Moto sinistrada é antónimo de moto "como nova"?
#21

(19-01-2015 às 17:59)carlos-kb Escreveu:  Mas a sabê-lo, neste caso.... e pela dúvida, será de evitar, certo?

Evitar? Porquê?

Pessoalmente não me faz qualquer confusão uma moto que já tenha sofrido acidentes.
Tal como não me faz confusão uma moto com 100 mil km.

Passa por avaliar a situação...
Perceber o estado em que se encontra. Analisar se o trabalho de recondicionamento foi bem feito. E se independentemente da sua história, se encontra em bom estado de conservação.
E acima de tudo, ter um preço adequado.
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#22

(20-01-2015 às 13:38)dfelix Escreveu:  
(19-01-2015 às 17:59)carlos-kb Escreveu:  Mas a sabê-lo, neste caso.... e pela dúvida, será de evitar, certo?

Evitar? Porquê?

Pessoalmente não me faz qualquer confusão uma moto que já tenha sofrido acidentes.
Tal como não me faz confusão uma moto com 100 mil km.

Passa por avaliar a situação...

Daí eu ter ressalvado, que pela dúvida, seria de evitar. A não ser que o user arranjasse alguém conhecedor, pegassem numa fita métrica, e fossem vistoriar a mota.
No entanto não é um sinistro.... mas três! (eu apenas com um já ficava de pé atrás). Se pode ter sido uma coisa soft, também podem ter sido acidentes mais graves. Ad probabilidades são as mesmas.

Conheço uns quantos que só algum tempo depois de comprarem é que começam a descobrir "carecas".... e a verificar que afinal compraram o tal puzzle. E muitas das vezes, quando se descobre, é da pior forma, tocando forte na carteira, isto se não tocar também na integridade do motociclistaa antes.

Trabalhei num concessionário Honda e tanta "merd@" acidentada vi entrar ali, com ordens para recuperar.... umas quantas fui levá-las ao Barreiro, em cima do reboque, para desempenarem quadros.

Mas sei que sou muito picuinhas com as motos que compro, neste capítulo.... e apesar de todas as que tive terem sido compradas usadas (ou semi-novas, como queiram), o (aparentemente) não mostrarem indícios de quedas anteriores ou demais mazelas, foi também determinante, a par de outros motivos, como é evidente, para a minha escolha final.

Neste caso, não facilitava.... desistia da compra, ou então encetava esforços para saber na realidade o que aconteceu nesses 3 sinistros, e daí, com a dita verificação, avaliar a integridade da moto antes de fechar negócio.

[Imagem: zX4Kq81.png]

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#23

(20-01-2015 às 15:26)carlos-kb Escreveu:  Daí eu ter ressalvado, que pela dúvida, seria de evitar. A não ser que o user arranjasse alguém conhecedor, pegassem numa fita métrica, e fossem vistoriar a mota.
No entanto não é um sinistro.... mas três! (eu apenas com um já ficava de pé atrás). Se pode ter sido uma coisa soft, também podem ter sido acidentes mais graves. Ad probabilidades são as mesmas.

Nas motos de quadros tubulares, mono-trave e prensados é um bocado chato...
Por vezes aquilo está empenado e é o aperto ao motor que segura tudo novamente no sitio. O resultado depende muito da qualidade de execução do trabalho.
Mas basta dar uma volta para se perceber se é viável. Além de que os "desempenos" deixam sempre marcas... para não falar de outros indicios como acessórios que por estarem razoáveis nunca chegam a ser substituidos e denunciam a fruta que levou!

Nas motos com quadros em aluminio injectado ou fundido a coisa já não é assim.
Não só porque a maioria são irrecuperáveis, como os que o são (quando partem ao invés de torcer) acabam por ser também mais fáceis de montar o puzzle e soldar no sitio.
E nestes... é mesmo também muito fácil identificar se foi reparado.

Claro que há motos que já nascem tortas... e nessas não há nada a fazer
Tal como podes ter aí muita moto acidentada em excelente feitas a partir de várias dadoras de órgãos.

Eu nunca compraria uma semi-nova acima dos 5 mil euros com indícios de acidentada.
Mas há efectivamente bons negócios de boas motos por preços acessíveis que foram devidamente recondicionadas e cujos danos resultantes são desprezíveis.
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