Parece que está para vir uma 2ª geração da naked "derivada" da GSXR1000.
Vamos a ver se continuará a recorrer a motorizações das gerações anteriores da desportiva maior de Hamamatsu, ou se vai seguir a tendência actual de outros construtores.
https://youtu.be/YTWy3KDuWik
Para já, as ópticas decalcadas da Gixxer, são evidentes. E também seguindo a tendência, vai "montar" asinhas!
Tendência actual de outros construtores?!?!
E não é isso que a maioria deles faz... usar o mesmo motor para diversos modelos... A Honda sempre foi eximia a fazer isso mesmo...
Eu acho que a tendencia actual dos construtores é a de usar os mesmos motores das suas desportivas e não motorizações de antigas versoes das suas desportivas...
(08-04-2021 às 22:15)nelsonajm Escreveu: [ -> ]Tendência actual de outros construtores?!?!
E não é isso que a maioria deles faz... usar o mesmo motor para diversos modelos... A Honda sempre foi eximia a fazer isso mesmo...
Nelson, não entendeste... a resposta foi dada pelo Rui, aqui:
(08-04-2021 às 23:52)LoneRider Escreveu: [ -> ]Eu acho que a tendencia actual dos construtores é a de usar os mesmos motores das suas desportivas e não motorizações de antigas versoes das suas desportivas...
A anterior era soberba, apesar de não ter TFT (só LCD) nem IMU.
A Suzuki está a ficar com produtos muito interessantes, apesar da abordagem conservadora e evolutiva.
Eu percebi muito bem...
Então por exemplo uma CB1000R tem o mesmo motor da sua desportiva... a CBR1000RR... é isso?
(09-04-2021 às 17:59)nelsonajm Escreveu: [ -> ]Eu percebi muito bem...
Então por exemplo uma CB1000R tem o mesmo motor da sua desportiva... a CBR1000RR... é isso?
A CB é anterior à actual CBR.
No entanto não, não tem o mesmo motor da CBR contemporânea.
Mas o Carlos referia-se à Panigale e a Street Fighter, a RSV4 e a Tuono, a S-RR e a S-R, onde as motas basicamente são igual em motorização e ciclistica, distanciando-se uma da outra na ergonomia e vestimenta....
Teóricamente estes três exemplos são os que pugnam pela egemonia no segmento das Desportivas e Street Fighter e pode ser significado de uma receita vencedora que atrai os construtores a seguir o mesmo trillo!
(09-04-2021 às 18:50)LoneRider Escreveu: [ -> ]A CB é anterior à actual CBR.
No entanto não, não tem o mesmo motor da CBR contemporânea.
A GSXS também é anterior ao modelo actual da GSXR, e também não tem o mesmo motor que a GSXR contemporânea.
(09-04-2021 às 18:50)LoneRider Escreveu: [ -> ]Mas o Carlos referia-se à Panigale e a Street Fighter, a RSV4 e a Tuono, a S-RR e a S-R, onde as motas basicamente são igual em motorização e ciclistica, distanciando-se uma da outra na ergonomia e vestimenta....
Ok, mas estes construtores anunciam isso mesmo... desportivas desprovidas do supérfulo... marketing... vá-se lá saber se é porque não têm outra forma de rentabilizar os ultimos motores desenvolvidos... é que eles não vendem assim tanto... e desenvolver um motor e usá-lo só num modelo... é capaz de não ser muito rentável... então se calhar a melhor estratégia é ir lançando modelos e rentabilizando o que se vai desenvolvendo...
Os Japoneses não precisam disso... porque na venda dessas superdesportivas, conseguem acumular os custos de desenvolvimento... e eles até têm tantos motores lá atrás... e que até já estão pagos... nisto as Suzettes têm muita experiência...
(09-04-2021 às 18:50)LoneRider Escreveu: [ -> ]Teóricamente estes três exemplos são os que pugnam pela egemonia no segmento das Desportivas e Street Fighter e pode ser significado de uma receita vencedora que atrai os construtores a seguir o mesmo trillo!
Isso acontece como dizes e bem em marcas de baixa produção, onde ou usam os motores que têm nos mais variados modelos e assim rentabilizam-no... ou sujeitam-se a fracassar... e a terem graves prejuízos...
Desses exemplos que dás, imaginas quantas Panigales e Street Fighter a Ducati vai vender num ano? Provavelmente a mesma quantidade que a Honda vai vender de CB500 num fim de semana de portas abertas na Europa...
A Honda ou Yamaha vendem tantas motos por ano, que esses fabricantes italianos só lá chegam em número ao fim de duas décadas.