24-09-2019 às 23:31
A tentativa de criar sistemas diferentes de suspensão / direcção, em motas, não é nova. Desde as suspensões springer (baseadas em sistemas de paralelogramo articulado), aos Telelever ou Duolever (Hossack), ao sistema das Bimota Tesi (actualmete utilizado nas Vyrus) ou mesmo da GTS são alguns exemplos, entre muitos outros. Mesmo nas pequenas scooters, a Italjet e a Peugeot exploraram sistemas não convencionais de suspensão / direcção, em trens dianteiros.
Temos depois e ainda o exemplo da Nikken (e triciclos congéneres), baseados no diagrama de Ackermann. E muitos mais haverão certamente de que não me lembro ou nem sequer tiveram grande divulgação.
O facto é que ainda assim, o sistema mais simples é o que tem imperado desde há muito... a velha forquilha. Porque tudo o resto, em sistemas mais complexos, o que se pode ganhar em eficácia, acaba-se depois a perder com o incremento de peso e o respectivos custos de produção.
Temos depois e ainda o exemplo da Nikken (e triciclos congéneres), baseados no diagrama de Ackermann. E muitos mais haverão certamente de que não me lembro ou nem sequer tiveram grande divulgação.
O facto é que ainda assim, o sistema mais simples é o que tem imperado desde há muito... a velha forquilha. Porque tudo o resto, em sistemas mais complexos, o que se pode ganhar em eficácia, acaba-se depois a perder com o incremento de peso e o respectivos custos de produção.

