06-01-2015 às 18:12
Boas;
Por muito que admire este tipo de motos, ainda não me imagino com nenhuma.
A Yamaha é a minha marca do coração; a primeira moto com que tive contacto foi uma Yamaha e esta é a marca que me acompanhará sempre.
Não excluo a possibilidade de ter motos de outras marcas, já passei pela Kawasaki e ainda tenho uma Honda (marca que não me apaixona minimamente, mas de que até gosto de alguns modelos) abandonada em "doca seca".
Cresci em pleno declínio da indústria europeia, assisti ao seu renascer e não escondo a admiração por algumas. A Ducati e a Triumph são dois excelentes exemplos desse renascimento.
Se algum dia tiver que ir parar a uma europeia será quase de certeza uma Ducati, lembro-me dos tempos em que apareceram com modelos novos e nas corridas. A 851 continua a ser um sonho, por exemplo.
A MV Agusta tem as reminiscências dum passado que não é o meu, e em alguns aspectos é mais uma igual às outras...
Por muito que admire este tipo de motos, ainda não me imagino com nenhuma.
A Yamaha é a minha marca do coração; a primeira moto com que tive contacto foi uma Yamaha e esta é a marca que me acompanhará sempre.
Não excluo a possibilidade de ter motos de outras marcas, já passei pela Kawasaki e ainda tenho uma Honda (marca que não me apaixona minimamente, mas de que até gosto de alguns modelos) abandonada em "doca seca".
Cresci em pleno declínio da indústria europeia, assisti ao seu renascer e não escondo a admiração por algumas. A Ducati e a Triumph são dois excelentes exemplos desse renascimento.
Se algum dia tiver que ir parar a uma europeia será quase de certeza uma Ducati, lembro-me dos tempos em que apareceram com modelos novos e nas corridas. A 851 continua a ser um sonho, por exemplo.
A MV Agusta tem as reminiscências dum passado que não é o meu, e em alguns aspectos é mais uma igual às outras...

