(22-12-2014 às 16:56)carlos-kb Escreveu: Pois, estatisticamente, deparo-me com muitas mais situações que comprometem a minha segurança, em moto, do que de carro.... seja pela visibilidade, dimensões, modo de circular, etc... que o mesmo tem!
De moto executam-se manobras de risco que (supostamente) não se praticam com a mesma regularidade num carro.
Por exemplo, ultrapassar uma longa fila de carros.
De carro é quase impraticável. De moto parece básico, mas há o perigo de a qualquer momento alguém decidir virar num entroncamento ou ultrapassar o empata que está a congestionar!
E não é por se tratar de um condutor sanguinário que acorda com o objectivo de assinar o motociclista...
Mas... porque normalmente nem está a contar ser ultrapassado.
Independentemente de ter o cuidado de fazer ou não pisca, olhar para trás, etc.
Sim, deve-se "desconfiar". Mas de tudo e de todos...
Seja de moto ou carro!
(22-12-2014 às 16:56)carlos-kb Escreveu: Não fosse usar da dita, possivelmente não poderia dizer que não tive ocorrências excepcionais ou graves, em 22 anos sobre duas rodas. Sustos.... já foram aos montes. Mas enquanto não passar disso, tanto melhor.
Já tive dois graves.
Sendo o mais recente em 2005 quando me abalroaram de FZ6.
Uma camioneta que ao não conseguir entrar de marcha-atrás numa vivenda, decidiu ir a frente corrigir a manobra quando ia a passar.
O gajo não fez aquilo de propósito.
Tinha o cérebro desligado, e fez a manobra em "piloto automático".
O resultado foi a moto partida em 3, e por pouco não me aleijei a sério.
Hoje olho para trás.. e foi um dos melhores dias da minha vida.
Livrei-me daquele cancro de moto, e como era praticamente nova deram-me quase o valor todo... o que permitiu com mais uns trocos comprar uma moto a sério!


