14-05-2015 às 13:20
5 milhões para ajudar os camaradas que por culpa própria ou por culpa de outros foram ao tapete e vivem com as marcas disso.
(14-05-2015 às 13:20)akimoto Escreveu: 5 milhões para ajudar os camaradas que por culpa própria ou por culpa de outros foram ao tapete e vivem com as marcas disso.
(14-05-2015 às 23:38)dt_50r_sm Escreveu: Gastaria também algum em inspectores e detectives privados numa busca do porque do KB no nick do carlosKB! Virá do celebre kikas bar, ou terá outra origem?? Sei que é do interesse geral saber
(14-05-2015 às 23:41)akimoto Escreveu: Há várias falhas na parte da medicina de reabilitação no nosso país (e noutras áreas também, convenhamos). Cinco milhões seriam um razoável investimento numa, na verdade, limitada rede de cuidados que passariam por instalações de medicina de reabilitação, fisio, psicoterapia e até cuidados continuados. Somos um país pequeno, esses locais seriam "civis", comuns a todos, apesar dos posters com motos e gajas nuas nas paredes. Eu não teria capacidade nem influência para pôr a funcionar um plano destes, pelo que teria que entregar a negociação de protocolos com o SNS e seguradoras a uma Santa Casa da Misericórdia, fundação cientifica ou a algum mega mecenas que garantissem a continuidade da sustentabilidade.
No fundo seria para todos e não teríamos que construir edifícios novos. Não faltam por aí instalações já ocupadas ou abandonadas à espera de serem re-equipadas.
Á posteriori, independentemente dos protocolos efectuados, talvez os doentes também teriam que contribuir financeiramente, sejamos realistas, mas seria melhor que nada.
Parece utópico, mas é mais real do que parece. Houvesse mais vontades politicas e de administração locais.
Nota: este texto todo para falar apenas em medicina de reabilitação. Nem de longe nem de perto sugiro no texto uma revolução no SNS.
(14-05-2015 às 23:41)akimoto Escreveu: Há várias falhas na parte da medicina de reabilitação no nosso país (e noutras áreas também, convenhamos). Cinco milhões seriam um razoável investimento numa, na verdade, limitada rede de cuidados que passariam por instalações de medicina de reabilitação, fisio, psicoterapia e até cuidados continuados. Somos um país pequeno, esses locais seriam "civis", comuns a todos, apesar dos posters com motos e gajas nuas nas paredes. Eu não teria capacidade nem influência para pôr a funcionar um plano destes, pelo que teria que entregar a negociação de protocolos com o SNS e seguradoras a uma Santa Casa da Misericórdia, fundação cientifica ou a algum mega mecenas que garantissem a continuidade da sustentabilidade.
No fundo seria para todos e não teríamos que construir edifícios novos. Não faltam por aí instalações já ocupadas ou abandonadas à espera de serem re-equipadas.
Á posteriori, independentemente dos protocolos efectuados, talvez os doentes também teriam que contribuir financeiramente, sejamos realistas, mas seria melhor que nada.
Parece utópico, mas é mais real do que parece. Houvesse mais vontades politicas e de administração locais.
Nota: este texto todo para falar apenas em medicina de reabilitação. Nem de longe nem de perto sugiro no texto uma revolução no SNS.
(14-05-2015 às 23:38)dt_50r_sm Escreveu: Gastaria também algum em inspectores e detectives privados numa busca do porque do KB no nick do carlosKB! Virá do celebre kikas bar, ou terá outra origem?? Sei que é do interesse geral saber