15-06-2022 às 17:49
(09-06-2022 às 10:57)dfelix Escreveu:(09-06-2022 às 09:04)hjjs Escreveu: A qualidade do combustível acaba por ser a mesma coisa....nas condições/controlo do armazenamento é que está a diferença. Limpeza dos tanques, controlo por sonda electronica nos niveis de humidade/agua que ,muitos dos low não utilizam.
Não concordo contigo.
A generalidade das low-cost estilo Prio e afins são estações de serviço até bastante recentes no que diz respeito à construção.
Por outro lado, o que não faltam são estações de serviço "de marca" com infrastruturas bastante antigas.
A qualidade da construção não é inerente ao controlo (por estranho que pareça).
(09-06-2022 às 15:38)carlos-kb Escreveu:(09-06-2022 às 14:00)luisnogueira Escreveu: Mas olho mais para essa falta de cuidado e problemas com impurezas e águas/humidades nos postos mais antigos e com menor rotação no que ao consumo de combustível diz respeito.
Tenho a mesma ideia. O maior ou menor cuidado com a limpeza, manutenção e sistemas de monitorização dos depósitos tem que ver mais com cada proprietário / posto isoladamente, do que propriamente por ser extensível ou característica de uma determinada marca/rede ou por vender combustível a preço mais baixo que os valores de referência.
Já fiz parte da equipa de projecto de um posto de combustível para a Prio, e apesar de as minhas funções se cingerem ao edifício da zona comercial / cafetaria, nas reuniões que se fizeram, com o concessionário e responsáveis da Martifer (na altura, principal accionista), os requisitos de exigência eram palavra de ordem, que acredito que fossem extensíveis aos restantes domínios técnicos (incluindo os sistemas de armazenagem e bombagem do combustível).
É curioso quando se fala nesta questão dos combustíveis low cost vs high cost, especialmente em grupos de FB ou fóruns, grande parte dos defensores do "high cost", já tiveram ou conhecem um amigo do primo do vizinho que já teve problemas mecânicos (admissão, bombas injectoras, injectores, etc.,), que juram a pés juntos terem sido provocados pelo uso continuado ou isolado, de combustível mais barato. Eu uso há anos, em diferentes veículos, seja gasolina ou "gasoil", e até à data, nada assinalar.![]()
E o único caso que conheço, na realidade, de terem havido sintomas de um combustível "menos bom", foi num abastecimento de recurso, que o meu pai fez no carro dele (no qual eu seguia), no Norte do país, precisamente numa Galp daquelas já antigas e meio perdida numa daquelas estradas de interior, em que o motor começou a engasgar, a vibrar, e acelerando, havia falhas de aceleração e o carro perdia imensa potência. Entretanto esses sintomas acabaram a desaparecer, imediatamente após o abastecimento seguinte.
Tipicamente quando existe uma marca de bandeira existem pressupostos de qualidade e controlo inerente à marca. O posto se é antigo ou não é irrelevante neste caso. Nas marcas brancas isso já não se põe.
Nenhum deles está livre de fugas, lixo etc, a questão prende-se com a rapidez de atuação.
Dependendo do tipo de negócio do posto, se é cessionado, próprio, arrendado etc, a partir do momento em que tem a marca de bandeira o controlo é feito pela marca (obviamente com a colaboração do gerente/dono, etc. Tudo depende do modelo de negócio e de quem é o "dono" do combustível que está no tanque.

