31-01-2019 às 15:14
(31-01-2019 às 14:47)Nfilipe Escreveu: So agora vi este topico. Apenas tenho opiniao de que mudar para melhor nem sempre obriga a subir na cilindrada. Por vezes e preciso ter em conta aquilo que realmente precisamos e nao aquilo que queremos.
Eu por exemplo tenho uma 125cc e para percurso na cidade, zona urbana. É e melhor e ja nem falo no mais evidente, o consumo. A mota é mais pequena, mais leve, mais manobravel. E para percursos que nao ultrapasse os 50km. Ida e volta, chega, serve e sobra. Porque raramente neste tipo de percursos vamos precisar de uma velocidade superior a 100. As vezes é chato querer ultrapassar e nao ter motor, ainda assim em cidade nao chateia muito. Acho que as vezes sem tem ilusao do que é apenas grande, seja em cilindrada, potencia, é o melhor. Depende muito do que realmente se precisa.
Para esclarecer, nao estou a falar directamente para esta situacao do rruella, que neste caso ate concordo com o que pessoal disse. Nao era a troca pela 250 que resolvia algo ai. Problemas de coluna nao era por ai a solucao.
Esta é uma opinião que partilho. Acho um desperdicio ter uma mota de alta cilindrada para andar a fazer as "viagens da treta" de ir aqui, ir acolá, andar na cidade... inicialmente quando comprei a Benelli a ideia era ver se a Maria se adaptar e nesse caso trazer a CBF de volta para ter sempre uma 125 disponível para mim, visto que optei por mandar o carro da Maria para Viseu a ver se conseguem uns quaisquer 500 paus por aquilo (um Rover 400) e ela anda no dia a dia com o meu carro (Peugeot 206) o que faz com que o meu único transporte neste momento sejam as motas. Desde que tenho a Benelli, dos 4 mil e tal kms que ela tem mais de 2500 foram nas minhas mãos a ir para o ginásio, ir almoçar, ir às compras, ir a Lisboa ocasionalmente quando preciso de ir à universidade, tomar um copo com os amigos ou simplesmente ir ao jantar de natal de motonliners... ou seja, praticamente só kms de merda que se fossem feitos na Tracer eram um puro desperdicio (consumo de 2 vs 6/7L, gasto de pneus, desgaste geral da mota, maior frequência de revisões na Tracer...) e que tendo a 125 facilmente consigo "aliviar" a Tracer de uns 5000km anuais ou até mais.
A potência (ou falta dela) é uma não questão. Eu comparo a 125cc a um carro, e nesse aspeto nestas viagens urbanas/interurbanas a 125 é sempre mais rápida que qualquer carro. E para ir a Lisboa não preciso de ir a raspar peseiras, a sacar cavaladas e a arriscar-me a "prevenções rodoviárias" ou de ir a praguejar porque falta potência para fazer uma ultrapassagem que na tracer já tinha ocorrido 2 minutos antes.
Ditadura dos Flocos de Neve

