21-10-2020 às 15:03
Creio que estas visões "maniqueístas" já não se aplicam tanto assim hoje em dia. Basta olhar para a variedade de motas que andam por aí na estrada para perceber que o cliché de "as japonesas é que são boas", na prática, já foi à vida há muito tempo. Desde japonesas, europeias, chinesas, indianas, you name it... É mais conversa da velha guarda e brincadeira de mesa de café do que outra coisa (contra mim falando
).
É tudo igual? Não, não é. Mas grande parte do pessoal que adquiriu mota nos últimos anos não está nem aí para essa conversa. As marcas já não são aquilo que eram (nem as mais bem cotadas são assim tão melhores que as outras, nem as menos bem cotadas são a bosta que costumavam ser). Há uma tendência à aproximação em termos desse abstrato conceito de "qualidade de construção", ainda que com o devido distanciamento (que ainda existe).
Acredito que com o passar do tempo este distanciamento vai diminuir, tanto quanto algumas das marcas forem ganhando/perdendo quota de mercado. Existirão sempre marcas apelidadas "de topo" e outras "de merda". Algumas marcas terão segmentos "de topo" e "de merda" em simultâneo. Mas provavelmente, com o alargamento do público alvo, também haverá espaço para todas.
).É tudo igual? Não, não é. Mas grande parte do pessoal que adquiriu mota nos últimos anos não está nem aí para essa conversa. As marcas já não são aquilo que eram (nem as mais bem cotadas são assim tão melhores que as outras, nem as menos bem cotadas são a bosta que costumavam ser). Há uma tendência à aproximação em termos desse abstrato conceito de "qualidade de construção", ainda que com o devido distanciamento (que ainda existe).
Acredito que com o passar do tempo este distanciamento vai diminuir, tanto quanto algumas das marcas forem ganhando/perdendo quota de mercado. Existirão sempre marcas apelidadas "de topo" e outras "de merda". Algumas marcas terão segmentos "de topo" e "de merda" em simultâneo. Mas provavelmente, com o alargamento do público alvo, também haverá espaço para todas.

