13-01-2016 às 14:40
Nem tudo estará perdido: Paulo Gonçalves não terá trocado de motor no meio da confusão que foi a 9ª etapa!
De acordo com uma informação partilhada pelo responsável de comunicação de Paulo Gonçalves, que refere que a informação que publicou no Facebook não é proveniente de fontes oficiais, o piloto português terá conseguido evitar a penalização por troca do motor da sua Honda.
Na mensagem no Facebook o responsável pela comunicação de Paulo Gonçalves refere que no final do dia de ontem em Belen, Argentina, onde se realizou mais uma etapa maratona, Paulo Gonçalves terá conseguido com muita ajuda de companheiros de equipa e, inclusivamente, dando a entender que Mário Patrão (KTM) também ajudou nas operações de mecânica, solucionar os problemas na sua Honda CRF450 Rally sem ter de trocar de motor, e assim evitou somar 15 minutos de penalização ao seu tempo na Geral, penalização imposta nestes casos.
A moto de “Speedy” terá necessitado apenas de trocar o pistão e a vela do motor da moto japonesa para continuar a trabalhar em condições que permitem ao luso manter-se a 34m01s do líder do Rali Dakar, Toby Price (KTM), além de outras reparações como ao radiador que tinha sido perfurado.
E é precisamente na classificação que também temos de falar e fazer um ponto de situação antes da realização da 10ª etapa, não apenas porque os resultados da etapa 9 foram alterados, no que se pode definir como uma “confusão”, pois não conseguimos perceber claramente como foram decididos os tempos finais de cada piloto, mas porque devido à confusão instalada, Paulo Gonçalves continua na luta pela liderança da Geral deste Dakar.
![[Imagem: 56963b8057440_XL.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2016/01/56963b8057440_XL.jpg)
Ao longo do dia de ontem a ASO foi obrigada a, novamente, fazer alterações à etapa devido às condições climatéricas extremas, neste caso à temperatura muito elevada – superior aos 45ºC – que estava a causar problemas físicos nos pilotos.
12 pilotos chegaram mesmo a completar a etapa 9, como foi o caso do líder da prova Toby Price, que se tudo tivesse decorrido conforme estava delineado inicialmente, teria ganho uma enorme vantagem sobre os perseguidores. No entanto a ASO encurtou a etapa, inicialmente colocando a meta do dia em CP2, e mais tarde em CP1. Os restantes pilotos chegaram também a CP2 mas ficaram aí retidos sem ordens para prosseguir o percurso, conforme confirmado pela espanhola Laia Sanz (KTM).
Os Comissários de Prova tiveram então de extrapolar os tempos finais a partir do tempo obtido pelo último piloto a chegar ao final da etapa e aos tempos registados em CP2, ou seja, sem contar com os 12 pilotos que realmente percorreram o percurso original da etapa 9, os restantes terminaram a etapa de forma “virtual”, com tempos calculados.
Assim Toby Price venceu a 9ª etapa com um tempo total de 3h26m58s, Ricky Brabec (Honda) foi segundo a 12m29s e o “top 3” do dia ficou completo com Antoine Meo (KTM) a 13m24s.
O melhor português do dia foi Hélder Rodrigues (Yamaha) que terminou com o 8º tempo a pouco mais de 19 minutos de Price, enquanto a Paulo Gonçalves foi-lhe atribuído o tempo virtual de mais 31m56s em relação a Toby Price, o que o deixou com o 13º tempo da 9ª etapa.
Quanto aos restantes portugueses em prova, Mário Patrão foi-lhe atribuído o 17º tempo com mais de 1 hora de atraso para Toby Price, e Bianchi Prata (Honda) foi 40º a quase duas horas de diferença do vencedor.
Na Geral das motos temos então Toby Price com a sua liderança do Rali Dakar reforçada, agora com 28m59s de vantagem sobre Stefan Svitko (KTM), Paulo Gonçalves mantém-se na luta mesmo tendo descido para terceiro a 34m01s de Price – falta confirmar se trocou ou não de motor -, Hélder Rodrigues é 7º com cerca de 50 minutos de atraso para Toby Price, Mário Patrão está em 20º e segundo melhor da classe Maratona, e Bianchi Prata é 58º já a mais de 9 horas de distância do líder Toby Price.
