Dakar 2016
#1




[Imagem: parcours_carte_v3.jpg]

[Imagem: Clipboard01.jpg]

HRC Rally Team L to R – Ricky Brabec, Paolo Ceci, Michael Metge, Joan Barreda and Paulo Goncalves

[Imagem: HRC_Rally_Team_L_to_R_Ricky_Brabec_Paolo_Ceci.jpg]


KTM 450 Rally team L to R – Antoine Meo, Jordi Viladoms, Laia Sanz, Toby Price, Matthias Walkner

[Imagem: KTM_450_Rally_team_L_to_R_Antoine_Meo_Jordi_V.jpg]


Rockstar Energy Husqvarna Factory Racing team L to R – Ruben Faria, Pela Renet and Pablo Quintanilla

[Imagem: Rockstar_Energy_Husqvarna_Factory_Racing_team_L.jpg]

Yamalube Yamaha Rally Team riders Alessandro Botturi and Helder Rodrigues

[Imagem: Yamalube_Yamaha_Rally_Team_riders_Alessandro_Bot.jpg]

[Imagem: wrong-bike.jpg]
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#2

Por acaso o Dakar é a única prova de TT que me faz vibrar e acompanhar de perto.
Saudosos os dois anos em que a edição partiu de Lisboa, e a visita às máquinas, na zona de Belém, era obrigatória.

Vamos a ver se é desta que iremos ter um tuga no lugar mais alto do pódio! smile

[Imagem: zX4Kq81.png]

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#3

Um Dakar que nem em África é feito é muito estranho... Acho que deviam mudar o nome... Querem continuar a usar a "marca" mas fica estranho.

As minhas máquinas (e ex):
Kawasaki Versys 1000 / KTM 1290 Super Duke GT
Yamaha FZS 600 Fazer

[Imagem: censorship2.jpg]

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#4

(30-12-2015 às 13:35)michelfpinto Escreveu:  Um Dakar que nem em África é feito é muito estranho... Acho que deviam mudar o nome... Querem continuar a usar a "marca" mas fica estranho.

Prefiro que lhe chamem Dakar, que Buenos Aires!  lol

Claro que é a  marca "Dakar" que neste momento ficou, apesar da prova que inicialmente se iniciava em Paris e acabando sempre nas margens do Lago Rosa, em Dakar (Senegal), teve ainda edições "variantes" em que uniu Paris à Cidade do Cabo (África do Sul), e depois houve edições aonde a partida se deu em Barcelona, Madrid, Granada e Lisboa.

Também preferia as edições disputadas nos desertos do Norte de África, mas depois dos problemas de segurança que deixaram marcas e mazelas muito negativas na prova, chegando a fazer ainda com que um ano a prova fosse cancelada (prova essa que seria a 3ª. partida de Lisboa), é natural que se tenham mudado de armas e bagagens para territórios menos hostis.
Mas a marca indelével do Dakar ficou, em homenagem às suas raízes e ao seu fundador, Thierry Sabine, que criou o mítico rally como promessa feita, quando se perdeu no deserto do Sahara numa outra prova de Rally, depois de dadas por finalizadas as buscas, tendo sido encontrado por acaso alguns dias depois, quase no limiar da vida.

Entretanto.... os favoritos.... tirando o lapso grosseiro de Gonçalvez(S)

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[Imagem: zX4Kq81.png]

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#5

vi reportagem na tv algures, para se participar tem de ser nao sei quantos mil euros, coisas mesmo para carteiras cheias

onde vão eles buscar tanta massa? faz uma comixxxao de todo tamanho

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#6

(30-12-2015 às 18:30)7pires Escreveu:  onde vão eles buscar tanta massa? faz uma comixxxao de todo tamanho

Já reparaste numas coisas que eles levam estampadas nas motas / carros / camiões e ainda nos seus capacetes, fatos, veículos de apoio, etc.? Chama-se de publicidade e é suportada pelos patrocinadores que no fundo, são quem "paga" grande parte dessa participação...

