Num lambi nada do que disseste.
Agora a sério, entendo a tua postura e parece-me razoável.
Na RIM, por exemplo houve coisas que foram impossíveis de fazer, por questões metereologicas e porque o pessoal esteve mais tempo na reinação.
Essas são as contingências que podem surgir.
É pá, continuo a achar que, quando sais de casa, mesmo não sabendo com quem vais (talvez aqui deve ainda mais precavido) existe um tópico de chamada, que explica onde ir e por donde se vai, onde se come, a hora a que se sai e outros pormenores relativos.
Se por questões próprias do azar te perdes do grupo, tens que saber por donde vai ir o grupo, ou qual será um possível ponto de referência em que este possa parar.
O Pedro é a prova viva disso mesmo.
Perdeu-se, mas não desistiu.
Os grupos são constituídos por várias pessoas, gajos grandes e feios como tu, e gajos feios e pequenos como eu. Cada um de nós tem uma visão da coisa, mas como tu disseste, se estamos juntos temos que nos aguentar e eu respeito muito quem gosta de levar com o vento nas trombas se esta pessoa respeitar que eu gosto de lamber as frangas dos pneus.
O que não pode é haver queixas insinuando que eu me estou borrifando para os demais companheiros do grupo.
No grupo que existe aquí em Zaragoza, como o qual saio de vez em quando, chegamos a ser 75 (what!?) e claro que foi um fiasco, porque isso já não é uma saída em grupo, mas sim uma concentração ao Deus dará.
Em outras saídas menos numerosas, surgiram situações como queda e avarias e eu fui dos únicos que não abandonou o companheiro e nenhum momento. A um, inclusive fui buscar gasolina e ele ficou de me dar o dinheiro e nunca mais o vi. Mas a ele não o abandonei.
E para mim não se tem espírito de grupo quando, só porque não estás a curtir, agora dou a volta e vou-me embora.
Podes muito bem seguir o teu caminho, mas não deixes os demais preocupados, a perder o tempo necessário para chegar a casa a horas decentes. Se queres desistir do passeio, estás no teu direito mas avisa, faz as coisas bem.
Eu pelo menos penso assim.