03-05-2022 às 18:58
Falam da transição energética e que os construtores já não deviam apostar num mercado (motores a combustão) que tem o seu fim a vista. Sinceramente não acho que as coisas sejam assim tao lineares como aparentam. Até porque o Carlos já mencionou uns quantos pontos importantes. Mas qualquer pessoa que não tenha uma mota só como meio de transporte, de ir de ponto A a ponto B, duvido seriamente que esteja ansioso pela chegada dos motores eléctricos.
Alias, pessoal já com alguns anos disto e que tem motas de media cilindrada para cima, maior parte ainda espera que os motores a combustão estejam cá uns bons anos. Até agora, ainda não ouvi ninguém no que toca as motas, ansioso por fazer essa transição, e como o Carlos bem disse, nem sequer ainda existem alternativas minimamente apelativas, tanto quanto à componente técnica, pratica e financeira. Logo eu só vejo mais que normal, que ainda se vá apostando nos motores a combustão. A transição não será nada fácil, ainda para mais neste país, onde onde o estrangulamento econômico se vai acentuando cada vez mais e mais.
Alias, pessoal já com alguns anos disto e que tem motas de media cilindrada para cima, maior parte ainda espera que os motores a combustão estejam cá uns bons anos. Até agora, ainda não ouvi ninguém no que toca as motas, ansioso por fazer essa transição, e como o Carlos bem disse, nem sequer ainda existem alternativas minimamente apelativas, tanto quanto à componente técnica, pratica e financeira. Logo eu só vejo mais que normal, que ainda se vá apostando nos motores a combustão. A transição não será nada fácil, ainda para mais neste país, onde onde o estrangulamento econômico se vai acentuando cada vez mais e mais.