Não é só aqui..... qualquer desporto de massas é um bom veículo de difusão publicitária e respectivos patrocinadores. Seja no motociclismo, automobilismo, ténis, futebol, golfe, NBA, etc....

[Imagem: zX4Kq81.png]

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#7

Vamos ver so "Il NIno" nao estraga a prova
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#8

ou ter papas riquinhos

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#9

[Imagem: ng5547442.jpg]

Motard Ruben Faria "muito feliz" pelo êxito no prólogo do Dakar

O motard Ruben Faria (Husqvarna) manifestou-se hoje "muito feliz" por partilhar o triunfo do prólogo do Rali Dakar com o espanhol Joan Barreda (Honda), mas recorda que só hoje a prova "começa a sério".

"O rali só começa a sério no domingo[hoje], mas estes resultados dão sempre uma motivação extra para toda a equipa", disse o piloto, vice-campeão em 2013 e que participou pela primeira vez no Dakar há 10 anos, o que torna este ano "muito especial".

Faria está este ano numa equipa nova, "com um projeto ambicioso e muito bem delineado": "Temos os nossos objetivos muito bem definidos para este Dakar. O resultado que fiz hoje faz parte de uma estratégia, pelo que estou muito satisfeito de começar desta forma."

Com 6.27 minutos, Faria e Barreda foram apenas três segundos mais rápidos de que Hélder Rodrigues (Yamaha), terceiro em 2011 e 2013.

Segundo em 2015, Paulo Gonçalves (Honda) rodou mais lento devido a problemas com a moto e foi apenas 50.º, perdendo um minuto para os rivais, pelo que no domingo vai ser obrigado a ultrapassar muitos pilotos menos cotados.

"Não entrei com o pé direito, senti alguns problemas na mota e optei por abrandar o ritmo. O verdadeiro Dakar começa domingo e é aí que temos de estar sempre bem e sem problemas. Sei que este será um Dakar extremamente difícil, temos um enormíssimo número de pilotos com o objetivo de vencer, mas preparámo-nos bem e vamos para a luta", disse.

Mário Patrão (KTM), em 30.º, e Bianchi Prata (Honda), em 58 .º, completaram o lote de portugueses participantes no grupo de 135 motards.


fonte

[Imagem: zX4Kq81.png]

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#10

Ruben Faria fica em 2.º, Price é o novo líder

[Imagem: ng5558585.JPG]

O português Ruben Faria (Husqvarna) foi esta segunda-feira o 2.º classificado na 2.ª tapa do rali Dakar 2016, mas perdeu a liderança da prova para o australiano Toby Price (KTM)

Price completou o troço cronometrado de 354 quilómetros entre Villa Carlos Paz e Termas de Rio Hondo, na Argentina, em 3:46.24 horas, menos 20 segundos do que Ruben Faria, enquanto o eslovaco Stefan Svitko (KTM) foi terceiro, a 1.28 minutos. No entanto, no final o português recebeu uma penalização de um minuto.

O australiano passou a comandar o rali todo-o-terreno com 1.02 minutos de vantagem sobre o piloto português, que tinha sido o mais rápido do prólogo, a par do espanhol Joan Barreda.

Quanto aos outros portugueses que lutam pelos lugares da frente, Paulo Gonçalves (Honda) foi o sexto mais rápido, a 2.38 minutos de Price. Já Hélder Rodrigues (Yamaha) terá cometido um erro de navegação e terminou em 16.º, a 7.03 minutos.

Na classificação geral, Paulo Gonçalves subiu de 50.º até à 7.ª posição (a 3.20 minutos do líder), enquanto Hélder Rodrigues baixou de terceiro para 15.º (a 7.18).

Depois de ter obrigado a anulação da 1.ª etapa do Dakar 2016, o mau tempo também prejudicou a 2.ª, que foi reduzida de 450 quilómetros para 354, no caso das motas, e de 510 para 387, no caso dos carros.

Ricardo - Honda CB500X
[Imagem: latest?cb=20150510093035]
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