(24-01-2017 às 23:49)Johnny_1056 Escreveu: [ -> ]Deixem de ser líricos, os gajos da Ducati querem um V4 ganhador, que se lixe o som típico do V2.
Não me parece que um V4 twin pulse seja uma solução perdedora....
(24-01-2017 às 23:49)Johnny_1056 Escreveu: [ -> ]Essas problemáticas de som é para os gajos da Harley Davidson e afins!!
Sim... vais dizer ficas completamente indiferente a isto...
https://youtu.be/QymVBPukRUU
(24-01-2017 às 19:25)dfelix Escreveu: [ -> ] (24-01-2017 às 11:52)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Estando os actuais L-twin (ui... que o Pires vai começar a rabujar)...
(...)
Os fanáticos do L-Twin...
O Pires sem perceber porquê até acaba por ter razão para rabujar!
Desde a 1098 que aos poucos e de forma discreta (mas pouco ingénua) o L-twin tem tombado...
Actualmente na 1299 aquilo já está mais para um V-twin que o L-twin.
Mas o ângulo entre cilindros continua nos 90º.... e até mesmo no V4... perdão L4 da Desmocedici, esse ângulo se manteve.
Ou seja, um L-twin / L4..... "tombado".... mas um "L".
(24-01-2017 às 23:49)Johnny_1056 Escreveu: [ -> ]Deixem de ser líricos, os gajos da Ducati querem um V4 ganhador, que se lixe o som típico do V2.
Essas problemáticas de som é para os gajos da Harley Davidson e afins!!
Acho que mais facilmente eles abandonarão a embraiagem "caixa de pregos" (e já são algumas Ducs a sairem com embraiagem húmida), do que meterem de parte a distribuição Desmo . Até porque esta segunda, tem na realidade, vantagens práticas, especialmente em regimes de rotação elevados... ao passo que manter uma embraiagem a seco, não tem qualquer real vantagem que não a sonora característica que dá às motos.... e não haver contaminação do óleo, o que numa moto que faça mudas regulares do mesmo, é praticamente irrelevante.
Uma embraiagem a seco tem muitas vantagens.
É mais leve e muito mais eficaz.
Só não é é compatível com os sistemas anti deslizantes.
E é por isso que quase a totalidade de motos desportivas da Ducati já tem embraiagens húmidas.
O barulho, no fundo, é só um apelo aos sentidos, que se calhar até interfere com as normativas Euro.
(25-01-2017 às 11:51)LoneRider Escreveu: [ -> ]Uma embraiagem a seco tem muitas vantagens.
Só não é é compatível com os sistemas anti deslizantes.
E é por isso que quase a totalidade de motos desportivas da Ducati já tem embraiagens húmidas.
É mais leve e muito mais eficaz.
Muitas? Quais? Serão assim tantas que façam quase não haverem motos com embraiagens a seco... e as poucas que haviam, vão sendo substituídas por embraiagens em banho de óleo?
Tirando a leveza e espaço ocupado pelo conjunto (no caso específico da Ducati), não termos óleo contaminado pelos discos e a maior "acessibilidade" e "facilidade" mecânica (que até pode ser uma mais valia na competição), que mais valias poderão ter?
Numa utilização "civil", uma embraiagem a seco até pode ser mais problemática, pelo sobre-aquecimento a que pode estar sujeita. A BMW, por exemplo, abandonou as monodisco a seco, porque para além de grandes, em cidade aqueciam e alteravam completamente o tacto... para além do odor que emanavam.... ahh... e tinham uma vida útil relativamente curta.
(25-01-2017 às 11:51)LoneRider Escreveu: [ -> ]O barulho, no fundo, é só um apelo aos sentidos, que se calhar até interfere com as normativas Euro.
Exacto.... o som da "caixa de pregos" é um must, característico e reconhecível da Ducati. Mas tirando esse factor "sensorial", que mais valia traz ás motos do Borgo?
(25-01-2017 às 11:43)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Mas o ângulo entre cilindros continua nos 90º.... e até mesmo no V4... perdão L4 da Desmocedici, esse ângulo se manteve.
Ou seja, um L-twin / L4..... "tombado".... mas um "L". 
Inventaram isso do "L" para dar alguma exclusividade a um V a 90º em que o cilindro inferior estava posicionado na horizontal.
Sobretudo em cima dum cavalete.
"Ahh e tal.. mas a minha Ducati não é um v-twin normal... é em L!"
Caganças....
Só que à medida que foram percebendo que aquilo não era lá muito fixe para a distribuição do peso, foram tombando o gajo!
E desde que o motor passou a ser o elemento central da ciclística, tornou-se mesmo inconveniente que uma cabeça ficasse lá em baixo a auxiliar a fixação de um mesa de direcção que está lá em cima.
Mas sim.. um L é um V tombado e um V é um L tombado... portanto, "how cares"?!?!
(25-01-2017 às 11:43)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Acho que mais facilmente eles abandonarão a embraiagem "caixa de pregos" (e já são algumas Ducs a sairem com embraiagem húmida), do que meterem de parte a distribuição Desmo.
Já abandonaram.
Penso que a última resistente foi mesmo a 1198.
E abandonaram porque hoje em dia é tudo deslizante, algo que a seco resulta numa valente cagada.
O desmo não abandonam.
E se algum dia o fizerem será em detrimento de alguma modernice "camless" ou algo que também os diferencie.
(25-01-2017 às 12:58)dfelix Escreveu: [ -> ]Penso que a última resistente foi mesmo a 1198.
Yep... ainda que a predecessora 1098 já trouxesse uma "húmida", tal como a irmã gémea "mai piquena", a 848.
O facto dos tiffosi terem tanto orgulho nas duas características (quase) exclusivas das Duc, é bem expressa no gastar montantes elevados de dinheiro em componentes aftermarket premium, para as apresentarem a olhos vistos... seja a célebre "caixa de pregos", seja o desmo.
Há dias no Cabo Espichel, estava lá uma 749 assim...
Cambada de garfistas vaidosos!
Isto para não falar dos kits de conversão de wet para dry clutch!
(25-01-2017 às 13:43)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Yep... ainda que a predecessora 1098 já trouxesse uma "húmida", tal como a irmã gémea "mai piquena", a 848.
O motor da 1098 tinha embraiagem a seco!
Aliás, a 1198 tem porque o motor é praticamente o mesmo da 1098
R.
A 1098 apesar de ter reconquistado a clientela que nunca aceitou a 999, acabou por ser uma geração um bocado mal parida.
Talvez por isso o ciclo de vida tenha sido mais curto que o normal.
E o motor das versões base e S acabasse despejado nas stretfighter... na tentativa de enganar o Caroço!
Curiosamente, o motor das MTS1200 é baseado na mesma plataforma e tem embraiagem "húmida".
Certamente existe alguma razão lógica para que nunca a tivessem introduzido nas SBK dessa geração.
A 848 penso que foi um apalpar de terreno quanto a esta decisão.
Há uma década atrás o cliente Ducati era mais conservador no que diz respeito a eliminar certos atributos icónicos da marca.
A própria 1199 Panigale teve um efeito agridoce.