Inspecções de motociclos de cilindrada superior a 250cc avançam em 2016?

Já me estão a querer lixar outra vez. Será que é desta?
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Não vai dar em nada...

[Imagem: SM4eYt9.png]
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Li há pouco, no "Merdeiro da Manhã", que as autoridades aconselham aos motociclistas ( e passo a citar ):
- usar sempre capacete e vestuário de proteção. ( a serio? e eu que já estava a pensar em ir fazer um track-day ao Estoril, só com blusa de alças, boxers e xanatas )
- respeitar os limites de velocidade. ( com certeza, agora então, com os 30Km/h de velocidade maxima, vai ser uma alegria... epá, não me [email=fod@m]fod@m[/email], eu corro a mais de 30Km/h para atravessar o parque de estacionamento, quando estou atrasado para o trabalho )
- não conduzir entre filas. ( enquanto existem países que autorizam as motos a andar nos corredores dos Bus e a circular entre filas, o chamado "filtering", em Portugal encoraja-se exactamente o contrario... mas os nossos policias devem ser muito mais espertos que os outros... )
- evitar os ângulos mortos. ( o que é um angulo morto? é aquele espaço/tempo em que os automobilistas não usam os espelhos e os piscas? epá, para evitar isso, só deixando a moto na garagem para o resto da vida... )

Não sou nenhuma autoridade, mas deixo aqui mais alguns conselhos para haver menos acidentes com motociclistas:

1- os automobilistas devem usar sempre os espelhos ( e não me estou a referir a tirar pedaços de alface do meio dos dentes, fazer a barba ou retocar a "maquiage" ).
2- os automobilistas devem usar sempre os piscas ( e não me estou a referir aos 4 piscas, quando o seu clube é campeão nacional ).
3-os automobilistas devem usar sempre de bom senso, quando fazem uma ultrapassagem, quando viram á sua esquerda ou direita, quando entram na via, quando circulam numa rotunda, quando circulam atrás ou á frente de um motociclista, quando fazem inversão de marcha e/ou marcha-atrás, quando abrem as portas para sair da viatura, quando ultrapassam outra viatura parada na via, etc, etc, etc... podia estar aqui a tarde inteira, mas tenho mais que fazer.
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Todos temos coisas a melhorar, andando de carro ou de mota. A verdade é que isto é uma desculpa para impor as inspecções, que poderiam ser úteis, não fosse o único objectivo criar negócio e mais imposto recolhido...

A minha máquina (e ex):
KTM 1290 SuperAdventure S
KTM 1290 Super Duke GT
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer
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(13-01-2018 às 14:38)michelfpinto Escreveu:  Todos temos coisas a melhorar, andando de carro ou de mota. A verdade é que isto é uma desculpa para impor as inspecções, que poderiam ser úteis, não fosse o único objectivo criar negócio e mais imposto recolhido...

Ora lá está. Vão haver menos acidentes com motociclistas após as inspeções? Vão haver menos vitimas após as inspeções?

É claro que as motos devem ter travões e estes devem funcionar. É claro que as motos devem ter os pneus em ótimas condições. É claro que as motos devem obedecer a todos os padrões de segurança obrigatórios e que todos eles devem funcionar. Mas também é claro que as motos, devido á sua relação peso/potencia, estão muito mais sujeitas á segurança que o seu condutor impõe na sua condução do que um automóvel. São as inspeções que vão mudar os comportamentos de quem conduz motos? Qualquer motociclista sabe que o seu "cabedal" é o para-choque da moto. Qualquer motociclista sabe que, para circular em segurança, com as velocidades permitidas pelas motos, deve ter o veiculo a 300%, seja em travões, pneus, transmissão, etc. As inspeções não mudam as mentalidades dos motociclistas. Motociclista que se preze sabe o que tem de fazer para circular em segurança. Ninguem está livre de estourar um pneu, isso é claro. Mas quantos acidentes de motociclistas acontecem por falhas técnicas?

