23-05-2016 às 17:23
No meu caso, comprei o primeiro escape "after market" precisamente para a mota que atualmente possuo (F800R), pelos seguintes motivos:
1. A ausência de som do escape de origem, depois de andar uns anos a conduzir uma ZZR 1100 com duas "abufadeiras" de origem fenomenais, fazia-me confusão;
2. O escape de origem da F800R não é (na minha opinião) particularmente bonito e não ficava particularmente bem na mota;
3. O SC-Project oval em carbono que adquiri é homologado (com DB killer que está a caminho de Itália para Portugal neste preciso momento, não vá o diabo tecê-las em Outubro '16
);
Outros aspetos (menos relevantes que os anteriores):
4. A diferença de peso entre o escape de origem e o que comprei é de 5 para 3 kgs;
5. Em termos de potência, o escape adquirido adiciona 2 aos 87 cvs anunciados;
Por fim, o facto de ser (de acordo com o fabricante) construído especificamente para esta mota, dá-me algum conforto e descanso no sentido que (em princípio) não estou a "estragar" nada. Este último ponto é na minha opinião muito importante, e vai ao encontro do que o artigo descreve. Penso que melhorias estéticas e sonoras não justificam comprometer o "coração" da burra...
1. A ausência de som do escape de origem, depois de andar uns anos a conduzir uma ZZR 1100 com duas "abufadeiras" de origem fenomenais, fazia-me confusão;
2. O escape de origem da F800R não é (na minha opinião) particularmente bonito e não ficava particularmente bem na mota;
3. O SC-Project oval em carbono que adquiri é homologado (com DB killer que está a caminho de Itália para Portugal neste preciso momento, não vá o diabo tecê-las em Outubro '16
);Outros aspetos (menos relevantes que os anteriores):
4. A diferença de peso entre o escape de origem e o que comprei é de 5 para 3 kgs;
5. Em termos de potência, o escape adquirido adiciona 2 aos 87 cvs anunciados;
Por fim, o facto de ser (de acordo com o fabricante) construído especificamente para esta mota, dá-me algum conforto e descanso no sentido que (em princípio) não estou a "estragar" nada. Este último ponto é na minha opinião muito importante, e vai ao encontro do que o artigo descreve. Penso que melhorias estéticas e sonoras não justificam comprometer o "coração" da burra...

