Corrente e transmissão
#11

Epá, colocando a moto no descanso central e metendo-a a andar, não noto oscilação, mas presumo que aquilo seja praticamente de origem e tenham 22 anos ou perto disso lol
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#12

Ora bem.
Depois de um dia inteirinho de volta da mal-cheirosa, eis os resultados:

- Sinoblocos ok. O idiota que pintou a jante pintou-a com os sinoblocos lá metidos. Boa hora e meia a raspar tinta com um canivete...
- Cremalheira, aparentemente ok, dentes em boa condição, sem empenos.
- Veio do eixo de trás com desgaste visivel e consequente folga. Nada a fazer. Ou melhor, veio novo, ou torneiro mecânico. Por hoje assim ficou.
- Rolamentos na m****, só faltou sair de lá um rato morto e três morcegos. Obviamente trocados por novos.
- Corrente (na minha opinião) ovalizada, à espera de ir comprar nova.

Em suma: ficou, na prática, na mesma. Os sinoblocos foram trocados de ordem, mas não é possível virá-los ao contrário porque têm um espigão de fixação. Diagnóstico feito, a corrente continua a "mastigar" e a fazer barulho, a cremalheira continua a parecer uma brazileira a dançar o samba, e fiquei com mais peças na lista do restauro.

Entretanto, já fui ao Atelier 10C (não me canso da publicidade, até porque agora têm lá biclas artesanais!) e o Rui esteve de volta daquilo tudo... outra vez.
Desmonta roda, mede a cremalheira que está bem circular e bem direitinha, mede o pinhão que também está bom, vê o veio, a folga que tem não é preocupante e tem correcção no torneiro mecânico (é uma questão de poder ter a mota parada uns dias), e ele não dá com problema nenhum.
Eu explico o que fiz em casa, o que vi e o que ouvi. Ele não acredita em mim, pendura a mota no ar e examina tudo outra vez, depois de montado novamente no lugar. "É impossivel Saphyr, as correntes não encolhem, só esticam." Eu insisti, levei-lhe uma corrente (sim, eu sei, quando se troca, troca-se tudo duma vez, mas faltavam p€ças), e ele concordou em metê-la lá, sabendo que sem cremalheira e sem pinhão novos, ía durar pouco. Mas como eu daqui a uns meses espero estar melhor de t€mpo, nessa altura ponho outra corrente sem me chatear muito.
Julgavam que era o fim? Era bom era. A minha Safira não se fica assim, sem luta. P*** da corrente nem à marretada se lhe tirava um elo. "Saphyr, estás a ver ali aquela coisa amarela?" - "O quê, a rebarbadora?" - "Sim. Dá cá." - hehehehehe.
Corrente nova no sítio, nem barulho, nem abanar, aceleração super estável, reduções muito mais suaves. Outra mota, completamente.

Só para tirar teimas, vou a medir a corrente em casa com um amplicómetro (pecliss, para os amigos). Havia elos com 1,5mm a mais que outros.

(Obrigado a todos pela ajuda! Custou, mas resolveu-se.)

Sometimes it takes a whole tank of fuel before you can think straight.
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#13

As Suzuki´s são levadas da breca--- especialmente as Bandit´s... fazem-se de dificeis... lixam-nos a mioleira... mas depois no final... dão-nos um prazer descomunal quando as "montamos"...

[Imagem: SM4eYt9.png]
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#14

Essa bandid tem-te dado cabo da cabeça e não só Saphyr! Mas ainda bem que ficou melhorzinha! thumbsup
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#15

Isto aos poucos vai. Já não falta muito para o restauro completo. blink

Sometimes it takes a whole tank of fuel before you can think straight.
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#16

Boas;
Tudo não passa duma corrente gripada...
Mas sem teres mudado a cremalheira nem o pinhão de ataque pouca longevidade vai ter a nova.
Amplicómetro?? Onde é que viste esse termo aplicado em Portugal?
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#17

Amplicómetro?... eu dou-lhe um nome mais bonito... o "queixinhas"... raios parta o paquímetro que está sempre a dizer que devia ter dado mais folga...

[Imagem: SM4eYt9.png]
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#18

Nenhum dos nomes do instrumento é o nome dele, amplicómetro é uma brincadeira minha com o meu pai, porque aquilo mede as "amplitudes" smile Pecliss (não deve ser assim que se escreve, mas é assim que soa na boca do meu tio que não sabe lingua estrangeira nenhuma) deve ser um estrangeirismo adoptado, julgo eu.

De qualquer maneira, falamos do paquímetro, como o Nelson já disse.

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