(13-03-2015 às 18:38)Duke Escreveu: Er... Eu queria desenvolver uma "parefernalia" dessas.
Acho que o problema é tudo isto se basear no ride by wire...
Se o acelerador não puder ser totalmente controlado electronicamente... mais vale abandonar a ideia!
A maioria dos motores actuais ainda não o são.
Podem ter uma parafernália de TPS's e outros sensores porque a injecção electrónica o obriga, mas a posição das borboletas ainda é por cabo.
É certo que se pode adaptar um servo nas borboletas... mas é preciso ter muita confiança no material!
(Não me convidem para piloto de testes!)
(13-03-2015 às 18:50)Duke Escreveu: O que me refiro é qual a melhor maneira para controlar o "levantar da roda frontal", não o de "detectar o wheelie".
Mas para saber que estás a "levantar da roda frontal" tens de "detectar o wheelie".
Um gyro permite-te saber isso com bastante precisão.
Depois, precisas de um algoritmo que permita dosear a aceleração e sensibilidade TC de acordo esses dados.
Não me parece fácil.. mas também não parece impossível.
(13-03-2015 às 18:38)Duke Escreveu: ...gerir o arranque mantendo uma rotação elevada e trabalhando com a embraiagem durante o arranque mais imediato, ou se a malta prefere evitar o cavalinho cortando rotação (ou fechando o acelerador, muito ou pouco) quando a mota levanta.
Mas queres controlar a embraiagem electronicamente?
Parece-me desnecessário.
A embraiagem é o único mecanismo que tens de com a moto parada meter o motor à rotação em que ele é mais rico!
No método convencional sem electrónicas, o arranque faz-se largando a embraiagem progressivamente.
Recorre-se as sentidos para encontrar um compromisso entre o regime do motor e a tracção. Implica que o piloto treine para apurar a sensibilidade face ao dosear de acelerador enquanto liberta a embraiagem.
Recorrendo as ajudas electrónicas a forma de arrancar não será muito diferente.
O arranque terá de ser controlado também com a embraiagem... porém, é suposto os sensores darem uma ajuda na correcção do doseamento do acelerador utilizando o mesmo principio que impede o veículo de patinar no arranque.
(13-03-2015 às 18:38)Duke Escreveu: ...e este parece-me que se vai dar lindamente com o Arduino. Basicamente quero desenvolver um sistema de estabilidade open source com launch-control, TC e Anti-wheelie.
Funciona por I2C bus, portanto dá para usar com praticamente todas as opções que existem por aí...
Não sei é se o Arduino não será um pouco limitado para o pretendido.
Se precisares de uma matriz só com dois parâmetros... estilo posição de acelerador no eixo do Y saltando cada 5% serão 20 posições no total. O eixo do X colocas o ângulo do gyro entre 0 e 90º (saltando cada 5º) dá 18 posições.
Ora 18 * 20 são 380 valores que a 4 bytes por cada float corresponde a 1.52 Kb de SRAM quando um ATmega328 tem apenas 2Kb.
Não me parece que vás trabalhar só com uma matriz. E que em alguns casos será até de 3 eixos.
Mais vale começares logo por um raspberry pi ou similar.
Os Arduinos comuns são bacano para ler sensores e traduzir instruções básicas. Para maiores processamentos, é preferível outras abordagens.
Estou a evoluir alguns projectos de arduino para o fubarino precisamente porque cheguei a um ponto em que preciso de memória e não há.


. Basicamente quero desenvolver um sistema de estabilidade open source com launch-control, TC e Anti-wheelie.