O risco inerente a quem anda de mota, é em proporcionalidade (igual, para mais ou para menos) a outras tantas actividades. Ainda este fim de semana morreram quase 300 pessoas, porque simplesmente estavam no local errado à hora errada... grande parte delas inclusivé, em igrejas (sim, quem pensaria que seria aí aonde passariam o seu último momento?).
Já dizia a minha avózinha, que para se morrer, só tem de existir uma condição... estar vivo!
Viver é um risco. Andar de mota pode exponenciar essa probabilidade? Pode!
Mas desde que haja uma ínfima probabilidade (maior ou menor), existe sempre o risco.
Fazer o que quer que seja simplesmente a pensar nesse risco, quando se torna obsessão, retira-nos a essência e o porquê de voluntariamente nos expormos a esse risco. Nem é deixando de o fazer, que nos imuniza a outros tantos riscos.
Infelizmente só podemos de lamentar os que partiram.
Já dizia a minha avózinha, que para se morrer, só tem de existir uma condição... estar vivo!
Viver é um risco. Andar de mota pode exponenciar essa probabilidade? Pode!
Mas desde que haja uma ínfima probabilidade (maior ou menor), existe sempre o risco.
Fazer o que quer que seja simplesmente a pensar nesse risco, quando se torna obsessão, retira-nos a essência e o porquê de voluntariamente nos expormos a esse risco. Nem é deixando de o fazer, que nos imuniza a outros tantos riscos.
Infelizmente só podemos de lamentar os que partiram.

