(12-12-2017 às 23:24)carlos-kb Escreveu: No geral, no segmento das superbike, que é isso que esta CBR1000RR, a par com as suas congéneres, são... é nelas aonde se baseiam as suas réplicas de competição do WSBK.
Não percebi muito bem o que queres dizer com "réplicas de competição"...
A única diferença que vejo entre o que possa ser uma "réplica de competição" e uma "moto de produção preparada para competir" seria algum sarcasmo face a regras competitivas ou eventuais batotas que dava para outro tópico diferente.
As wsbk não deixam de ser um campeonato de motos de produção.. só que a nível mundial.
Há regras claras quando a números mínimos de vendas para um modelo ser aceite aparte de todas as especificações que devem cumprir.
E segue todo um conjunto de regras definidas que FIM que acabam por servir de directivas para os mais variados campeonatos nacionais (que inclui o nosso) podendo haver alguma margem nas modificações que se possam considerar aceitáveis para tornar um nacional mais ou menos barato e portanto mais ou menos competitivo.
As BSB têm se tornado um caso à parte, pois tornou-se tão competitivo que as regras têm se tornado mais liberais que as do mundial.
(13-12-2017 às 01:41)vindaloo Escreveu: Compara por exemplo com a kawasaki ou a suzuki...
A Suzuki está mesmo muito pobrezinha... e curiosamente no presente tentam-se valer da nova gixxer.
Já a Kawa... por muito que odeie a orientação estética meio power-ranger que seguiram... não é assim tão mau.
A ZX10 continua entre as mais fortes do segmento
A Z1000 continua a ser a única opção válida duma marca japonesa para um segmento dominado pelas europeias.
A Z1000SX está confortável num segmento onde facilmente se destaca da concorrência directa que não tem.
A Z900 tem se destacado nos comparativos face à MT09 e GSXS750 e aparenta ser um excelente produto.
A Z900RS embebe da anterior.. e parece corresponde á expectativa do pessoal do revival.
Ainda não percebi se as ZZR e GTR fazem ou não parte do catálogo.. mas qualquer uma delas parece bastante válida dentro do seus segmentos.
A vasta oferta de ninjinhas e zêzinhas pequenas parece igualmente válida e concorrencial com as pequenas hondas e yamahas.
Sobra as hipotéticas futuras H2 que não me parece terem grandes rivais.
Há ainda os outros segmentos que por não perceber patavina vou ficar calado.
Mas no geral parecem estar bastante saudáveis no que diz respeito à oferta. E numa abordagem mais standard.
A Honda por seu lado foi inteligente em criar produtos que oferecem continuidade na marca. Ou seja, o gajo que compra uma pcx pode escalar para uma xAdv , evoluir para uma AT e quem sabe acabar a passear a genitália na crosstourer sem sequer aprender a usar a embraiagem.
E quando decidir aprender.. salta uma uma fireblade, que pelos vistos é mais ou menos a mesma coisa!

