tkm_[pt]
06-03-2015 às 23:14
Lembro-me de ter visto algo deste género no YT mas já não consigo encontrar o vídeo.
Mas, pelo que me lembro do que lá foi falado, o arranque era controlado maioritariamente pela embraiagem.
As razões eram que deste modo:
Também tinha algumas dicas sobre como fazer o arranque que muita gente não pensa inicialmente:
Mas, pelo que me lembro do que lá foi falado, o arranque era controlado maioritariamente pela embraiagem.
As razões eram que deste modo:
- o motor fica a trabalhar no seu ponto optimal de torque
- controla-se melhor a embraiagem do que o acelerador (acção linear VS acção rotacional)
- qualquer excesso no arranque pode ser cancelado com mais segurança com a embraiagem do que com o acelerador, especialmente em patinagens
- como o procedimento de arranque não dura muito tempo, o desgaste na embraiagem seria mínimo (o que numa mota de corrida não é tão importante)
Também tinha algumas dicas sobre como fazer o arranque que muita gente não pensa inicialmente:
- inclinar-se para a frente para por mais peso na roda dianteira para evitar o levantamento excessivo
- algum levantamento da roda da frente é aceitável pois leva a que a roda de trás tenha que suportar mais peso, logo tendo mais tracção

![[Imagem: 0J4445.1200.jpg?a36891516e87e47777ae7d00b3b20e95]](https://a.pololu-files.com/picture/0J4445.1200.jpg?a36891516e87e47777ae7d00b3b20e95)

Ou uma moto-gadget, como lhe quiseres chamar. É o futuro. Mas tal como já disse no tópico da R1/R1M, esta nova geração de motos "electrónicas" não tem de intimidar o comprador, e acredito que recorrendo a sistemas modulares o utilizador saudosista possa não só desligar, como retirar por completo estes sistemas.
Agora que é possível tirar mais partido dessa potência, reclamam com isso também? Parece-me desculpas para não gostar de motas novas 
. Basicamente quero desenvolver um sistema de estabilidade open source com launch-control, TC e Anti-wheelie. 