(28-10-2017 às 06:29)LoneRider Escreveu: [ -> ]Ainda não bati a 250km/h mas a 140 dá direito a um voo grátis bué emocionante!
A sensação de aterrar, ver o mundo andar à roda de forma pouco arbitrária, os impactos do teu corpo no asfalto e um deslizar final é uma sensação esfoliante! 
Quando finalmente paras o tempo para contigo, fazes reset e pouco a pouco vais activando o teu corpo tentando perceber quais as partes do teu corpo estão bem ou mal.
Entre um misto de dor e ardor percebes que os sítios do costume sofreram as normais queimaduras por abrasão.
Não existem dores agudas ao respirar ou ao mover lentamente os membros, sinal que, por enquanto, o esqueleto scontinua intacto.
Momentáneamente a tua mente abre-se ao exterior:
"Tive um acidente.
Onde estou!?
Deitado no asfalto...
Katano!!!
Ainda me passam por cima!! “
E levantas a cabeça ao mundo, tentando perceber onde te encontras e o único que vez é um mar de pés e à medida de ergues o olhar encontras no céu uma clareira rodeada de olhos!
A minha mota!?
A minha mota é faço uma tentativa para me levantar....
A minha mota!!!
E, numa derradeira tentativa, levanto-me e estreio o meu novo andar de zombie, desordenado, balanceado, inconstante.
Pelo caminho vou melhorando o equilíbrio e controlando a dor das queimaduras nas ancas, joelhos, cotovelos, mãos, ombros e costas....
Ao dar a volta à Opel Rakord encontro a Voyager, inerte, deitada no chão, sangrando por uma bainha, com a sus mini-saia rasgada, as orelhas derrubadas, a minha motinha toda desfeita.
Segundo os médicos, eu não me lembro nada disso, as minhas feridas não eram preocupantes, o pior foi o estado de ansiedade em que me encontrava.
Quis bater no dono da Opel, na polícia, nos bombeiros, ninguém tocava na minha mota!
Naquele instante apareceu o Telmo, amigo e Motard, que com muita paciência me conseguiu pôr dentro da ambulância e terminar com aquele calvário.
Aprendi tanto naquele miserável dia....
A descrição foi tão sentida que fiquei agarrado a ler do início ao fim

(28-10-2017 às 11:25)IgordeMelo Escreveu: [ -> ]Morre mais gente a pé, que a andar de moto. Sobretudo nas passadeiras.
Andar a pé , MATA!
O resto é conversa.
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E o pessoal que bebe água?!? Ouvi dizer que 100% deles morre!!

Até a dar uma cambalhota se pode morrer...
(31-10-2017 às 12:33)carlos-kb Escreveu: [ -> ]https://www.youtube.com/watch?v=k-tzTsbWswY
«Ao tomar conhecimento do relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) que revela um aumento brutal no número de mortes resultantes de acidentes com motociclos a ANCIA – Associação Nacional dos Centros de Inspeção Automóvel - manifestou publicamente o mais profundo pesar pelas vítimas e interpelou as entidades públicas que, pela sua inação, permitem que continuem a circular viaturas desta categoria sem as necessárias condições de segurança.
É completamente inadmissível que o Estado que legislou no sentido de tornar obrigatórias as inspeções técnicas aos motociclos e impôs aos centros de inspeção investimentos superiores a 30 milhões de euros em equipamentos e preparação técnica, continue manifestar a sua indiferença, furtando-se a publicar os instrumentos legais indispensáveis ao início desta inspeção obrigatória"»
Fonte: http://automonitor.pt/2017/10/27/seguran...toridades/
Querem tanto encher os bolsilhos esses pulhas...
Usarem as mortes na estrada quando grande a maioria advém do que todos sabemos...
Em vez de haver uma conscencialização por parte das autoridades para punir os telemoveis e distracções futeis de uma forma severa...é o pessoal das duas rodas que tem acidentes por falta de inspecções..loool
Como se a malta das motas não fizesse as revisões devidas..já dos enlatados não se pode dizer o mesmo...
É só tachada e remexerem na m€rda...
ORA BEM assim já percebe a investida.
Quem é que pagou as noticias e o sensacionalismo que já estavamos a estranhar!!!
Já parece a Cristas e a sua moçao de censura....aproveitamento do mal dos outros para proveito próprio, era dar lhes uma boa paulada.
(31-10-2017 às 12:40)hjjs Escreveu: [ -> ]Já parece a Cristas e a sua moçao de censura....aproveitamento do mal dos outros para proveito próprio, era dar lhes uma boa paulada.
É melhor mantermos isto nas motas!
