(16-02-2018 às 01:03)marco.clara Escreveu: Quando estamos a andar de mota não há nada mais importante do que... andar de mota.
Depende...
Para quem tem moto como veículo de lazer isto até pode fazer sentido.
A utilização é quase exclusivamente para passear e curtir umas curvas.
E aí sim, nada mais importante do que o facto de "andar de moto".
Para quem tem uma moto por questões de mobilidade, já a coisa muda de figura.
E apesar de ser perfeitamente possível conciliar parte da mobilidade com o lazer, parte considerável do uso acaba por ser em percursos redundantes.
(16-02-2018 às 01:03)marco.clara Escreveu: A meu ver a utilização do cruise control causa um entorpecimento que pode muito bem atrasar uma reação perante uma situação inesperada.
Para um maçarico, talvez...
Para um condutor minimamente experiente, parece-me algo pouco provável.
Pelo menos falo por mim, cuja condução é algo que está totalmente mecanizado...
Excepto quando não conheço o caminho ou pretendo andar realmente depressa ... o mais habitual é o cérebro desligar e ir a pensar noutra merda qualquer.
E é normalmente nestas situações que sou caçado em excesso de velocidade.
Por isso vejo com bons olhos o cruise control!
![[Imagem: DSC_3266_FW.jpg]](http://cenor.pt/wp-content/uploads/2013/05/DSC_3266_FW.jpg)
Fazer determinados percursos à velocidade indicada (ex: tunel da cril) é para mim algo extremamente penoso.
Pois implica um tipo de condução que não me é "natural", onde toda a minha atenção e concentração está em controlar o que indica o velocímetro.
Poder "fixar" a velocidade sempre que se passa nestes locais (que são cada vez mais habituais) é algo que me parece tão útil...

