05-12-2020 às 13:51
Sempre houve "desportivas" de baixa cilindrada. Uma TZR ou uma NSR há 25 anos atrás eram exemplos. Era o mais parecido que um puto que se iniciava nas lides poderia ter em relação às motos das pistas (e alguns destes modelos até tinham efectivamente troféus mono-modelo).
Depois havia outras desportivas de baixa cilindrada (que já não estavam ao alcance de qualquer um), como as CBR250RR, ZXR250 ou GSXR250, com motores desportivos de 4 cilindros e multiválvulas, que eram praticamente cópias das irmãs grandes, em mecânica ou ciclística mas com motores de menor cilindrada, e com prestações que se evidenciavam. Segmento que tinha a mesma repercussão na categoria das 400.
Esta segmentação não é alheia ao reflexo que tem nos respectivos campeonatos do mundo de produção, como sejam as WSSP300 e WSSP600. As actuais 300/400 desportivas existem também por isso.
Agora... «desportivas destinadas a circuitos técnicos» é um segmento que nunca ouvi falar!
Uma R7 (independentemente de colidir ou não com a designação de outra moto criada em tempos para outros fins), com o motor de uma MT-07, não é nada de escandaloso e muito menos de novo. A Kawasaki tem há muito uma alegada "desportiva" exactamente com a mesma receita (buscar a motorização de uma utilitária), e não choca ninguém. Chama-se de Ninja 650 (e possivelmente esta sim, será uma concorrente directa de uma futura e hipotética R7 motorizada pelo CP2).
Agora, não venham é dizer que uma nova R7, com estes pressupostos, virá substituir uma R6 e muito menos, que será "aliciante" como tal... seja pelas specs da mesma, como por todo o historial e representatividade que a a R6 teve e tem no actual WSSP600, que quer se queira, quer não, é a montra das capacidades de cada supersport de produção, de cada construtor. Aliás, o facto de a Yamaha descatalogar a R6 mas mantê-la como mota de produção destinada às pistas, não é alheio a este facto... é que por lá continuam a andar juntamente a elas, as ZX6-R, CBR600RR ou as F3 675 (sendo que apenas esta última tem a sua variante de produção street-legal).
Depois havia outras desportivas de baixa cilindrada (que já não estavam ao alcance de qualquer um), como as CBR250RR, ZXR250 ou GSXR250, com motores desportivos de 4 cilindros e multiválvulas, que eram praticamente cópias das irmãs grandes, em mecânica ou ciclística mas com motores de menor cilindrada, e com prestações que se evidenciavam. Segmento que tinha a mesma repercussão na categoria das 400.
Esta segmentação não é alheia ao reflexo que tem nos respectivos campeonatos do mundo de produção, como sejam as WSSP300 e WSSP600. As actuais 300/400 desportivas existem também por isso.
Agora... «desportivas destinadas a circuitos técnicos» é um segmento que nunca ouvi falar!
Uma R7 (independentemente de colidir ou não com a designação de outra moto criada em tempos para outros fins), com o motor de uma MT-07, não é nada de escandaloso e muito menos de novo. A Kawasaki tem há muito uma alegada "desportiva" exactamente com a mesma receita (buscar a motorização de uma utilitária), e não choca ninguém. Chama-se de Ninja 650 (e possivelmente esta sim, será uma concorrente directa de uma futura e hipotética R7 motorizada pelo CP2).
Agora, não venham é dizer que uma nova R7, com estes pressupostos, virá substituir uma R6 e muito menos, que será "aliciante" como tal... seja pelas specs da mesma, como por todo o historial e representatividade que a a R6 teve e tem no actual WSSP600, que quer se queira, quer não, é a montra das capacidades de cada supersport de produção, de cada construtor. Aliás, o facto de a Yamaha descatalogar a R6 mas mantê-la como mota de produção destinada às pistas, não é alheio a este facto... é que por lá continuam a andar juntamente a elas, as ZX6-R, CBR600RR ou as F3 675 (sendo que apenas esta última tem a sua variante de produção street-legal).

