(12-01-2018 às 10:24)Rod Escreveu: Acho, que acima de tudo, há certas ocasiões (determinados encontros/eventos) em que o mais importante será ver, rever, estar, conviver com determinadas pessoas. Passará sobretudo pelo evento em si e não pelo meio de deslocação. Ainda mais para quem pretende levar família, mulher, filhos, cão, gato ou periquito, o que logísticamente não permite que tenham de ir de mota. Então estes eventos deverão limitar a entrada ou permanência das pessoas que se desloquem unicamente de mota?
Eu se vou a um evento deste tipo, idealizado para quem andava de moto todo o ano, vou de mota, como tem que ser.
Existem eventos que não são compatíveis com a família e este, pelas suas condições extremas era um deles.
A Turismoto, organizadora até ao ano 2014, chegou mesmo a proibir a inscrição de campers, fragonetas, naves espaciais e outros trenós precisamente porque se estavam a perder as características pelo qual o evento se tornou famoso.
Em 99 estive no Cabo da Roca numa das minhas diambulações invernais e encontrei por lá um grupo Suéco de 2 motos e 3 sides, que estariam pela peninsula durante boa parte do inverno.
Um dos destinos era precisamente os pinhais do Douro em Valladolid para assistir aos Pinguinos.
Havia entre eles, um jovem casal com uma CBR1000F que levava acoplado um side de três lugares ocupados por três crianças de tenra idade.
Ai tens um bom exemplo de juntar família e Pinguinos, assim como reforçar a ideia de que não deixa de ser meritório ir de mota, mesmo que está tenha um carro lateral.
Já agora recordar que, os Franceses ganham-nos por goleada, seja no uso do Sidecar, seja no uso da moto ao longo do ano.