Acho que se continuam a confundir coisas.
Uma coisa são motos puramente enduristas, com todas essas características que vocês enaltecem (leves, simples, manobráveis e com ciclísticas e suspensões aptas para um ambeinte de 100% terra). E como o Michel disse e bem, o mercado está pejado delas... só há que as procurar.
Outra coisa é um segmento definido, com sucesso de vendas, com procura e em constante crescimento, como sejam as maxi-trails, não obstante de haver uns modelos em específico que até se safem melhor que outras em ambientes fora de asfalto. Mas não queiram fazer delas enduristas, porque de todo, não são coisas que elas sejam... e nem é isso que o seu target de clientes procura.
Preferências pessoais não chegam para mudar o mercado.
Adorar uma moto em específico, como a PR7 (que é um caso isolado, específico e quase desconhecido mundialmente), não faz com que isso seja suficiente para mudar conceitos e segmentos de mercado enraízados e com sucesso comercial.
O cliente de uma BMW F850GS, está-se a cagar para essas características que vocês dizem essenciais numa moto de todo-o-terreno. Mas para eles interessa sim, para além do aspecto final, que a mota tenha toda a parafernália de gadgets e electrónica, venha com punhos aquecidos, GPS, cruise control, etc... lhes possibilite colocar 3 caixotões de alumínio e mais um sem número de acessórios Touratech... e assim já têm moto para depois poderem ir todos os domingos de manha à "Casa do Preto" em Sintra tomar o pequeno almoço, e acabar na esplanada de Ribeira D'Ilhas a beber uma piña colada juntamente com todos os outros motorraders... não esquecendo ainda a viagem de Verão aos Alpes, em que se possível, vão de avião e despacham a mota por transportadora, até lá.
Terra? Duvido que alguma vez venham a pisar.... e se acontecer, ou só por engano, ou para fazer 100 metros de uma estrada de macadame, devidamente registado em fotos, para publicar no grupo dos Fans!
Uma coisa são motos puramente enduristas, com todas essas características que vocês enaltecem (leves, simples, manobráveis e com ciclísticas e suspensões aptas para um ambeinte de 100% terra). E como o Michel disse e bem, o mercado está pejado delas... só há que as procurar.
Outra coisa é um segmento definido, com sucesso de vendas, com procura e em constante crescimento, como sejam as maxi-trails, não obstante de haver uns modelos em específico que até se safem melhor que outras em ambientes fora de asfalto. Mas não queiram fazer delas enduristas, porque de todo, não são coisas que elas sejam... e nem é isso que o seu target de clientes procura.
Preferências pessoais não chegam para mudar o mercado.
Adorar uma moto em específico, como a PR7 (que é um caso isolado, específico e quase desconhecido mundialmente), não faz com que isso seja suficiente para mudar conceitos e segmentos de mercado enraízados e com sucesso comercial.
O cliente de uma BMW F850GS, está-se a cagar para essas características que vocês dizem essenciais numa moto de todo-o-terreno. Mas para eles interessa sim, para além do aspecto final, que a mota tenha toda a parafernália de gadgets e electrónica, venha com punhos aquecidos, GPS, cruise control, etc... lhes possibilite colocar 3 caixotões de alumínio e mais um sem número de acessórios Touratech... e assim já têm moto para depois poderem ir todos os domingos de manha à "Casa do Preto" em Sintra tomar o pequeno almoço, e acabar na esplanada de Ribeira D'Ilhas a beber uma piña colada juntamente com todos os outros motorraders... não esquecendo ainda a viagem de Verão aos Alpes, em que se possível, vão de avião e despacham a mota por transportadora, até lá.
Terra? Duvido que alguma vez venham a pisar.... e se acontecer, ou só por engano, ou para fazer 100 metros de uma estrada de macadame, devidamente registado em fotos, para publicar no grupo dos Fans!

