Aliás, a entrega é tão adequada que se consegue circular em boas estradas e vias rápidas a uma velocidade cruzeiro de 130-140 khm com resposta garantida do acelerador quando necessário.

Já acima disso, por falta de protecção aerodinamica e pela posição de braços abertos torna-se penoso.
Mas enrolando o punho ela responde.
Atinge mais facilmente os 180 do que aquilo que o condutor consegue suportar. A partir daí precisa de embalar até esgotar a 6ª nos 200.
Não é o habitat natural dela.

E os consumos são bastante racionais.
Pelas contas que fiz anda nos 5L/100 com uma utilização despreocupada percorrendo ambientes variados (30% cidade/ 50% nacionais/ 20% AE).
Isto significa que apesar do depósito só levar 13.5L, consegue-se uma autonomia superior a 200km até acender a luz da reserva.

Pontos positivos a assinalar:

- Curva para caralho! Apesar de ser uma moto de estrada com geometria de trail com jante 18' na frente e orientada a um público alvo que a procura sobretudo pela estética, não deixa de oferecer uma experincia de condução que é expectável de uma Ducati.

- O Pirelli MT60RS é soberbo. Nunca imaginei que um pneu "dual purpose" feito por encomenda sobretudo para garantir o look retro e um aspecto "van van" fosse tão competente.
Em asfalto agarra muito bem e o perfil tolera inclinações consideráveis graças a uma margem totalmente "slick" nas extremidades.
Fora de estrada é satisfatório. Melhor que qualquer pneu de estrada, mas longe de ser um pneu offroad.

- A travagem é poderosa. É certo que só um disco... mas 330mm. Igual aos da Panigale.

Pontos negativos a assinalar:

- A caixa é solta, com demasiado curso no pedal e pontos mortos fantasma. Já acontecia nas Moster e nesta não é excepção.
Há quem diga que não é defeito mas sim feitio... mas em termos comparativos a outras motos não deixa de ser um ponto negativo.

- O motor tem um trabalhar barulhento devido ao desmo. Mais uma vez trata-se feitio. Mas um problema para os condutores que tal como eu são paranoicos com tudo o que são vibrações misteriosas e alterações de ruido.

- A instrumentação poderia ser mais detalhada. A estética que lembra os Casio dos anos 80 numa moto que toda ela transpira anos 60 é discutivel, mas cumpre a sua função. Porém, para um modelo de 2015 há certas coisas que é suposto todas as motos novas trazer, sobretudo dentro desta gama de preços. Refiro-me a indicador de velocidade engranada e consumos.
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#65

Boas;
Essas performances para uma moto basicamente destinada a meios urbanos não está nada má!!
Acredito que seja bem mais divertida do que a maioria das neo-retro-revivalistas que por aí andam, além de esteticamente não estar nada má.
No princípio fiquei de nariz torcido, mas sem dúvida que um bicilíndrico com alguma capacidade é preferível a um monocilíndrico mesmo que grande.
Uma moto com ciclística minimamente apurada e postura descontraída arrisca-se a ser bastante eficiente em meios urbanos.
Auto-estradas não são para ela, mas também não podes dizer que ficaste decepcionado, já sabias com o que contavas.

Quanto aos pneus, podes bem acreditar neles, são brutalíssimos. Já os usei numa moto transformada em super-motard e para mim continuam a ser a referência. Ainda podes optar pelo composto Corsa, se achares que ficam "curtos"!! devil

Dos defeitos apontados, o único que talvez mereça referência é a caixa. Pode ser que melhore com os km's rodados e que mais não seja habituas-te e deixas de te preocupar com isso.
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#66

E agora a pergunta chave: Ficaste com a BMW ou despachaste?
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#67

(08-07-2016 às 15:20)Johnny_1056 Escreveu:  Acredito que seja bem mais divertida do que a maioria das neo-retro-revivalistas que por aí andam, além de esteticamente não estar nada má.

Sim.
Recentemente fiz o test drive da Street Twin que é supostamente a resposta da Triumph à Scrambler ao mesmo tempo que acompanha a actualização da gama de neoclássicas.

Ao nível de qualidade de construção geral, a Street Twin é superior.
Mas mais conservadora em alguns componentes como suspensões e travagem onde a Scrambler claramente se assume como Ducati.

Achei a Street Twin uma excelente citadina. Mas muito menos divertida que a Scrambler.
O novo motor refrigerado a liquido da Triumph é muito racional, bate menos em baixas e é muito fluido no primeiro terço das rotações... mas depois disso parece amolecer enquanto o 802cc da Ducati mantém-se progressivo até ao fim.

(08-07-2016 às 15:30)OFFICER Escreveu:  E agora a pergunta chave: Ficaste com a BMW ou despachaste?

Passou a segunda moto.
Não tenciono me desfazer dela.
A R1200S é uma excelente moto e comercialmente está muito desvalorizada. Sobretudo tendo em consideração a elevada qualidade de construção e equipamento premium que possui.
Para não falar de que existem poucas a circular (só 20 foram matriculadas em Portugal) tal como se trata a última desportiva que a BMW produziu com um boxer oilhead.

Não voltei a peguei nela desde que fui buscar a Scrambler,
Mas para um passeio maior ou mesmo uma viagem está sempre pronta.

Vou aproveitar a pausa para a recondicionar devidamente.
Tem lá algumas marcas de utilização (riscos na pintura e banco estalado) que me fazem imensa pena.
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#68

devil

https://youtu.be/NpMan3tojjw
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#69

(08-07-2016 às 16:58)dfelix Escreveu:  Passou a segunda moto.
Não tenciono me desfazer dela.
A R1200S é uma excelente moto e comercialmente está muito desvalorizada. Sobretudo tendo em consideração a elevada qualidade de construção e equipamento premium que possui.
Para não falar de que existem poucas a circular (só 20 foram matriculadas em Portugal) tal como se trata a última desportiva que a BMW produziu com um boxer oilhead.

Não voltei a peguei nela desde que fui buscar a Scrambler,
Mas para um passeio maior ou mesmo uma viagem está sempre pronta.

Vou aproveitar a pausa para a recondicionar devidamente.
Tem lá algumas marcas de utilização (riscos na pintura e banco estalado) que me fazem imensa pena.

Boas,

de que ano é tua R1200S e qual a cor?
É mt fixe essa moto...

Parabéns tb e Boa Sorte com a Ducati thumbsup

Live After Death...

Os Ferros...

In life, nothing happens by chance...
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#70

(20-07-2016 às 11:40)FerroH Escreveu:  de que ano é tua R1200S e qual a cor?

É esta preta de 2006.
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