(23-01-2018 às 03:51)dfelix Escreveu:(22-01-2018 às 21:27)vindaloo Escreveu: ...aos 18 a minha geração já olhava para outro genero de motas. Hornets, bandits e supermotard’s ja com jeito.
...aos 18 comprei uma bandit 400 toda escafiada! (melhor opção com o dinheiro que tinha)
Legalmente não a poderia conduzir, pois já exigia carta AP...
Ainda assim foi o meu transporte diário até Lisboa onde trabalhava e estudava.
Arrisquei-me um bocado... mas numa altura em que dentro das localidades o capacete servia para proteger o cotovelo, a relação com as autoridades era bem mais tranquila que hoje.
Tinha na altura uma enorme pancada pela Mito... (Já que uma 916 seria algo completamente fora da expectativa!)
Mas eram raras de se encontrar. E caras.
Uma década depois acabei por ficar com uma "conhecida" abandonada nesses tempos!
Já tive diversas motos bastante diferentes e continuo hoje a achar a minha 125 extremamente divertida.
Nunca experimentei nenhuma destas 300/400 por isso não posso falar com conhecimento de causa.
São ligeiramente mais pesadas, mas no que diz respeito a performance são bastante equivalentes (até superiores).
Não vejo porque razão deixem de ser uma boa opção para quem está legalmente limitado á categoria em que se inserem.
Certo que há sempre que relativizar um bocadinho porque essas tais '125cc desportivas' cumprem um papel específico no nosso imaginário. E há certas coisas... que devem permanecer como tal.
Eu hoje, era capaz de evitar colocar-me em cima de uma 125cc desportiva precisamente pelo receio da desilusão.
A mito é a 125cc mais bacana da nossa geração. 7 mudanças, 200km/h no velocímetro e uma estética que fazia lembrar a famosa 'cena da semi jeitosa'
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[url=https://www.youtube.com/watch?v=eF9AC2Ce2ow]Havia um gajo lá na escola que tinha uma, a mota era giríssima mas a malta não gostava muito do gajo, achávamos que era um bocado 'filho do papá e tal'..
Uma vez cravei-lhe uma volta. Dei uma escáfia que ... nem é bom!
A mota para o que eu estava habituado (dt's) andava mesmo muito. Lembro-me de pensar que um dia havia de ter essa mota, mas... ainda não chegou e se calhar hoje também já não faz grande sentido.
Hoje uma 300cc é uma história completamente diferente porque representa uma mudança de conceito e princípio. Da mesma maneira que há 15 anos atrás havia mitos, havia igualmente CG's, XR125, YBR e já uma série de motas a 4T que eram económicas e que ninguém as queria nem dadas porque não andavam tanto.
Toda a gente preferia uma DTR usada a uma Xt125, porque andava mais e tinha mais disparo.
Daí que hoje, alguém com 18 anos que prefere uma mota em detrimento de outra que ande mais, por ser 'mais bonita, económica e menos custos manutenção, e aé parece uma R6' para mim é um pleno contribuinte para o lobby gay que se anda a instalar no motociclismo.
Vou refrasear, estas 250cc e 300cc são motas maricas e estão bem para os seus donos!


É arroz na mesma, mas com um sabor diferente!