Fonte: MOTOCICLISMO
De acordo com uma informação partilhada pelo responsável de comunicação de Paulo Gonçalves, que refere que a informação que publicou no Facebook não é proveniente de fontes oficiais, o piloto português terá conseguido evitar a penalização por troca do motor da sua Honda.
Na mensagem no Facebook o responsável pela comunicação de Paulo Gonçalves refere que no final do dia de ontem em Belen, Argentina, onde se realizou mais uma etapa maratona, Paulo Gonçalves terá conseguido com muita ajuda de companheiros de equipa e, inclusivamente, dando a entender que Mário Patrão (KTM) também ajudou nas operações de mecânica, solucionar os problemas na sua Honda CRF450 Rally sem ter de trocar de motor, e assim evitou somar 15 minutos de penalização ao seu tempo na Geral, penalização imposta nestes casos.
A moto de “Speedy” terá necessitado apenas de trocar o pistão e a vela do motor da moto japonesa para continuar a trabalhar em condições que permitem ao luso manter-se a 34m01s do líder do Rali Dakar, Toby Price (KTM), além de outras reparações como ao radiador que tinha sido perfurado.
E é precisamente na classificação que também temos de falar e fazer um ponto de situação antes da realização da 10ª etapa, não apenas porque os resultados da etapa 9 foram alterados, no que se pode definir como uma “confusão”, pois não conseguimos perceber claramente como foram decididos os tempos finais de cada piloto, mas porque devido à confusão instalada, Paulo Gonçalves continua na luta pela liderança da Geral deste Dakar.
![[Imagem: 56963b8057440_XL.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2016/01/56963b8057440_XL.jpg)
Ao longo do dia de ontem a ASO foi obrigada a, novamente, fazer alterações à etapa devido às condições climatéricas extremas, neste caso à temperatura muito elevada – superior aos 45ºC – que estava a causar problemas físicos nos pilotos.
12 pilotos chegaram mesmo a completar a etapa 9, como foi o caso do líder da prova Toby Price, que se tudo tivesse decorrido conforme estava delineado inicialmente, teria ganho uma enorme vantagem sobre os perseguidores. No entanto a ASO encurtou a etapa, inicialmente colocando a meta do dia em CP2, e mais tarde em CP1. Os restantes pilotos chegaram também a CP2 mas ficaram aí retidos sem ordens para prosseguir o percurso, conforme confirmado pela espanhola Laia Sanz (KTM).
Os Comissários de Prova tiveram então de extrapolar os tempos finais a partir do tempo obtido pelo último piloto a chegar ao final da etapa e aos tempos registados em CP2, ou seja, sem contar com os 12 pilotos que realmente percorreram o percurso original da etapa 9, os restantes terminaram a etapa de forma “virtual”, com tempos calculados.
Assim Toby Price venceu a 9ª etapa com um tempo total de 3h26m58s, Ricky Brabec (Honda) foi segundo a 12m29s e o “top 3” do dia ficou completo com Antoine Meo (KTM) a 13m24s.
O melhor português do dia foi Hélder Rodrigues (Yamaha) que terminou com o 8º tempo a pouco mais de 19 minutos de Price, enquanto a Paulo Gonçalves foi-lhe atribuído o tempo virtual de mais 31m56s em relação a Toby Price, o que o deixou com o 13º tempo da 9ª etapa.
Quanto aos restantes portugueses em prova, Mário Patrão foi-lhe atribuído o 17º tempo com mais de 1 hora de atraso para Toby Price, e Bianchi Prata (Honda) foi 40º a quase duas horas de diferença do vencedor.
Na Geral das motos temos então Toby Price com a sua liderança do Rali Dakar reforçada, agora com 28m59s de vantagem sobre Stefan Svitko (KTM), Paulo Gonçalves mantém-se na luta mesmo tendo descido para terceiro a 34m01s de Price – falta confirmar se trocou ou não de motor -, Hélder Rodrigues é 7º com cerca de 50 minutos de atraso para Toby Price, Mário Patrão está em 20º e segundo melhor da classe Maratona, e Bianchi Prata é 58º já a mais de 9 horas de distância do líder Toby Price.
Fonte: MOTOCICLISMO
Ricardo - Honda X-ADV
![[Imagem: latest?cb=20150510093035]](http://vignette2.wikia.nocookie.net/spongebob/images/6/66/Screen_Shot_2015-05-10_at_3.28.25_AM.png/revision/latest?cb=20150510093035)
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