(23-03-2015 às 21:05)Lusitanian Escreveu: Podíamos ter mais motociclistas, é verdade, a Holanda e Dinamarca juntas têm a dimensão semelhante a Portugal e acabam por ter mais motociclistas.
Poupaste-me umas quantas palavras...
(23-03-2015 às 21:05)Lusitanian Escreveu: Mas agora ser irrelevante acho exagerado, senão não tínhamos as marcas em Portugal. Esqueces que Portugal tem a presença de quase todas as marcas (até as exclusivas) de Europa e Japão. Temos também dos EUA e da China e Coreia do Sul. E vêm as da Índia.
Afirmei que o que o mercado é pequenino e irrelevante...
Não disse que ele não existe!
São coisas diferentes.
Ele existe... mas achar que o nosso mercado é representativo para os construtores... parece-me ingenuidade!
É certo que temos no presente uma oferta simpática, mas ainda assim no que diz respeito a mercado até estamos mais pobres que num passado recente.
Basta ver que os importadores nacionais têm desaparecido em detrimento de distribuidores ibéricos.
Ou seja, neste contexto de mercado temos perdido autonomia e cada vez mais somos um anexo de Espanha... esses sim um mercado forte. E são fortes não só pela dimensão como pela moto estar culturalmente mais enraizada.
O que escrevi foi em resposta ao Mr.Ricky acerca da ideia de que ao tuga "só lhe interessa os números da cavalagem"...
Muita gente afirma isto, mas não acho que seja um fenómeno tuga...
Na era dourada das superdesportivas até se venderam muitas CBR600... mas enquanto no UK tinhas as principais japonesas a lutar pele liderança no top de vendas... em Portugal a moto mais vendida era a Hornet!
E até podemos assistir a fenómenos como o recente sucesso da GS... mas isso são trends globais.
O mais parecido que tivemos com um modelo se tornar marcante para um construtor foi prai o sucesso da LC nos anos 90!

