10-03-2015 às 11:59
Ontem à noite tive que voltar ao trabalho depois de jantar. Lá tiro a mota do lugar da garagem (o que implicou tirar e pôr o carro primeiro...). Meto o capacete e as luvas, arranco e, na primeira curva, aparece um carro, que me obrigou a travar com alguma força em piso de mosaico.
Meto os pés no chão, mas ela começa a tombar muito devagarinho e eu a vê-la ir (tal e qual como quando nos metem um golo nos matraquilhos com uma bola lenta). Primeiro sai-me um «F....-se que vou ter que a deixar ir!» Mas logo de seguida, sai um belo dum «P...a que pariu, que não há de ser desta» e lá consegui trazê-la para cima com um impulso nas pernas (não nas costas). Enfim, a "sorte" de não ter uma mota mais pesada valeu-me desta (e não ter 50 anos também ajudou
). A senhora que vinha no carro até parou e ficou muito atrapalhada "ai desculpe!! Foi culpa minha? Está bem?» Nem posso dizer que tenha sido culpa dela ou minha. Foi só mesmo uma situação "parva" e o facto de o piso ser em mosaico também ajudou a roda da frente a patinar.
Meto os pés no chão, mas ela começa a tombar muito devagarinho e eu a vê-la ir (tal e qual como quando nos metem um golo nos matraquilhos com uma bola lenta). Primeiro sai-me um «F....-se que vou ter que a deixar ir!» Mas logo de seguida, sai um belo dum «P...a que pariu, que não há de ser desta» e lá consegui trazê-la para cima com um impulso nas pernas (não nas costas). Enfim, a "sorte" de não ter uma mota mais pesada valeu-me desta (e não ter 50 anos também ajudou
). A senhora que vinha no carro até parou e ficou muito atrapalhada "ai desculpe!! Foi culpa minha? Está bem?» Nem posso dizer que tenha sido culpa dela ou minha. Foi só mesmo uma situação "parva" e o facto de o piso ser em mosaico também ajudou a roda da frente a patinar. 

