24-06-2019 às 10:41
Industrialmente é interessante pelo seguinte:
A política do patriotismo bacoco justifica, numa primeira fase, que a produção exterior aos EUA seja penalizada nas importações.
Depois, a lógica diz-nos que convém existirem fábricas na China (ou Índia) para os mercados menos desenvolvidos. A lógica é que se não for a Harley-Davidson a ter lá uma fábrica, será a concorrência a conquistar esses mercados.
Ou seja, até é patriótico ter fábricas na China (neste caso) e Índia (anterior), já que os produtos são destinados a esses mercados.
Tendo fábricas nesses Países, põe-se a questão: vai-se penalizar as importações da própria Harley para os EUA? Mas isso é anti-patriótico, já que os Japoneses têm fábricas nos EUA.
Nesse caso, o mercado Americano iria penalizar a própria Harley-Davidson.
Resultado: mais e mais legislação cada vez mais complexa (se estivéssemos a falar de Portugal) ou remoção das barreiras (estando a falar dos EUA).
A política do patriotismo bacoco justifica, numa primeira fase, que a produção exterior aos EUA seja penalizada nas importações.
Depois, a lógica diz-nos que convém existirem fábricas na China (ou Índia) para os mercados menos desenvolvidos. A lógica é que se não for a Harley-Davidson a ter lá uma fábrica, será a concorrência a conquistar esses mercados.
Ou seja, até é patriótico ter fábricas na China (neste caso) e Índia (anterior), já que os produtos são destinados a esses mercados.
Tendo fábricas nesses Países, põe-se a questão: vai-se penalizar as importações da própria Harley para os EUA? Mas isso é anti-patriótico, já que os Japoneses têm fábricas nos EUA.
Nesse caso, o mercado Americano iria penalizar a própria Harley-Davidson.
Resultado: mais e mais legislação cada vez mais complexa (se estivéssemos a falar de Portugal) ou remoção das barreiras (estando a falar dos EUA).
