05-12-2020 às 12:29
(04-12-2020 às 23:18)pareias Escreveu: Carlos: estás a teimar e não vale a pena. É cansativo, tenho de fazer downloads e no fim continuas a achar que mais uma massa aos saltos no motor aumenta a potência.
Mais RPM, menos vibrações não implicam menos perdas.
Como me chamaste "Prof", vou recorrer ao famoso "Joe do Texas" que como está no Texas obviamente está sujeito a outras leis da Física (a chamada Física do Texas). A alternativa seria um paper, mas já se sabe quem vai aparecer por aqui.
http://www.ca.dsm.org/forums/ubbthreads.php?ubb=showflat&Number=187165
https://www.clubcivic.com/forum/threads/...al.185976/
https://www.tdi-plc.com/great-gains-on-c...iller-kit/
https://forums.hybridz.org/topic/23636-b...l-engines/
Já agora um paper numa revista da Springer sobre as vantagens de não ter um veio de equilíbrio
https://link.springer.com/article/10.136...e-renderer
Eis o que os Autores da Ford Motor Company escrevem:
"Early on in the project however, it was established
that the ambitious NVH targets can be met
without a balance shaft, which helped to
further reduce weight, cost and friction."
Areias, não estou a teimar. Estou apenas a levantar a questão com base no artigo da Cycleworld.
Não deixa de ser estranho que se as perdas originadas por um veio de equilíbrio suplantam os ganhos obtidos, a Ducati tenha optado por essa solução precisamente para um motor pensado para uma moto destinada a uma competição específica, não achas?
Opiniões pessoais em debates de fóruns (como os que linkaste), valem o que valem. E em nenhuma delas se refere a motores de 1 ou 2 cilindros. Por regra, quantos mais cilindros, mais e melhor equilíbrio dinâmico se consegue sem recurso a soluções auxiliares (como mesmo o disseste há meia dúzia de posts atrás).

