(18-11-2016 às 11:53)MagJet Escreveu: E a Yamaha MT-07 confirma a sua vocação de best-seller como o foi a Honda CB 500 dos anos 90.
Mas quando a CB500 era campeã de vendas, na mesma tabela coabitavam motos como a XJ600 ou mesmo a desportiva CBR 600F. E nessa época, a única 125, que até foi a campeã de vendas durante uns quantos anos, era a bem mais entusiasmante e divertida DTR125, com o seu fulgoroso motor a 2 tempos. Jamais se pensaria também em ter um "aspirador" a liderar a dita tabela, como acontece hoje com a PCX.
Eram tempos em que a Honda e a Yamaha se batiam "taco a taco" anualmente pela primeira posição da tabela de marcas.... e que "chinesices", era algo sem expressão no mercado.
De qualquer forma, a MT07, tal como já foi abordado noutro tópico ali ao lado, com a sua vertente utilitária, definitivamente é a CB500 da actualidade.
(18-11-2016 às 12:17)FabioBrasil Escreveu: e o mais absurdo no Brasil, o preço de uma cg 125 é equivamente a aproximadamente 2000 dolares, na cotacao de hoje
ou 1870 euros....
pode isso?
Por cá, a CG125 já foi descontinuada há muito. No seu lugar está a CBF125, que tem um valor de venda final de 2 650 euros. Na rival de Iwata, tínhamos a YBR125, que chegou a ser, tal como a CG, do mais básico, rudimentar e barato que se poderia ter em duas rodas a motor. A YBR125 entretanto foi alvo de remodelações que a evoluíram estética e mecanicamente, e ainda permanece em catálogo, com um preço de 2 595 euros.... ou seja, no patamar da CBF125 da Honda.
A questão agora é que a concorrência chinesa (Sym, Keeway, Kymco, etc.), conseguem oferecer produtos "mascarados", que até parecem dotados de um nível estético q.b., e a preços bastante inferiores aos nipónicos ou europeus.... e conseguem vender sobretudo pelo factor económico.
Por outro lado, as 125 tornaram-se campeãs de vendas pelo simples facto de serem veículos urbanos, de baixo consumo, manutenção e preço.... que a par da Normativa europeia que estabelece que uma 125 até 15cv podem ser conduzidas por encartados de categoria B (automóveis ligeiros), foram factores decisivos para este fenómeno. Muitos dos condutores das actuais 125 que povoam o top ten de vendas (e outras), em Portugal, nem sequer carta de condução de moto (categoria A2 / A) possuem.