04-07-2015 às 23:08
Boas
A tecnologia desenvolvida em competição acaba mais cedo ou mais tarde por ser utilizada nos modelos de produção. Os sistemas de desativação dos cilindros já existem há muitos anos, sendo utilizados por diversas marcas em motores de 4 cilindros mas também em configurações V8, W12, V12, etc.
Outros construtores optaram pelos sistemas de desativação das válvulas (Honda com o VTEC, BMW com o VANUS por ex.) O primeiro Toyota Prius foi lançado em 1997, portanto todas estas "novas" tecnologias, no fundo não o são.
Com as cada vez mais restritivas normas ambientais e com automóveis mais antigos a serem proibidos de circular em diversas cidades europeias, as marcas socorrem-se da tecnologia para acompanhar estes novos tempos.
Por esse motivo, comprar um carro mais recente que não seja um computador com rodas, é missão quase impossível.
Neste momento assiste-se ao downsizing dos motores de competição (os atuais motores de combustão da Formula 1 tem 1.6 cc) mas já nos idos anos 80 os famosos motores Renault F1 4 cilindros turbo tinham 1.5 cc, o que não os impedia de alcançar mais de 1200cv em qualificação.
Tenho num 1.4 turbo de 2014 mais cavalagem e binário do que tinha num dois litros turbo de 2001, pago menos impostos, posso entrar em Roterdão, Amesterdão quando antes tinha que estacionar na periferia e no final de contas, tudo se resume ao rombo na carteira no final do mês.
Entendo perfeitamente (e tenho muitas saudades!) do encanto proporcionado pelo ronco de um belo gasosas atmosférico com uns Webber de duplo corpo, o ritual de afinar os ditos, limpar platinados e das duas motos que possuo, a minha favorita é a RC36II de 97...mas por vezes a palavra compromisso é complicada...
Abraços!
A tecnologia desenvolvida em competição acaba mais cedo ou mais tarde por ser utilizada nos modelos de produção. Os sistemas de desativação dos cilindros já existem há muitos anos, sendo utilizados por diversas marcas em motores de 4 cilindros mas também em configurações V8, W12, V12, etc.
Outros construtores optaram pelos sistemas de desativação das válvulas (Honda com o VTEC, BMW com o VANUS por ex.) O primeiro Toyota Prius foi lançado em 1997, portanto todas estas "novas" tecnologias, no fundo não o são.
Com as cada vez mais restritivas normas ambientais e com automóveis mais antigos a serem proibidos de circular em diversas cidades europeias, as marcas socorrem-se da tecnologia para acompanhar estes novos tempos.
Por esse motivo, comprar um carro mais recente que não seja um computador com rodas, é missão quase impossível.
Neste momento assiste-se ao downsizing dos motores de competição (os atuais motores de combustão da Formula 1 tem 1.6 cc) mas já nos idos anos 80 os famosos motores Renault F1 4 cilindros turbo tinham 1.5 cc, o que não os impedia de alcançar mais de 1200cv em qualificação.
Tenho num 1.4 turbo de 2014 mais cavalagem e binário do que tinha num dois litros turbo de 2001, pago menos impostos, posso entrar em Roterdão, Amesterdão quando antes tinha que estacionar na periferia e no final de contas, tudo se resume ao rombo na carteira no final do mês.
Entendo perfeitamente (e tenho muitas saudades!) do encanto proporcionado pelo ronco de um belo gasosas atmosférico com uns Webber de duplo corpo, o ritual de afinar os ditos, limpar platinados e das duas motos que possuo, a minha favorita é a RC36II de 97...mas por vezes a palavra compromisso é complicada...
Abraços!

