20-04-2018 às 20:06
Nada que seja de levar muito a sério.
Eu tenho opinião que genericamente os motores ganham carácter com o aumento de cilindros mas é uma afirmação tão subjectiva que cumpre a cada um formular a sua opinião com base em experiência.
Entendo que um 4 cilindros conduzido no último terço do quadrante é uma experiência mais exigente, aliciante e com muito mais adrenalina que um bi a ser conduzido nos primeiros dois terços de quadrante. Para o mesmo resultado.
E que uma mota com algum motor e cilindrada, mesmo de 4 cilindros está longe de ser sub motorizada. Tem mais agilidade de motor que a absurda maioria dos carros e outros veículos de estrada.
Portanto e ao contrário de uma ideia generalizada de que motores com menos cilindros são mais polivalentes, eu tenho a ideia precisamente contrária. Uma mudança mole num 4 cilindros é muito mais dócil que 1, 2 ou 3, mais suave de conduzir rapido em chuva, menos reacçoes de motor, mais suavidade, mais linearidade na subida rotação...
E eu reconheço nobreza nisso.
A ideia de enrolar punho e a mota ir, se a ideia é comparar em igualdade de circunstâncias, quem circular num 4cil só tem que saber levar a mota na rotação certa e saber mante-la lá.
Também gosto do que sai do escape. Mais rotação em carga para mim é um gosto de ouvir. Mas pronto... há quem se console a ouvir uma ducati ao ralenti.
Tenho igualmente uma percepção que em viagens grandes um motor mais docil e potente, faz toda a diferença no longo curso. Aliado à condução mais suave que permite massacra bem menos.
Para ir ao pão... da tudo igual.
Isto aplicado a motas de estrada, pois tens segmentos como trails ou motas de água em que isto não faz propriamente sentido.
Agora, esta discussão é estéril pois mesmo dentro da mesma arquitectura de motor tens tantas variáveis que influenciam tanto a adrenalina transmitida pela condução de uma mota... que não vamos chegar a lado nenhum.
Eu tenho opinião que genericamente os motores ganham carácter com o aumento de cilindros mas é uma afirmação tão subjectiva que cumpre a cada um formular a sua opinião com base em experiência.
Entendo que um 4 cilindros conduzido no último terço do quadrante é uma experiência mais exigente, aliciante e com muito mais adrenalina que um bi a ser conduzido nos primeiros dois terços de quadrante. Para o mesmo resultado.
E que uma mota com algum motor e cilindrada, mesmo de 4 cilindros está longe de ser sub motorizada. Tem mais agilidade de motor que a absurda maioria dos carros e outros veículos de estrada.
Portanto e ao contrário de uma ideia generalizada de que motores com menos cilindros são mais polivalentes, eu tenho a ideia precisamente contrária. Uma mudança mole num 4 cilindros é muito mais dócil que 1, 2 ou 3, mais suave de conduzir rapido em chuva, menos reacçoes de motor, mais suavidade, mais linearidade na subida rotação...
E eu reconheço nobreza nisso.
A ideia de enrolar punho e a mota ir, se a ideia é comparar em igualdade de circunstâncias, quem circular num 4cil só tem que saber levar a mota na rotação certa e saber mante-la lá.
Também gosto do que sai do escape. Mais rotação em carga para mim é um gosto de ouvir. Mas pronto... há quem se console a ouvir uma ducati ao ralenti.
Tenho igualmente uma percepção que em viagens grandes um motor mais docil e potente, faz toda a diferença no longo curso. Aliado à condução mais suave que permite massacra bem menos.
Para ir ao pão... da tudo igual.
Isto aplicado a motas de estrada, pois tens segmentos como trails ou motas de água em que isto não faz propriamente sentido.
Agora, esta discussão é estéril pois mesmo dentro da mesma arquitectura de motor tens tantas variáveis que influenciam tanto a adrenalina transmitida pela condução de uma mota... que não vamos chegar a lado nenhum.