As inspeções são apenas mais um porquinho mealheiro que o governo arranjou. Sendo elas obrigatórias, quantos milhões de € vão entrar nos cofres do estado? E depois ainda tem outra: a famigerada HOMOLOGAÇÃO de piscas, faróis, espelhos, escapes, etc, etc, etc. Um pisca deixa de ser pisca, ou deixa de piscar, por não ter um E gravado? Um espelho deixa de ser espelho, ou deixa de reflectir imagens, por não ter um E gravado? Com os escapes, estou ainda mais curioso. Muitos escapes, os meus por exemplo, já têm o tal E gravado ( caso contrario não poderiam ser vendidos na Europa, ao contrario de outros artigos que vêm de países extra-Europa e que não passam por alfandegas nem inspeções nenhumas ). No entanto, o seu "ronco" é muito diferente do original. Será que, por ter o E gravado, mesmo fazendo mais barulho, será autorizado? Ou serei obrigado a trocar os escapes todos os anos, sempre que for á inspeção? Vamos ver no que vai dar esta merda.
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Existem componentes que realmente nada fazem senão enfeitar a mota, mas acontece nas motas superiores a 250cc como nas outras... Quanto a escapes, diria que desde que respeitem os níveis de ruído estabelecidos na lei não tem problema, agora se forem cornetas que se ouvem a 5 kms é normal que não passem.

Mas a questão é essa, o pessoal coloca o db-killer, troca o escape, os espelhos, etc etc, passa a inspecção e ao voltar a casa tem a mota da mesma forma... Logo de nada vai servir...

A minha máquina (e ex):
KTM 1290 SuperAdventure S
KTM 1290 Super Duke GT
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer
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(13-01-2018 às 15:36)michelfpinto Escreveu:  Existem componentes que realmente nada fazem senão enfeitar a mota, mas acontece nas motas superiores a 250cc como nas outras... Quanto a escapes, diria que desde que respeitem os níveis de ruído estabelecidos na lei não tem problema, agora se forem cornetas que se ouvem a 5 kms é normal que não passem.

Mas a questão é essa, o pessoal coloca o db-killer, troca o escape, os espelhos, etc etc, passa a inspecção e ao voltar a casa tem a mota da mesma forma... Logo de nada vai servir...

A minha "corneta" vai fazer isso mesmo.
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(13-01-2018 às 15:49)Fz1000 Escreveu:  
(13-01-2018 às 15:36)michelfpinto Escreveu:  Existem componentes que realmente nada fazem senão enfeitar a mota, mas acontece nas motas superiores a 250cc como nas outras... Quanto a escapes, diria que desde que respeitem os níveis de ruído estabelecidos na lei não tem problema, agora se forem cornetas que se ouvem a 5 kms é normal que não passem.

Mas a questão é essa, o pessoal coloca o db-killer, troca o escape, os espelhos, etc etc, passa a inspecção e ao voltar a casa tem a mota da mesma forma... Logo de nada vai servir...

A minha "corneta" vai fazer isso mesmo.

É isso... eu vivo a cerca de 8 Km do local de trabalho e, quando estou a entrar ás 7 da manhã, o rapaz que está lá de serviço ouve-me a sair de casa... como é, vou ter que mudar de escapes todos os anos, apesar de terem o E gravado? E, se me quiserem chumbar a moto por os espelhos e os piscas, que cumprem perfeitamente com a sua função, não terem o E gravado justificam o chumbo por não serem homologados e chumbam também pelo escape, apesar de ser homologado?
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Essa limitação dos 30km em certas zonas de Lisboa, já estou aquela dita espécie, os taxistas, todos a cumpri-la! Oh se estou!  ok
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(13-01-2018 às 16:03)YontikoBT Escreveu:  É isso... eu vivo a cerca de 8 Km do local de trabalho e, quando estou a entrar ás 7 da manhã, o rapaz que está lá de serviço ouve-me a sair de casa... como é, vou ter que mudar de escapes todos os anos, apesar de terem o E gravado? E, se me quiserem chumbar a moto por os espelhos e os piscas, que cumprem perfeitamente com a sua função, não terem o E gravado justificam o chumbo por não serem homologados e chumbam também pelo escape, apesar de ser homologado?

Não se apressem que o que falta é precisamente a portaria que regulamente o que é inspeccionado e como!

Já agora, quanto ao escape... o problema não é tanto o ser ou não homologado! Mas se é dos que faz um cagaçal do caraças, com dB acima daquilo que está estipulado no DU da mota, já foste!
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